As Estações do VLT da Baixada Santista
devem receber portas de plataforma a partir de Agosto de 2016, informou a
EMTU. A empresa informa
que os equipamentos devem ser instalados em seis meses.
No último final de semana (23 e 24/07/2016) um morador de rua foi atropelado por um dos
veículos no cruzamento entre a Rua Marquês de São Vicente e Avenida
Pinheiro Machado.
Campanhas educativas devem ser realizadas para conscientizar a
população. A CET de Santos, diz
também que deve intensificar a fiscalização sobre a passagem de
ciclistas pelo túnel do José Menino, entre São Vicente e Santos.
Por
volta das 18:30 de 15/07/2016, um homem teve parada
cardiorespiratória dentro de um trem da Linha 7-Rubi e foi salvo
graças ao empenho de um funcionário da CPTM e da equipe de vigilantes da
estação.
O fato ocorreu na Estação Água Branca. Com a parada do trem, outros usuários colocaram o senhor de 44 anos, chamado Sandro
Raulicks Carneiro, na plataforma deitado. A equipe de vigilantes foi ao
local e constatando o quadro, de pronto iniciaram os procedimentos de
reanimação. O funcionário da CPTM que identificamos, se chama Gustavo
Foltran (funcionário da bilheteria da estação) chegou logo após com o
desfibrilador (aparelho usado para situações em que a vítima tem paradas
cardíacas) e iniciou a reanimação através da massagem cardíaca, até que
o socorro especializado chegasse ao local.
Segundo
informações, houveram três paradas cardíacas, mas os vigilantes e o
funcionário com todo empenho, conseguiram o estabilizar até que o
socorro chegasse.
Até o momento não sabemos maiores informações
sobre o estado da vítima. O funcionário informou que o homem saiu
andando e foi levado para um hospital pelos bombeiros.
A CPTM foi condenada a pagar R$ 144 mil de indenização por danos morais ao pai
de uma adolescente, morta após ser atropelada por composição. A decisão
é da 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo.
O
autor da ação alegava que o local em que sua filha foi atropelada pelo
trem era comumente utilizado pelos pedestres como local de passagem,
pois não havia cercas, passarela ou grades de segurança.
Para
o relator do recurso, desembargador Rômulo Russo, as provas juntadas ao
processo permitem constatar que a ré não adotou medidas de segurança
hábeis a impedir o ingresso de transeuntes pela via férrea, tais como
sinalização, construção de muros, passarelas ou passagens de níveis. “É
inexorável, pois, o dever legal de reparação”. O magistrado também
explicou que, para arbitrar o valor da indenização, “é preciso levar em
consideração que se trata da morte de uma jovem adolescente, por
homicídio culposo, aos 16 anos, no esplendor de suas forças vitais”,
devendo ser fixada quantia que revele-se adequada “para compensar a
gravíssima lesão moral infringida ao genitor da vítima, não
proporcionando enriquecimento indevido e exagerado ao autor”.
Os magistrados Luiz Antonio Costa e Miguel Brandi também integraram a turma julgadora e acompanharam o voto do relator.
Mesmo com o fim dos temporais, que causaram estrago e morte na semana
passada, passageiros da Linha 7-Rubi continuam enfrentando problemas,
na extensão operacional entre os Municípios de Francisco Morato e
Jundiaí. A operação segue com restrições, e no trecho entre Francisco
Morato e Campo Limpo Paulista os intervalos são maiores que o comum.
A CPTM informou em um comunicado à imprensa que que a chuva tirou
muita terra debaixo dos trilhos, e que a via entre as estações Botujuru e
Campo Limpo Paulista segue interditada em um dos sentidos.
A expectativa é que as obras começam na próxima semana, após estabilização do solo, e devem durar pelo menos 15 dias.
Trem Série 4400 na Nova Estação Suzano (Linha 11-Coral)
Um passageiro caiu no vão entre o trem e a plataforma na Nova Estação Suzano da Linha 11-Coral, da CPTM, por volta das 12h20 de hoje (01/03/2016). Agentes da CPTM desceram à via para socorrer a vitima. O trem seguia em direção a Estação da Luz.
De acordo com a companhia, trata-se de um homem de 56 anos que usa
bengala e estava desembarcando. Segundo a CPTM, ele se desequilibrou e
caiu. Quando o passageiro estava em segurança, os agentes que ajudaram
no socorro pediram para o trem sair para facilitar a remoção.
A companhia acrescentou que o Samu fez a imobilização e o levou para o Pronto Socorro da Santa Casa
de Suzano por volta das 12h45. De acordo com a CPTM, o homem
aparentemente não teve ferimentos graves, apenas escoriações, e foi
socorrido consciente.
Segundo a CPTM, a circulação de trens não foi afetada.
Um homem foi atropelado por um trem entre as estações Vila Leopoldina e
Presidente Altino da Linha 8-Diamante da CPTM, na tarde desta quarta-feira (16/12/2015), segundo a
companhia. Ele foi socorrido por volta das 15h30 pelo helicóptero Águia,
da Polícia Militar, e conduzido ao Hospital das Clínicas com múltiplas
fraturas.
De acordo com a CPTM, o acidente não afetou a circulação de trens na
linha. O impacto do atropelamento lançou o homem longe dos trilhos dos
trens.
Trem Série 8000 colide com carro na Linha 8-Diamante
Uma pessoa morreu e outra ficou ferida após o carro
em que estavam ser atingido por um trem em Itapevi, na Grande São
Paulo, hoje (11/12/2015). O acidente aconteceu por volta das 8h,
perto da Estação Engenheiro Cardoso da Linha 8-Diamante da CPTM
A
empresa afirma que o veículo, um Fiat Uno, avançou a cancela de
segurança e passou sobre o trilho. Em seguida, o trem bateu e destruiu o
carro. Uma das vítimas morreu na hora. A outra foi socorrida e levada
ao Pronto-Socorro de Itapevi.
Por
causa do acidente a circulação era feita por uma via apenas entre as
estações Engenheiro Cardoso e Sagrado Coração. Os passageiros que
estavam no trem envolvido no acidente desembarcaram e foram levados por
seguranças até a estação Engenheiro Cardoso. Em nota, a CPTM diz que não
há impacto no intervalo entre os trens.
Segundo
a empresa Mira Segurança, proprietária do veículo atingido, o
funcionário que sobreviveu teve ferimentos, mas não corre risco de
morrer. Ainda de acordo com a empresa, o sobrevivente contou que o
motorista acelerou quando a cancela estava baixando.
A
CPTM acrescentou que "o veículo causador do acidente ultrapassou em
fila dupla outros carros que já estavam a sua frente, parados aguardando
a passagem do trem".
A empresa, que tem sede em Itapevi, lamentou o acidente e disse que irá procurar os familiares das vítimas.
Os dois funcionários estavam trabalhando realizando monitoramento de alarmes.
Além da ameaça de bomba em duas estações, um acidente na Linha
8-Diamante da CPTM CPTM também
ocorreu nesta manhã de hoje (11/12/2015).
Segundo o ouvinte da BandNews FM Washington, um trem bateu no carro de
uma empresa de segurança e o arrastou por cerca de 100 metros em
Itapevi, na Grande São Paulo.
No momento da batida, o automóvel atravessava uma passagem de nível na
estação Engenheiro Cardoso. Uma vítima ficou presa nas ferragens e
morreu.
Uma pessoa morreu e outra ficou ferida depois de serem atropeladas por
um trem da CPTM na manhã
deste domingo (29/11/2015), em Barueri, na Grande São Paulo.
O acidente foi por volta das 7h20, na Estação Jardim Belval da Linha
8-Diamente. Ela liga o centro da capital paulista a Itapevi.
Segundo o Corpo de Bombeiros de Itapevi, uma pessoa morreu no local e a
outra foi encaminhada com escoriações ao Hospital Sameb, de Barueri.
A CPTM informou que a circulação dos trens acontece com velocidade reduzida, por uma única via, de forma alternada.
A CPTM informou que a área da estação é murada e afirmou que ainda não
se sabe como as vítimas tiveram acesso aos trilhos. As vítimas foram
vistas por uma maquinista depois de elas terem sido atropeladas por uma
composição anterior, disse a CPTM.
Um maquinista da CPTM morreu atropelado por um trem da Linha 7-Rubi por volta da 0h30
de 26/09/2015, perto da Estação Palmeiras-Barra Funda.
O maquinista atingido é Daniel Mendes Marcelino, de 36
anos, funcionário da companhia há 5 anos. A vítima fazia uma manobra
conhecida como "volta de comando".
A assessoria de
imprensa da CPTM informou em nota que "lamenta" o ocorrido, "está dando
todo apoio aos familiares e apura as condições do acidente". O caso deve
ser registrado na Delpom.
A Linha 7-Rubi liga a cidade de Jundiaí, no interior paulista, à Estação da Luz, no Centro de São Paulo.
No fim de Julho de 2015, o ambulante Adílio Cabral dos
Santos foi atropelado na via férrea na estação de Madureira. Seu corpo
ficou sobre os trilhos. Quando um outro trem veio pela linha férrea,
acabou passando sobre o corpo. Imagens gravadas por celular de uma
pessoa que estava na plataforma mostrando o trem passando sobre o corpo
chocaram o público. A Supervia informou que autorizou a passagem do trem
por que, como a composição é alta, não atingiria o corpo.
Mas
depois de ouvir sete funcionários da Supervia, o delegado Rodrigo
Barros, da 29ª DP (Madureira), responsável pela investigação da morte do
ambulante, revelou ao jornal “Extra” nesta terça-feira que na verdade
três composições passaram sobre a vítima. Além do trem que o atropelou e
o que foi autorizado a passar por cima, um segundo trem teria chegado
em alta velocidade e não teve condições de parar. O maquinista, no
entanto, teria visto que havia um corpo nos trilhos e avisado à sala de
controle.
Uma
simulação do acidente feita nesse final de semana pelos investigadores vai
dizer se houve crime no atropelamento e se o terceiro trem encostou no
corpo. Se isso aconteceu, o gerente de Operações da Supervia, que deu a
ordem para que as viagens continuassem, pode ser incriminado por
vilipêndio a cadáver, desrespeito. O laudo deve sair em 30 dias.
A Supervia informou que continua à disposição da polícia e que aguarda a conclusão das investigações.
'Negligência', disse irmão
Élcio
Santos Júnior, irmão de Adílio, quando esteve no Instituto Médico
Legal para liberar o corpo do irmão, definiu o caso como uma
negligência.
“Achei
uma negligência, né? Muito negligente passar por cima de uma pessoa,
mandar passar por cima do corpo de uma pessoa. Porque, também, não era
parente dele”, afirmou o irmão da vítima.
Na ocasião, o Secretário Estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, disse que os responsáveis devem ser identificados.
“O
centro de controle tem a visão de tudo que acontece no sistema, de que
tem em cada trilho, e é ele que dá o comando ao maquinista. Se aquele
trem estava irregularmente naquele trilho, alguma falha aconteceu.
Precisamos entender quem deu a autorização para que o trem prosseguisse,
mesmo com o corpo na pista", afirmou Osório, chamando o episódio de
"inaceitável".
Para a Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, a situação é uma “barbaridade”.
O
Procon-RJ também apura as responsabilidades do caso e afirma que vai
cobrar da Supervia resposta sobre como Adílio Cabral dos Santos teve
acesso à linha férrea.
Já
a Agetransp, agência reguladora responsável pelos transportes públicos,
diz que vai cobrar informações dos responsáveis para aplicar punições.
Acidentes envolvendo prestadores de serviço também são
responsabilidade da empresa contratante. Com esse entendimento, a 10ª
Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região condenou a CPTM e a CAF Brasil a pagar
indenização por danos morais de R$ 900 mil à viúva de um dos homens
atropelados por um trem da empresa estatal em 2011.
À época do ocorrido, dois engenheiros da CAF, entre eles o
marido da autora da ação, o funcionário de uma terceira companhia que
também prestava serviço à CPTM e um trabalhador da estatal testavam a
capacidade de frenagem de dois trens recém-adquiridos pela autarquia
junto à CAF. Depois de completar a tarefa, o grupo informou à central de
controle da Companhia de Trens que o procedimento havia terminado e
partiram a pé, pelos trilhos, de volta à estação de onde saíram para
iniciar os trabalhos.
Porém, 25 minutos depois de terminados os serviços e de
iniciado o retorno dos funcionários à estação, um trem em alta
velocidade os acertou, matando três deles. Um dos integrantes do grupo
sobreviveu porque conseguiu saltar da via. Em primeiro grau, a corte
considerou a culpa solidária da CPTM e concedeu à viúva indenização de
R$ 200 mil, mas a decisão não agradou nenhuma das partes.
Desse modo, a defesa da viúva, feita
pelo advogado Ademilton Ferreira, solicitou a correção do valor
concedido. Já a CPTM questionou sua presença no processo porque a ação
em questão trata de uma das vítimas que não era sua funcionária. Por
fim, a CAF afirmou que o processo estaria aquém da competência da
Justiça do Trabalho. Ao analisar o caso, a relatora do processo no
TRT-2, desembargadora Cândida Alves Leão, aumentou o valor da
indenização para R$ 900 mil e desconsiderou os argumentos das empresas.
Sobre o argumento da CPTM, a desembargadora afirmou que o
fato de o trabalhador não ter sido empregado da empresa não interfere na
obrigação de ressarcir a viúva por suas perdas. “A possibilidade
jurídica do pedido de indenização a ser quitada pela ex-empregadora e
também da tomadora dos serviços daquela emerge da teoria dos atos
ilícitos do Código Civil, daí porque a impositiva rejeição de mais este
item preliminar”, explicou.
Em relação ao questionamento sobre a competência, a
relatora detalhou que as cortes do trabalho foram constitucionalmente
(Emenda Constitucional 45/04) autorizadas a analisar todas as questões
envolvendo relações de trabalho. Segundo ela, a permissão concedida “não
restringiu ao legislador a competência para a análise de questões
envolvendo direito dos trabalhadores em face dos empregadores, mas as
relações envolvendo também os direitos dos herdeiros frente à
responsabilidade de todos os entes envolvidos no infortúnio”.
A Supervia admitiu ter autorizado a passagem de um
trem sobre o corpo de um homem que tinha sido atropelado na Estação de
Madureira, Zona Norte do Rio. O governo afirmou que os responsáveis
serão punidos.
O acidente ocorreu dia 28/07/2015 Conforme mostrou o RJTV, há
imagens que mostram o corpo sobre os trilhos e o trem se aproximando. Um
homem de roupa laranja, que parece ser funcionário da Supervia, acena
para o maquinista. O trem, então, avança devagar. Outro vídeo, gravado
por um telespectador, registra o momento exato em que a composição passa
sobre o corpo do homem.
Pelas imagens não é possível saber se antes de ser atropelado o homem já
estava morto. Ele foi identificado como Adílio Cabral dos Santos e
seria um vendedor ambulante. Seu corpo foi encaminhado ao Instituto
Médico Legal.
A concessionária informou, em nota, que por causa do horário de pico,
autorizou a passagem do trem, mesmo com uma pessoa nos trilhos. No
comunicado, a Supervia afirma que o trem tinha altura mais do que
suficiente para não atingir a vítima e que, apenas a partir dessa
constatação, confirmada pelos agentes, e diante do risco de um problema
maior com a retenção de diversos trens, o centro de controle tomou a
decisão de autorizar a passagem do trem.
A nota diz ainda que o episódio é consequência de um problema de
infraestrutura causado pela falta de isolamento da malha ferroviária.
Nenhum
porta-voz da Supervia quis dar entrevista ao RJTV sobre o caso. No dia
do acidente, a concessionária também informou, por nota, que por volta
das 17h da, agentes acionaram imediatamente os Bombeiros para atender um
homem que foi atingido por um trem.
Mas, o Corpo de Bombeiros tem outra versão. A corporação afirmou que foi
chamada apenas por volta das R$ 19h15, ou seja, duas horas depois, mas
para uma outra ocorrência, não relacionada com a morte por
atropelamento. Segundo os bombeiros, tratava de uma ocorrência de
trauma. Já durante o atendimento, a equipe foi informada pelos
funcionários da Supervia de que havia um corpo na linha férrea, próximo
ao local de atendimento à vítima de trauma. Um policial militar já
estava no local aguardando perícia. A equipe dos Bombeiros, após
constatar o óbito, deu seguimento ao atendimento de trauma para o qual
foi acionada. O secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, afirmou disse que os responsáveis vão ser punidos.
“O centro de controle tem a visão de tudo que acontece no sistema, de
que tem em cada trilho, e é ele que dá o comando ao maquinista. Se
aquele trem estava irregularmente naquele trilho, alguma falha
aconteceu. Nós precisamos entender quem deu a autorização pra que o trem
prosseguisse, mesmo com o corpo na pista. Isso tudo será apurado pela
agência independente, que já abriu uma investigação, e a nossa
determinação é a punição rigorosa àqueles que causaram esse incidente,
que é inaceitável, uma desumanidade, isso não pode ser tolerado”,
afirmou Osório.
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil afirmou
que o incidente é uma "barbaridade", por tratar o corpo como algo
descartável. A Agetransp - agência reguladora do serviço de transporte -
e a Polícia Civil declararam que estão apurando o caso
A SuperVia se pronunciou, por meio de nota, sobre o trem que passou
sobre o cadáver de um homem nos trilhos próximo à estação de Madureira. O
incidente aconteceu na terça-feira e o vídeo mostrando um agente da
SuperVia autorizando o maquinista a passar sobre o corpo caído nos
trilhos se espalhou pela Internet.
Para justificar o procedimento adotado, a concessionária de serviço
público alegou que o trem tinha 'altura suficiente' para passar sobre o
corpo e que a decisão foi tomada considerando que na linha havia três
trens lotados (cerca de seis mil passageiros) aguardando para seguir
viagem. O homem foi identificado pela Polícia Civil como Adílio Cabral
dos Santos.
O secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, definiu
como 'injustificável' a atitude tomada pelos agentes na estação de trem
da Zona Norte. No entanto, Osório afirmou que cabe à Agetransp punir a
SuperVia.
"A fiscalização é da Agetransp, nós somos o poder concedente, uma vez
que somos diretamente interessados. Temos como objetivo que o serviço
seja feito de maneira adequada. Em Madureira, a situação foi
injustificável. Já conversei com o presidente da Agetransp, a
investigação foi aberta ontem (quarta-feira) e todos os materiais já
estão sendo analisados. Nós queremos uma solução rápida e transparente.
A Comissão de Direitos Humanos da OAB disse, em nota, que a ação dos agentes da SuperVia foi "uma barbaridade,
por tratar um corpo como algo descartável".
Semana passada, um agente da SuperVia autorizou um maquinista a
passar o trem sobre o corpo de uma vítima fatal de um acidente ocorrido
na Estação de Madureira na terça-feira. O homem fora atropelado após
acessar indevidamente os trilhos. O agente da concessionária, em vez de
aguardar a remoção do corpo, dá sinal para que o trem siga viagem. O que
se vê em seguida é a composição passando com todos os vagões sobre o
homem morto.
A 29ª DP (Madureira) abriu
investigação sobre o caso. As imagens do Canal 'Supervia Vergonha do
Povo Carioca' mostram os vagões passando sobre o corpo, para o espanto
dos passageiros.
Supervia e Bombeiros apresentam versões diferentes
Na nota enviada à imprensa, a Supervia afirma que acionou os Bombeiros
para a ocorrência de um corpo na Estação de Madureira na tarde de
terça-feira. A corporação militar, no entanto, nega que o acionamento
tenha acontecido para este caso, mas sim para o atendimento a uma vítima
de trauma. A retirada do corpo teria ocorrido apenas às 20h, após o
pedido da delegacia de Madureira uma hora antes.
Eis a nota da SuperVia:
Sobre o episódio ocorrido nas proximidades da estação Madureira no dia
28/7, terça-feira, por volta de 17h, início do horário de pico do
movimento de passageiros, a SuperVia lamenta e reforça que está
investigando o fato, resultante de um procedimento totalmente fora dos
padrões operacionais da empresa.
O aparecimento de um corpo na linha, entre os trilhos, obrigou a
SuperVia a interromper o tráfego de trens naquele trecho e acionar as
autoridades competentes (Corpo de Bombeiros e Polícia Civil) para os
procedimentos legais, o que foi feito.
A SuperVia reforça que sua área de segurança não tem poder de polícia.
A empresa lamenta a perda de mais uma vida por invasão dos trilhos.
As primeiras apurações indicam que as circunstâncias do acidente e o
tráfego intenso de trens com milhares de passageiros naquele momento
levaram o Centro de Controle Operacional da empresa a trabalhar com um
procedimento de exceção, sob absoluto controle, considerando os
seguintes pontos em benefício da segurança do sistema:
- Foi constatado que o trem que trafegou sobre o corpo tinha altura mais
do que suficiente para fazê-lo sem risco de atingir e vilipendiar a
vítima.
- Apenas a partir dessa constatação, confirmada com toda segurança por
agente da empresa no local, e diante do risco de se criar um problema
maior e mais grave com a retenção de diversos trens, o CCO tomou a
decisão, em caráter absolutamente excepcional, de autorizar a passagem
do trem.
- Na linha interrompida havia 3 trens lotados (cerca de 6 mil passageiros, no total) impedidos de seguir viagem.
- A paralisação da linha criaria transtornos para toda a movimentação do
horário, quando viajam cerca de 200 mil pessoas pelo sistema.
- Passageiros retidos em trens parados tendem a descer irregularmente na
linha, aumentando riscos de incidentes, como já ocorreu em outras
vezes.
- A vítima estava posicionada num ponto em que a liberação de um dos 3
trens retidos permitiria remanejamentos para evitar a paralisação do
tráfego.
Reforçando que lamenta o que aconteceu, a SuperVia criou uma comissão
para estudar a adoção de práticas que ajudem a encaminhar os
procedimentos capazes de atenuar o impacto de situações como essa sobre a
rotina do serviço.
A SuperVia registra mais uma vez que o episódio é consequência de um
problema de infraestrutura causada pela falta de isolamento da malha
ferroviária, que é atravessada por cerca de 180 passagens de nível (só
38 são oficiais) e incontáveis pontos de travessia de pedestres, o que
coloca em risco, diariamente, a vida de pessoas.
Imagem do atropelamento proposital na Supervia (RJ)
Um homem morreu na tarde de 28/07/2015 em uma linha férrea
gerenciada pela SuperVia, na estação Madureira, Rio de Janeiro. A
concessionária, segundo o R7, informou que ele teria atravessado
irregularmente a linha.
No entanto, um vídeo, que a Record Rio teve acesso, mostra que, logo
após a morte, um funcionário sinalizou para que uma composição passasse
por cima do corpo.
Através de nota, a Supervia se defendeu dizendo que “o procedimento
adotado está fora dos padrões adotados pela concessionária. A empresa
apura internamente o que levou a essa decisão e reforça que tem como
princípios básicos de conduta o respeito ao próximo”.
No dia 28 de Julho de 2000, aproximadamente às 21:15 ocorre o maior
acidente de trens na administração da CPTM, onde nove pessoas morreram e 115 ficaram feridas.
O acidente, até hoje o maior da história ferroviária de São Paulo, teve
como causador, um trem que estava na região da Estação Jaraguá que por
estar em um trecho de inclinação, desceu a toda velocidade em direção a
estação de Perus quando sem sucesso, Osvaldo Pierrucci, maquinista do
trem que saiu desgovernado, não conseguiu o manter parado pois a CPTM
alegou que ele não calçou as rodas do trem, hoje algo obrigatório.
Porém para a investigação da Polícia Civil na época, houve uma série de
erros que culminaram na tragédia. Houve antes uma falha no sistema de
energia que deixou o trecho entre Perus e Pirituba sem operar, houve um
desespero e falta de preparo para tomada de decisões rápidas, além do
fato de o trem não ter sido calçado.
A composição desgovernada atinge após uma descida rápida rumo a estação,
um trem cheio que estava na Plataforma para seguir para Francisco
Morato, porém não conseguiu sair do local devido nova falha de energia
que o deixou sem condições de se mover. Com o impacto houve muitos
feridos de imediato, bem como mortos e a estação Perus ficou semi
destruída.
Após três dias a estação foi reaberta e o caso seguiu em investigação o
qual em 2012, a CPTM foi condenada a indenizar 118 pessoas pelo acidente
e as famílias das vítimas fatais.
Em 15 anos após o ocorrido, os trens da Série 1700, o causador do
acidente, passaram por uma substituição do sistema de freios, bem como o
sistema de energia vem sendo modernizado, ainda sim com certa
constância apresentando problemas.
O trem da Maria Fumaça descarrilou durante uma manobra na manhã de 11/07/2015 em Jaguariúna (SP). A locomotiva havia saído de Campinas e
fazia manobra para voltar, por volta de 10h30, quando ocorreu o
incidente. Nenhum passageiro estava embarcado e ninguém se feriu.
O
trilho ficou desalinhado e, por causa disso, os passeios que saem de
Jaguariúna ficam suspensos até o problema ser solucionado. Já os que
seguem a partir de Campinas continuam a ser realizados.
Uma pessoa morreu e outra ficou ferida após serem
atropeladas por um trem da CPTM, entre as estações Jardim Helena-Vila
Mara e Itaim Paulista, na Linha 12-Safira, na zona leste de São Paulo. O
acidente ocorreu por volta das 5h20 de hoje. Pelo menos
cinco viaturas do Corpo de Bombeiros participaram do trabalho de
resgate.
A vítima que ficou ferida foi socorrida com lesões no ombro
e com uma fratura em uma das pernas. Ela foi removida da linha férrea e
encaminhada para o Hospital Ermelino Matarazzo.
A assessoria de imprensa da CPTM informou que o trabalho de
resgate foi finalizado por volta das 5h40. Os trens chegaram a circular
com velocidade reduzida entre as estações Jardim Helena-Vila Mara e
Itaim Paulista mas, segundo a companhia, o impacto para os usuários foi
mínimo.
Ainda segundo a assessoria, as duas vítimas invadiram a
linha férrea de maneira inadequada já que o local é cercado por muros e é
proibida a circulação de pessoas.
Colisão de trens na Estação Palmeiras-Barra Funda (2011)
A CPTM pagará R$ 15.000 de
indenização, por danos morais, a uma passageira que se feriu no choque
entre dois trens (1700 e 7000) da empresa, em Julho de 2011
A autora estava em um dos vagões da composição que, ao entrar na Estação Palmeiras-
Barra Funda, chocou-se com uma outra, causando ferimentos no rosto e no
braço esquerdo dela. Em defesa, a empresa alegou que o ocorrido se
deveu à queda momentânea de energia elétrica – um fato imprevisível para
o qual não colaborou.
“O acidente ferroviário em exame ocasionou à autora lesões corporais
leves, certo é que o direito à integridade física constitui bem
juridicamente tutelado em nosso ordenamento jurídico, daí porque o fato
gerou o direito a indenização por danos morais, ante o constrangimento,
dor e sofrimento a que foi submetida, tanto é que experimentou ela
lesões corporais de natureza leve, além de ter participado de acidente
ferroviário de enormes proporções”, afirmou em voto o relator João
Camillo de Almeida Prado Costa, da 19ª Câmara de Direito Privado, que
por maioria de votos modificou a decisão de primeira instância para
reduzir à metade o valor indenizatório, arbitrado inicialmente em R$ 30
mil.
Também participaram da turma julgadora os desembargadores Mario de Oliveira e Ricardo Pessoa de Mello Belli.
Apelação nº 0202699-88.2011.8.26.0100
A CPTM estima em R$ 650.000
o prejuízo causado pelas depredações em duas estações da Linha
12-Safira semana passada, informou a companhia, em
nota.
O ato de vandalismo aconteceu após a circulação de trens ser
interrompida por conta da queda de uma passarela nos trilhos da Linha
12-Safira, por volta das 18h30 de 07.01.2015.
A mais afetada foi a Estação Comendador Ermelino, que teve seis catracas
totalmente destruídas. Na Estação USP Leste, duas foram danificadas.
A ocorrência foi registrada na Delpom,, que trabalha na identificação dos envolvidos.
A circulação voltou ao normal por completo às 5h30 do dia seguinte aos vandalismos.