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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

CPTM registra 4.800 embarques de bicicletas no último ano apenas em dias úteis

Os trens da CPTM registraram 4.832 embarques de bicicletas nos dias úteis neste primeiro ano de liberação das bikes durante a semana, após às 20h30.
Apesar de recente, o transporte noturno das magrelas nas composições de segunda a sexta-feira ganha cada vez mais adeptos. Neste primeiro ano, a Linha 9-Esmeralda contabilizou 1.561 bicicletas transportadas. Na sequência, a Linha 10-Turquesa computou 1.427 bikes.
Com esses números, percebe-se que houve uma inversão de posições entre as Linhas 9-Esmeralda e 10-Turquesa, já que no balanço semestral, a Linha 10 se destacava com o maior número de embarques. Já a Linha 11-Coral manteve a terceira posição no ranking, com 711 bicicletas transportadas. 

As demais linhas mantiveram as performances do balanço semestral: a Linha 8-Diamante somou 577 bikes, seguida da Linha 12-Safira com 338 e da Linha 7-Rubi totalizando 218 ciclistas.  

A medida foi implantada em 19/08/2015, em comemoração ao Dia do Ciclista. Além de beneficiar quem já pratica o ciclismo como esporte ou lazer à noite, a medida também facilitou o deslocamento de quem usa as bikes para ir ao trabalho já que, em vez de voltar pedalando, pode embarcar no trem e chegar mais rápido em casa.

Fonte da notícia: CPTM

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Furto de cabos de energia afeta operação da extensão operacional da Linha 11-Coral desde Abril de 2016

Quem costuma usar os trens da CPTM já deve ter enfrentado atrasos ou até mesmo usado o Paese, que é quando ônibus levam os passageiro de uma estação a outra, por causa de alguma interrupção no serviço. O problema é que essas interrupções tem se tornado frequentes, principalmente, por causa de furtos de cabos de energia.
 
Essa é a rotina nas estações da CPTM no Alto Tietê. Um chega e sai que movimenta quase um milhão de pessoas por dia. Gente que usa os trens pra ir trabalhar, passear, fazer compras e que já não aguenta mais chegar atrasada. “Minha esposa entra as 8h, mas chega ao trabalho as 8h40, às vezes até às 9h, por causa desses atrasos” disse o vigilante Rivaldo José Pereira.

E um dos principais motivos pra esse atraso, pelo menos ultimamente, são os furtos de cabos de energia. O último caso, divulgado pela CPTM, aconteceu no dia 22/07/2016 entre as Estações Antonio Gianetti Neto e Ferraz de Vasconcelos. O furto dos cabos fez com que os trens operassem com velocidade reduzida e um intervalo maior entre uma partida e outra.

Mas o pior caso aconteceu em Abril de 2016 quando, depois de outro furto de cabos, a subestação de energia de Calmon Viana pegou fogo.O incêndio afetou os equipamentos e faz com que a circulação dos trens ficasse suspensa por quase duas horas. Na época o sistema Paese precisou ser acionado. Um problema e tanto pra quem tanto depende do transporte. “Eu tenho horário de trabalho, não posso chegar depois. Quando é queda de energia, a gente espera. Mas caso de vandalismo é terrível” reclamou a promotora de vendas Adriana Marques.

A população cobra mais segurança e fiscalização para evitar que esses crimes aconteçam. “Atrapalha a vida de muita gente” afirmou a técnica de nutrição Cleitam Rocha Pereira

A Polícia Militar diz que não cabe a ela a segurança dentro dos trilhos. “Dentro da área da CPTM, a jurisdição é da própria empresa. No âmbito externo fazemos a fiscalização no entorno das estações. Tudo do lado de fora” explicou o capitão Nei Eduardo de Paula. E para descobrir possíveis pontos de venda o capitão diz que conta com o apoio da população. “A Polícia Militar aceita denúncias de locais que vende produtos ilegais e podemos fazer abordagens”.

Para diminuir os casos de vandalismo e furtos de cabos, a CPTM mantém uma parceria com a 3ª Delegacia Especializada em Furtos de Fios, do DEIC. O objetivo é identificar e prender autores e receptadores desse material. A CPTM pede, também, que as pessoas denunciem esse tipo de crime pelo Disque-Denúncia no 181 ou pelo serviço de atendimento ao usuário 0800 055 0121.

Fonte da Notícia: G1-SP

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Linhas da CPTM apresentam uma falha operacional a cada três dias

As linhas da CPTM tiveram um problema a cada três dias de 2016 em São Paulo, aponta levantamento do SPTV. Desde Janeiro de 2016, foram 68 problemas

O SPTV entrou em contato com a CPTM para saber sobre as falhas e a modernização da rede, mas a companhia não retornou até a publicação desta reportagem.

Para o consultor de transportes Peter Alouche, uma das explicações para tantos problemas está na forma como está sendo feita a modernização da rede. “A vinda dos trens novos não casa com a implantação da sinalização que está sendo também implantada e que não casa com a implantação das subestações da rede elétrica que está sendo feita”, disse o especialista.

Ainda segundo o consultor, o fato de a CPTM não ter pátios de manutenção é outro ponto que atrapalha a operação.

Fonte da Notícia: G1-SP

quinta-feira, 28 de julho de 2016

CPTM e Metrô perdem passageiros com o aumento do desemprego em São Paulo

As seis linhas da CPTM transportaram no acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, 6,6 milhões de passageiros a menos em comparação ao período de Janeiro e Maio de 2015.

Somando as redes de Metrô e da CPTM, a queda no total de passageiros foi de 1,9%.
Mantida esta tendência, a redução será a maior desde 2005.

Os ônibus em São Paulo transportaram mais pessoas. O crescimento foi pequeno, de 0,34%. Entre Janeiro e Maio de 2015, foram realizados 1,17 bilhão de registros de passagens e nos cinco primeiros meses deste ano, o número foi de 1,18 bilhão.

O Governo do Estado de São Paulo atribui a queda na demanda dos trens da CPTM e do Metrô à crise econômica. Por causa do desemprego, menos pessoas estão usando os transportes públicos. A média mensal de bilhetes especiais concedidos a gratuidade cresceu 32% neste ano, passando de 4.676 nos cinco primeiros meses de 2015  para 6.169 em igual período de 2016. Em 2014, o número foi de 3.644 bilhetes com gratuidades para desempregados.

O especialista em transportes, Horácio Augusto Figueira, entretanto, disse ao jornal que o motivo da perda de demanda no Metrô não se resume a questão econômica do país.
Segundo ele, o Metrô opera há anos de maneira saturada e não tem mais capacidade de absorver nova demanda.

“Já no caso dos ônibus vêm ocorrendo há alguns anos mudanças de linhas, entrada de ônibus com ar-condicionado, elementos que podem ter atraído passageiros”, – disse.
Parte dos passageiros do Metrô tem migrado para os ônibus.

Um exemplo clássico é a Linha 4310-10, que segue em faixas exclusivas ligando a E.T Itaquera ao Terminal Parque Dom Pedro II, no centro. Esta linha de ônibus tem convencido parte dos passageiros a deixar a Linha 3-Vermelha do Metrô, a mais saturada do sistema.

Nos horários de pico, o intervalo destes ônibus é em torno de três minutos. O tempo de deslocamento é o mesmo do Metrô, com os ônibus, entretanto, bem menos lotados.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Venda de bilhetes unitários na Estação Brás aumenta 6,3% com a chegada do frio em São Paulo

Em época de crise e de frio, todo o aquecimento vai muito bem, obrigado. E foi isso que ocorreu com as vendas de bilhetes na Estação Brás da CPTM

De acordo com dados da CPTM, entre os dias 01 e 20/06/2016, a venda de passagens subiu 6,3% em relação aos 20 primeiros dias de Maio de 2016.

A companhia atribuiu a movimentação maior à procura mais intensa por agasalhos no comércio popular reunido no Brás e nas imediações.

Segundo nota da CPTM, “O sábado do Dia dos Namorados recebeu o maior número de usuário do mês – foram 77.082 embarques na Estação Brás da CPTM, quase 10 mil passageiros a mais do que o sábado anterior ao Dia das Mães (com 68.655 embarques).”

A CPTM estima que o número de passageiros na Estação Brás tende a continuar crescendo, já que o frio intenso deve voltar em Agosto de 2016 e estimular a venda no comércio popular da região.

A Estação Brás é servida pelas Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira. A estação é interligada à Linha 3-Vermelha do Metrô e fica ao lado de um Terminal de Ônibus que reúne linhas municipais e metropolitanas

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Linhas 11-Coral e 12-Safira perderam 3,1 milhão de passageiros entre Janeiro e Maio de 2016

O número de passageiros que usa o transporte público vem caindo. É que se não tem emprego, não há necessidade de pegar ônibus ou trem, todos os dias. É o que mostra os dados da CPTM, que perdeu nas Linhas 11-Coral e 12-Safira, 3,1 milhão de passageiros entre Janeiro e Maio de 2016, comparado com o mesmo período de 2015.
 
Cerca de 3.600 pessoas perderam o emprego nos cinco primeiros meses do ano em todo o Alto Tietê. Isso significa que vinte e quatro pessoas foram demitidas por dia entre os meses de janeiro a maio. Reflexos de uma recessão econômica que vem judiando dos brasileiros e que já foi comparada, por alguns economistas, com a pior das crises: a de 1929.

“Muita gente sendo demitida, recebendo Seguro Desemprego. Está complicado” disse o bancário Benevides Ribeiro.

O desemprego gera consequências em uma economia com menos postos de trabalho. Um dos reflexos está no setor de transporte coletivo. Os trens das Linhas 11-Coral e 12-Safira, da CPTM, por exemplo, transportaram de Janeiro a Maio de 2016, comparando com os mesmos meses de 2015, cerca de 3.150.000 pessoas a menos. Gente que perdeu o emprego e por isso não precisa mais andar de trem todos os dias.

Foi o que aconteceu com o vendedor Marconi Nascimento. Antes de perder o emprego ele ia pra Mogi das Cruzes de trem todos os dias. Agora usa o transporte umas duas vezes na semana pra procurar trabalho. “Tem que pedir dinheiro emprestado para poder ir atrás de trabalho. Minha rotina diminuiu bastante”.

O que  aumentou nos últimos meses foram os pedidos do Bilhete do Desempregado. Uma isenção que a CPTM dá por 90 dias pra quem perdeu o emprego. E esse número de solicitações cresceu 31% de Janeiro a Maio de 2016, comparando com o mesmo período de 2015. Em 2016, já foram registradas 19.749 solicitações. No mesmo período do ano passado, 15.025.

Só as linhas que atendem o Alto Tietê foram responsáveis, este ano, por 9.125 passagens para desempregados. E pra quem anda de ônibus a situação não é muito diferente.

Esta empresa de ônibus atua em três cidades do Alto Tietê. Segundo o coordenador operacional, Alexandre Parizi, comparando os meses de Janeiro a Maio de 2016 com o mesmo período de 2015 houve uma queda de quase 7% no número de pessoas transportadas. “Podemos atribuir uma boa parte a questão do desemprego. O empregador a nível de investimento, contrata menor. O empregado não consegue arrumar ou posto rapidamente”, disse

Reflexos de uma economia que parou. De um país que hoje possui cerca de 11 milhões de desempregados. Mas que também tem gente que sempre acredita. Que não deixa de confiar que a vida vai melhorar. “Não era difícil assim. Hoje não sobre dinheiro pra nada”, disse Maria Helena Machado.

Sobre o Bilhete do Desempregado da CPTM, o benefício só vale para quem perdeu o emprego há no mínimo um mês e no máximo 180 dias, desde que a pessoa tenha registro em carteira de pelo menos 6 meses contínuos de trabalho.

Fonte da Notícia: G1

terça-feira, 12 de julho de 2016

Aumenta número de viagens canceladas pelos Trens da CPTM

O índice de partidas de composições nas seis linhas da CPTM quase dobraram em um período de cinco anos. É o que diz um levantamento do jornal “Folha de São Paulo“.

Os dados apontam que as partidas não realizadas cresceram de 4,3% do total, em 2010, para 7,9% em 2015. O número de viagens programas neste período também cresceu, de 769 mil para 933 mil, sobretudo pela aquisição de novos trens, e ao mesmo tempo a quantidade de viagens descumpridas aumentou proporcionalmente de 33 mil, em 2010, para 74 mil, no ano passado.

A companhia atribui o fato às obras de modernização a partir de 2011, elevando os intervalos em período de menor movimento.

Dentre este cenário, a Linha 7-Rubi é a que apresenta a maior taxa de cancelamentos de partidas. Em 2015 cerca de 15,5% das partidas deixaram de ser feitas. Em 2010, esse índice era de 5,5%.

Já a melhor situação é na Linha 8-Diamante. Em 2010 o índice de cancelamento estava em 5,1%, e no ano passado foi de apenas 0,4%.

Mas, as outras quatro linhas da CPTM seguem com aumento no número de partidas canceladas. Confira:

– Linha 9-Esmeralda: 2010: 3,8% – 2015: 6,1%;
– Linha 10-Turquesa: 2010: 5% – 2015: 11,1%;
– Linha 11-Coral: 2010: 3,1% – 2015: 6,6%;
– Linha 12-Safira: 2010: 4,4% – 2015: 8,9%;

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Crise econômica faz CPTM e Metrô registrarem queda no número de usuários

A atual crise financeira do Brasil, e consequentemente o desemprego diminuíram o número de passageiros na CPTM. Segundo dados da companhia revelados no jornal O Estado de São Paulo, o sistema ferroviário registrou queda transportando 6,6 milhões de passageiros a menos nos cinco primeiros meses de 2016, na comparação com igual período do ano passado.. 

O Metrô de São Paulo também sofreu diminuição no número de usuários devido a crise. Segundo dados da companhia revelados no jornal O Estado de São Paulo, o sistema metroviário perdeu 86 mil passageiros por dia entre Janeiro e Maio, voltando ao patamar do que era transportado em 2013. 

Os números mostram que a média diária de passageiros transportadas nas seis linhas, incluindo a 4-Amarela e 15-prata, caiu de 4,46 milhões, entre Janeiro e Maio de 2015, para 4,37 milhões no mesmo período deste ano. Este cenário, por sua vez deve, resultar em queda de até R$ 60 milhões na receita tarifária em 2016.

O transporte por ônibus, no entanto, ganhou usuários em São Paulo. O número de viagens passou de 1,17 bilhão para 1,18 bilhão nos cinco primeiros meses de 2016, em comparação com igual período de 2015. Entretanto a variação é tímida, com aumento de 0,34%.

Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Abusos sexuais no Metrô e na CPTM crescem 62% entre Janeiro e Março de 2016

"Assediar mulheres nas ruas só faz de você um imbecial nojento": Grupo de mulheres fez ato contra o assédio em vagões do Metrô de São Paulo em outubro de 2015O número de casos de abuso sexual nos trens e nas estações do Metrô e da CPTM registrados pela Polícia Civil de São Paulo aumentou 62% entre o primeiro trimestre de 2015 e o mesmo período deste ano.

Em um ano, a quantidade de ocorrências relacionadas ao assédio sexual de mulheres no sistema metroviário saltou de 34 para 55. É o que aponta levantamento inédito feito pelo Fiquem Sabendo com base em dados da Delpom, da Polícia Civil, obtidos por meio da Lei Federal nº 12.527 (Lei de Acesso à Informação).

Essa delegacia é responsável por registrar e investigar os casos de abuso sexual no sistema metroviário ocorridos em toda a capital paulista. Não estão computadas nesse levantamento eventuais ocorrências de violência sexual registradas por passageiras da CPTM em delegacias de outras cidades da Grande São Paulo.

A reportagem tabulou os termos circunstanciados (documentos expedidos pela polícia ao registrar delitos leves) e os boletins de ocorrência com as três naturezas criminais mais tipificadas pela Polícia Civil em relação ao abuso sexual: importunação ofensiva ao pudor (contravenção penal que, por lei, não resulta em prisão) e os crimes de violação sexual mediante fraude (com pena prevista de dois a seis anos de prisão) e estupro (com pena estipulada de reclusão de até dez anos).

De acordo com a Delpom, entre o primeiro trimestre de 2015 e o mesmo período deste ano, o número de termos circunstanciados de importunação ofensiva ao pudor registrados saltou de 33 para 54. Em cada um desses períodos, foi contabilizado um único caso de violação sexual mediante fraude. Em nenhum deles, houve registro de estupro.

Campanhas de conscientização

O aumento das ocorrências de abuso sexual no sistema metroviário confirma uma tendência verificada desde que o metrô e a CPTM iniciaram, em 2014, campanhas para incentivar mulheres a denunciar os casos de abuso sexual sofrido por elas nos trens e nas estações. 

Entre 2013 e 2014, a quantidade de casos saltou de 94 para 150. No ano passado, foram registrados outros 181. Isso representa quase o dobro do número contabilizado antes do início das campanhas.

Questionados sobre o aumento de casos verificado em 2016, a Secretaria de Estado da Segurança Pública, o metrô e a CPTM atribuíram isso às campanhas de conscientização.

A Secretaria da Segurança disse em nota que os casos de importunação ofensiva ao pudor no sistema metroviário "tem aumentado por causa de campanhas de conscientização, da intensificação do trabalho policial para reduzir a subnotificação das ocorrências, além do crescente número de usuários no sistema ferroviário".

O Metrô informou, também em nota, que, entre 2014 e 2015, realizou duas campanhas diferentes de conscientização, e que o aumento do número de denúncias já era esperado como resultado desse trabalho.

A CPTM disse ainda que, em 2015, em 98% dos casos em que os molestadores foram identificados, eles foram levados à delegacia e as vítimas registraram boletins de ocorrência.

Informação é essencial

Para o especialista em segurança pública Jorge Lordello, trabalhos como os realizados pelo metrô, CPTM e polícia podem, de fato, levar ao aumento de denúncias. "As pessoas são carentes de informação. Quando mais elas conhecem o seu direito, maior será o número de casos levados à polícia", diz.

De acordo com o especialista, por esse motivo, o aumento da quantidade de ocorrências de abuso sexual no sistema metroviário tende a subir ainda mais.

Com relação à punição dos suspeitos, Lordello afirma que somente uma mudança na lei, aumentando a pena prevista para quem hoje é enquadrado por importunação ofensiva ao pudor, poderia inibir a ação dos "encoxadores". "Para muitos brasileiros, assinar um termo circunstanciado e nada é a mesma coisa. Nem a multa nem o pagamento de uma cesta básica, quando há condenação, são entendidos como punição."  

Fonte da Notícia: UOL
Imagem 1: UOL
Imagem 2: CPTM

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Prejuízo causado na Linha 11-Coral pode chegar a R$ 11 milhões

Trem Série 4400 na Estação Tatuapé (Linha 11-Coral)
Os passageiros que utilizam os trens da Linha 11-Coral, da CPTM, estão há duas semanas sofrendo com intervalos maiores. O tempo que chegou a ser de 15 minutos diminuiu para dez ontem, mas ainda não tem prazo para ser totalmente solucionado. A previsão é que os danos causados na subestação de energia de Calmon Viana sejam resolvidos em seis meses, porém a assessoria de imprensa informou que um estudo operacional será feito para minimizar os impactos aos passageiros o quanto antes. O prejuízo, por conta dos aparelhos danificados, chega a R$ 11 milhões. Cerca de 740 mil passageiros estão sendo prejudicados.

A assessoria de imprensa confirmou ontem que os trens da região estão funcionando com maiores intervalos por conta dos danos causados na subestação, que aconteceu durante um curto circuito ocorrido em decorrência do furto de fios elétricos, no último dia 14/04/2016. “Houve um princípio de incêndio, que atingiu equipamentos importados, os quais são fabricados sob encomenda”, explicou em nota.

Como o equipamento é feito sob encomenda, a previsão é de que as peças sejam repostas em seis meses. Somente após este período, a subestação vai voltar a funcionar normalmente. Apesar disso, a assessoria de imprensa da companhia informou que na próxima semana será divulgado um estudo operacional de como os trens passarão a funcionar para normalizar o intervalo, que é de cerca de sete minutos, e, consequentemente, o impacto no dia-a-dia dos passageiros. A equipe da CPTM já está estudando novas estratégias para reduzir o tempo de circulação das composições, principalmente, no horário de pico.

Normalmente a extensão da Linha 11-Coral funciona com nove trens, porém, após o furto o número de composições caiu para sete. Ontem, mais um trem passou a funcionar na região e os intervalos diminuíram para dez minutos. “A companhia ressalta que a Linha 12-Safira é a melhor opção para os usuários, até que seja normalizada a circulação de trens na extensão da Linha 11-Coral”, explica em nota.

Furto
 
O furto de fios ocorrido dia 14/04/2016 interrompeu a circulação dos trens da Linha 11-Coral por cerca de duas horas. A ocorrência aconteceu por volta das 14h30 e após ser solucionado temporariamente, as composições já passaram a circular com maiores intervalos. Na ocasião, a Operação Paese foi acionada.

A CPTM sofre com estes problemas constantemente nas linhas da região. Neste ano, uma ocorrência foi registrada na Linha 12-Safira. Além disso, em 2015, pelo menos duas ocorrências deste tipo foram registradas, no 2º semestre, o que aumentou o intervalo dos trens

Fonte da Notícia: Diário de Suzano
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Postagem 2500: Passageiros da CPTM convivem com falhas no sistema diariamente

Todos os dias quase 3 milhões de passageiros circulam pelas seis linhas da CPTM. Além do aperto nos horários de pico, os usuários têm que conviver com as constantes falhas e interrupções no serviço ao longo dos 260 quilômetros de trilhos.

Durante um mês a reportagem da Bandnews FM acompanhou o funcionamento dos trens, analisando os problemas reportados no aplicativo da CPTM, disponibilizado pela própria empresa.

Do dia 10/02 até 10/03/2016, só não foram registradas falhas em apenas três dias.

As linhas campeãs foram a 12-Safira e a 7-Rubi, com 22 e 14 dias com lentidão no serviço, respectivamente. Nesse mesmo período, a linha 10-Turquesa foi a que menos registrou falhas.

Nesses dois ramais circulam as composições mais antigas: são vagões reformados que foram construídos nas décadas de 1950 e 1960.

O gerente de relacionamento da CPTM, Sérgio de Carvalho Júnior, afirma que os trens antigos não prejudicam a circulação, mas a mescla das composições novas e maiores com as mais velhas dificulta os trajetos.

As avarias em trens e a falta de energia elétrica nas estações também são problemas que aumentam o tempo da viagem.

O desgaste do sistema ferroviário é outro fator apontado pela CPTM.

No período analisado pela reportagem também foram identificados problemas com a circulação causados por alagamentos e raios que atingiram a rede elétrica.

Fonte da Notícia e Imagem: Metrô Jornal

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Panes com paralisação total nas linhas da CPTM aumentam

Crescem panes com paralisação total de linhas da CPTM Entre Janeiro de 2015 e Janeiro de 2016, o número de panes nas linhas da CPTM cresceu 16% (de 38 para 44) na comparação com os 13 meses anteriores (de Dezembro de 2013 a Dezembro de 2014).

É o que aponta levantamento feito pelo Fiquem Sabendo com base em dados da CPTM obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.

A reportagem tabulou os números disponíveis de falhas que provocaram total interrupção da circulação dos trens, em determinado trecho, nas seis linhas da CPTM existentes na Grande São Paulo, de janeiro de 2011 para cá.

De acordo com esses dados, o ano de 2015 registrou 39 panes. Trata-se do maior número registrado desde 2012.

Em relação a 2014, quando houve 36 panes, foi registrado um aumento de 8%.

Falhas técnicas no sistema caíram; panes provocadas por agentes externos cresceram

O número de panes provocadas por falha interna da CPTM, como um problema técnico no seu sistema, caiu 9% (de 22 para 20) entre 2014 e 2015.

Já as panes provocadas pelo que a CPTM chama de causas externas, como alagamento e interrupção no fornecimento de energia pela concessionária AES Eletropaulo, por exemplo, cresceram 36% (de 14 para 19) no período.

Esses números são os que constam das planilhas enviadas pela CPTM à reportagem em resposta ao pedido de informações feito por meio da Lei de Acesso.

Os dados que a empresa encaminhou à reportagem por meio de sua assessoria de imprensa, quando questionada sobre esses números, são um pouco diferentes
Linha 7-Rubi é a campeã de falhas na CPTM
 
Problemas técnicos caíram 8% e sistema passa por modernização, afirma empresa

A CPTM disse por meio da nota enviada por sua assessoria de imprensa que o ano de 2015 registrou uma queda de 8% (de 23 apara 21) do número de panes causadas por falhas técnicas no sistema.

Leia, abaixo, a íntegra da nota que a empresa enviou à reportagem:

“Em 2014, a CPTM  registrou 36 ocorrências, sendo 13 provocadas por agentes externos e 23 por falhas técnicas no sistema. Já em 2015, foram 19 ocorrências provocadas por fatores externos e 21 por falhas no sistema. Portanto, na verdade, houve uma queda de 8% nas ocorrências em 2015, comparadas ao ano de 2014, se consideradas apenas as panes causadas por falha técnica.

No balanço total das paralisações, o aumento das ocorrências foi provocado pelo maior número de interferências externos na faixa ferroviária.

É importante lembrar que a ferrovia é um sistema que opera a céu aberto, com rede aérea de energia (postes, fios, pantógrafos nos trens ligados a essa rede para alimentação elétrica das composições, dentre outros). Portanto, está sujeita às interferências externas provocadas por fenômenos naturais, como inundações na via por excesso de chuvas, descargas elétricas atmosféricas, vandalismos em equipamentos ou sistemas ferroviários, manifestações públicas, queda de árvores etc. Para que haja o menor impacto possível aos usuários, há equipes de manutenção atuando durante 24 horas.

A CPTM está trabalhando para modernizar o seu sistema. Estão sendo substituídos sistemas de sinalização, telecomunicação, energia, rede aérea, via permanente, além da reforma das estações e renovação da frota de trens. A partir deste ano, a Companhia começou a receber os primeiros dos 65 novos trens adquiridos, além das 105 novas composições já em operação. Além disso, a empresa busca soluções rápidas que reduzam ao mínimo as ocorrências que interferem na operação dos trens.”

Fonte da Notícia: Fiquem Sabendo
Imagem 1: Fiquem Sabendo  
Imagem 2: Último Segundo

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Obras da Linha 13-Jade estão 30% concluídas

Obras da Linha 13-Jade (Expresso Aeroporto) da CPTM
A Linha 13-Jade, da CPTM, avançou mais uma fase semana passada. O trecho (que ligará São Paulo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos) terá 12,2 quilômetros de extensão. Segundo o Governo do Estado, 30% das obras já foram executadas e 2.500 trabalhadores estão envolvidos no projeto.

O Governador Geraldo Alckmin acompanhou o içamento de duas vigas. Até o final do projeto, serão içadas mais 488 vigas, num total de 784. Elas serão suficientes para sustentar 7,9 km em elevado. Cada viga mede 31 metros de extensão e pesa 96,8 toneladas.

O trecho em elevado começa no entroncamento com a Linha 12-Safira, próximo ao centro de treinamento do Corinthians, e segue por 700 metros após a Estação Aeroporto-Guarulhos. Nesse trecho, além da execução de estacas, blocos de fundação, pilares e travessas, já foram içadas 296 vigas pré-moldadas e concretados os trechos onde será implantada a via férrea.

Também já foi iniciada a estrutura da ponte sobre o Rio Tietê. Em uma 1ª Fase, a nova linha terá capacidade para atender 130 mil passageiros por dia.
 
Fonte da Notícia: Portal IG
Imagem: Portal Via Trólebus

domingo, 3 de abril de 2016

30% das obras da Linha 13-Jade estão concluídas

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Obras da Linha 13-Jade
As construções da Linha 13-Jade da CPTM atingiram a marca de 30% de conclusão. O Governador Geraldo Alckmin participou dia 29/03/2016 de uma cerimônia de içamento de duas vigas ao longo de um trecho em elevado. “Hoje vamos lançar mais uma viga. Estamos com as obras das estações com mais de 30% já executada”, disse o governador.

A expectativa é que a nova ligação ferroviária atenda a uma demanda de 130 mil passageiros por dia útil. Oito trens estão sendo comprados para atender aos usuários.

Não foram divulgados prazos para início das operações. No começo de Março de 2016, em entrevista ao jornal “O Estado de São Paulo”, o Secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que a conclusão dos trabalhos havia sido postergado para 2019. O motivo apontado são mudanças no elevado que deve abrigar a via férrea. Em um dos trechos suspensos, sobre a Rodovia Ayrton Senna, a estrutura deverá ser modificada, já que a pista ganhou uma quinta faixa de rolamento para veículos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de Eduardo Saraiva

terça-feira, 22 de março de 2016

Casos de assédio sexual no Metrô e na CPTM dobram nos últimos quatro anos

Os casos de assédio sexual em trens do Metrô e da CPTM dobraram nos últimos 4 anos. O SPTV teve acesso aos dados pela Lei de Acesso à Informação. O número de casos de assédio passou de 80, em 2011, para 168, em 2015. Nesse período, foram registrados dez estupros e 564 suspeitos acabaram detidos.
Para o Metrô, as campanhas de combate a esse crime têm ajudado as mulheres a criar coragem para denunciar. Já as mulheres dizem que não aguentam mais e por isso se recusam a ficar caladas.

Mulheres, que sabiam que estavam sendo gravadas, contaram casos à reportagem durante uma viagem no Metrô no horário de pico, quando os trens estão lotados. "Uma história de esbarrar e passar a mão. Você sabe que é na maldade. Mas eu consegui escapar”, disse a bancária Mainá Moratori.

Milena Trindade, auxiliar administrativa, afirma que sofre assédio frequentemente. “Toda semana acontece, principalmente quando a gente pega na Sé.  Eles aproveitam, eles colocam a jaqueta e ficam assediando", afirmou.

A recepcionista Priscila de Abreu foi vítima de abuso há treze anos, em um Metrô lotado. "O rapaz passou a mão em mim. Ele estava na parte de trás com o paletó nas costas. Eu falei com ele, dei uma cotovelada e saí do Metrô, na estação."

É difícil achar mulheres que nunca tenham levado um esbarrão mal intencionado no aperto do transporte público ou que não tenham visto uma situação como essa. A supervisora de vendas Patrícia de Freitas conta que usa a bolsa para se proteger. “Eu sempre coloco ela de lado e procuro ficar sempre de lado, pra ninguém ficar encostando. Se eu vejo algum homem próximo, eu tento sair de perto, com medo de assédio", afirmou.

A vendedora Priscila Ramos também já viu casos de assédio e ficou tão chocada que agora só pega o Metrô quando chove. "Depois que aconteceu isso, tipo assim, a gente fica com medo de acontecer com a gente, porque às vezes a gente não tem coragem de falar, de virar. A gente acaba aguentando por vergonha".

O Metrô tem uma campanha para incentivar as mulheres a denunciar os abusos desde 2014. Para o chefe de segurança do Metrô, Rubens Menezes, é por isso que o número de registros aumentou.

"Muitas ocorrências, você atende a mulher, atendia na verdade, e ela não queria fazer o registro. Hoje, nós fazemos todo um trabalho específico para estimulá-la a fazer o registro", afirmou.

Para Paula Medeiros, analista de treinamento, muitas mulheres já não aguentam os abusos caladas. "Eu acho que o fato de isso estar vindo à tona significa que a gente quer uma mudança. Uma mudança de comportamento, de ação, de punição também", disse.

Se você for vítima ou se perceber um caso de assédio nos trens, o melhor caminho é procurar imediatamente um funcionário do Metrô ou da CPTM na estação mais próxima.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Fiquem Sabendo

quinta-feira, 10 de março de 2016

Mais de 50% dos passageiros que usam o Bilhete Único são formados por mulheres

A SPTrans,  gerenciadora do sistema da capital paulista, divulgou que mais da metade dos passageiros de ônibus com o novo tipo de  Bilhete Único que possibilita recarga nas modalidades mensal, semanal e diário, é formada por mulheres. Segundo a empresa, elas representam 56% do total de 1 milhão 562 mil 810 usuários cadastrados pela SPTrans na modalidade, desde o lançamento no final de 2013.

Os dados fazem parte do primeiro levantamento realizado pela SPTrans com base nos cadastros preenchidos pelos próprios passageiros para conhecer o perfil dos usuários no sistema público de transportes da capital paulista.

“Dessas mulheres, 37,3% têm idade entre 21 e 30 anos e 17,4% estão na faixa etária de 31 a 40 anos. A maioria, 63,2%, completou o ensino médio ou tem o ensino superior incompleto ou em andamento. Há ainda 16,5% que já são formadas em uma faculdade ou universidade.

As mulheres também lideram em número de cadastros em relação aos homens entre os idosos. Do total de 1.172.305 cartões do Bilhete Especial do Idoso, 700.253 foram confeccionados para pessoas do sexo feminino, ou seja: 59,73% do total.

Até o mês de Fevereiro de 2016, 56,71% dos estudantes que utilizam o benefício do Passe-Livre ou da meia passagem são mulheres. Estão cadastradas para o benefício um total de 628.630 pessoas. 

Já entre os atendidos pelo Bilhete Especial para Pessoas com Deficiência, as mulheres representam uma parcelar menor: 46,94% de cartões concedidos pela SPTrans, num total 195.175 beneficiários.” – informa a SPTrans, em nota.

Na nota, a SPTrans também afirma que para aumentar a participação das mulheres trabalhando no sistema de transportes, em Dezembro de 2015, a Prefeitura criou uma portaria intersecretarial que determina que as empresas de ônibus tenham 30% das vagas nos quadros de empregados gerais destinados à mulheres, ou seja, o percentual obrigatório é para o total do número de funcionários, não especificando quantas mulheres devem atuar em cada área dentro das empresas.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

Falhas operacionais na CPTM crescem 39% desde 2012

Trem Série 1700 da Linha 7-Rubi da CPTM
O número de panes graves – com interrupção da circulação dos trens – nas seis linhas da CPTM aumentou quase 40% entre 2012 e 2015, de acordo com levantamento feito pelo site Fiquem Sabendo com base em dados da companhia, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Foram 28 paralisações em 2012, 36 em 2013, 36 em 2014, e 39 em 2015, um aumento de 39,3% do primeiro ao último ano do levantamento.

De acordo com os dados, as falhas técnicas no sistema vêm diminuindo. Em 2014, foram 22 interrupções de circulação por falha no sistema operacional da rede, ante 20 no em 2015. Porém, as panes provocadas por agentes externos cresceram 36%. Alagamentos e interrupção no fornecimento de energia elétrica foram as principais causas das 19 panes ocorridas em 2015. Em 2014, haviam sido 14.

Em 2016, a CPTM já sofreu ao menos seis panes que afetaram a circulação dos trens e prejudicaram os usuários. A Linha 7-Rubi (Luz-Francisco Morato) teve uma pane na rede elétrica, no dia 06/01/2016, e um problema em um equipamento de via, dia 26/02/2016. A Linha 8-Diamante (Itapevi-Júlio Prestes) teve problemas com falta de energia nos dias 4 e 29 passados. A Linha 9-Esmeralda (Osasco-Grajaú) teve uma falha no sistema operacional no dia 18/02/2016. E a Linha 11-Coral (Luz-Guaianazes) sofreu uma falha na rede elétrica um dia depois.

Por meio da nota, a CPTM amenizou o problema, justificando que houve queda no número de panes técnicas e aumento nas causadas por agentes externos.

“No balanço total das paralisações, o aumento das ocorrências foi provocado pelo maior número de interferências externos na faixa ferroviária. É importante lembrar que a ferrovia é um sistema que opera a céu aberto, com rede aérea de energia. Portanto, está sujeita às interferências externas provocadas por fenômenos naturais, como inundações na via por excesso de chuvas, descargas elétricas atmosféricas, vandalismos em equipamentos ou sistemas ferroviários, manifestações públicas, queda de árvores”, justificou a empresa.

Fonte da Notícia: Rede Brasil Atual
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

VLT de Santos teve pouco movimento no primeiro dia de cobrança de tarifa (31/01/2016)

Interior de composição do VLT de Santos
O VLT começou a operar comercialmente, na região, pontualmente às 9 horas de 31/01/2016. O primeiro dia foi de pouco movimento e surpresas, pois alguns passageiros não sabiam que, para viajar, teriam que gastar R$ 3,80 para comprar a passagem do modal.

Dois trens saíram simultaneamente dos terminais Mascarenhas de Moraes (São Vicente) e Pinheiro Machado (Santos), às 9 horas. Depois de passarem por sete estações, ao longo do trajeto de 6,5 quilômetros, chegaram ao final da linha às 9h22. Nesta fase, o VLT funciona entre 9 e 16 horas.
O primeiro passageiro a desembarcar em Santos foi o aposentado José Antônio Soares, de 70 anos (pessoas com mais de 65 não pagam passagem). Ele pegou o trem na estação José Monteiro, próximo de onde mora, em São Vicente. “Para mim é vantajoso. Mais rápido e muito melhor que ônibus”.

Falta de prática
 
A diarista Josefa Santos Rodrigues, de 41 anos, precisou da ajuda dos funcionários da EMTU para conseguir liberar a catraca, porque não sabia onde passar o cartão de acesso à estação.

Moradoras da Esplanada dos Barreiros, em São Vicente, Josefa e a filha, Nádia Emanuelle, de 8 anos, embarcaram na Pinheiro Machado, depois de irem à missa, em Santos. “Para mim, é ótimo”, disse, se referindo ao percurso feito pelo trem.

O casal de aposentados Antônio e Josefa Soares, de 76 e 73 anos, tirou o domingo para passear de VLT. “Eu já tinha andado e hoje (ontem) trouxe ela”, disse, sorrindo, seu Antônio. Eles não sabiam que quem não paga passagem (maiores de 65 e menores de 5 anos) tem de passar por catraca exclusiva.

O professor de artes marciais, Mateus de Carvalho Barros, de 19 anos, pediu ajuda de um dos vendedores de passagens (identificados por um colete azul) para saber quanto custa e como o bilhete de embarque é comprado.

Ele queria ir do Canal 1 ao Itararé, onde o pai mora. “Quando a linha estiver completa poderei ir até a Conselheiro (Nébias), onde dou aula numa academia”, prevê.

Fim da linha
 
Setembro de 2016  é o prazo dado pela EMTU para a conclusão da primeira fase do VLT na região. Para isso, serão necessárias a colocação de trilhos e a construção de mais cinco terminais no trecho de Santos (Bernardino de Campos, Ana Costa, Washington Luís, Conselheiro Nébias e Porto).

Quando isso acontecer, o VLT fará um trajeto de 11 quilômetros entre as duas cidades. Atualmente, o percurso é de 6,5 quilômetros, entre os terminais Mascarenhas de Moraes (São Vicente) e Pinheiro Machado (Santos), passando por outras seis estações.

Já a integração com as linhas de ônibus municipais não tem prazo para acontecer. Segundo a Prefeitura de Santos, o assunto está sendo estudado em conjunto com a EMTU.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de VLT Você Também Anda

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Número de pessoas que reprovam nova tarifa do transporte público de São Paulo aumenta

Polícia dispara bombas de efeito moral durante protesto do Movimento Passe Livre (MPL) na cidade de São Paulo
Imagem de uma das manifestações já ocorridas em 2016
Aumentou o número de moradores da capital paulista que reprovam o valor das tarifas do transporte público na cidade. Segundo a pesquisa do Irbem, divulgada dia 19/01/2016 , 81% dos moradores da cidade de São Paulo avaliaram com notas entre 1 e 5 o preço das passagens da SPTrans, CPTM e Metrô. O levantamento ouviu 1,5 mil pessoas entre 30/11 e 18/12/2015. No levantamento anterior, feito no final de 2014, a desaprovação era de 74%. 

De acordo com a pesquisa Irbem, 17% da população paulistana acha que a qualidade de vida piorou muito e 19%, que piorou um pouco. Na pesquisa anterior, os percentuais para os itens eram 3% e 10%, respectivamente. O percentual dos que acham que a qualidade de vida melhorou muito caiu de 9% para 6%. O número dos que acreditam que melhorou um pouco caiu de 28% para 17%. 

Houve queda em 24 das 25 áreas que compõem o índice. A única que permaneceu estável na comparação com a pesquisa anterior foi a de relações com animais. Os itens relacionados a trabalho, desigualdade social, assistência social e consumo estão entre aqueles cuja avaliação mais piorou.  

Para o coordenador executivo da Rede Nossa São Paulo, organização responsável pelo estudo, Maurício Broinizi, os resultados foram influenciados pelo contexto de crise econômica e política. “As perguntas mais genéricas estão refletindo o contexto histórico que nós estamos vivendo, de muito pessimismo, e a crise econômica, que interfere muito no bem-estar das pessoas”, disse Broinizi após a apresentação da pesquisa. 

Segundo Broinizi, as perguntas objetivas sobre serviços públicos tiveram variação muito menor e até melhora de avaliação, em alguns itens. “Quando comparamos com as avaliações que os paulistanos fazem ponto a ponto dos serviços e equipamentos públicos, as variações são muito pequenas”, afirmou. 

Poder Público 
 
As avaliações relacionadas à atuação do Poder Público tiveram queda significativa. Apenas 5% dos moradores de São Paulo consideram ótimas ou boas as ações da Câmara Municipal. Para 71% dos entrevistados, o trabalho dos vereadores é ruim ou péssimo. No levantamento anterior, o índice de aprovação do Legislativo municipal era de 10%. 

Quanto à administração do Prefeito Fernando Haddad, caiu de 15% para 13% o percentual dos que avaliam o governo como ótimo ou bom e de 45% para 31%, o dos que consideram regular. Os que acham a administração ruim ou péssima passaram de 40% para 56%.

Fonte da Notícia: Portal Terra 
Imagem de André Lucas Almeida

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

CPTM tem 10% mais falhas operacionais em 2015 do que em 2014

Trem Série 3000 na Linha 7-Rubi
A CPTM já teve 10% mais falhas em 2015 no funcionamento de suas seis linhas na Grande São Paulo do que em todo o ano passado (2014). Apenas neste ano, foram 316 ocorrências, enquanto em 2014 foram registradas 286.

O levantamento foi feita pelo Bom Dia São Paulo com base nos registros diários de falhas. A CPTM contesta o dado e afirma contar apenas 32 falhas notáveis neste ano.

A linha com mais falhas foi a Linha 7-Rubi, que liga a região central da capital até Francisco Morato, na Grande São Paulo. Pelo levantamento do Bom Dia São Paulo, apenas nesta linha foram 82 falhas. A Linha 11-Coral, que vai para Guaianases, na Zona Leste, ficou em segundo lugar com 78 falhas.

Sessenta e três por centro das ocorrências foram falhas em trens, 12% em sistemas de energia, 10% em equipamentos de via e outras 15% por motivos variados.

CPTM
 
A CPTM diz que as 32 ocorrências notáveis que ela contabiliza são as que causam interrupção da circulação dos trens em algum trecho ou em toda a linha. A CPTM disse que a frota de trens percorre 80 mil km por dia em 2,6 mil viagens, e que está sujeita a ocorrências. A CPTM informou ainda que está fazendo obras de modernização do sistema.


Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Diego Silva