As Estações do VLT da Baixada Santista
devem receber portas de plataforma a partir de Agosto de 2016, informou a
EMTU. A empresa informa
que os equipamentos devem ser instalados em seis meses.
No último final de semana (23 e 24/07/2016) um morador de rua foi atropelado por um dos
veículos no cruzamento entre a Rua Marquês de São Vicente e Avenida
Pinheiro Machado.
Campanhas educativas devem ser realizadas para conscientizar a
população. A CET de Santos, diz
também que deve intensificar a fiscalização sobre a passagem de
ciclistas pelo túnel do José Menino, entre São Vicente e Santos.
A CPTM foi condenada a pagar R$ 144 mil de indenização por danos morais ao pai
de uma adolescente, morta após ser atropelada por composição. A decisão
é da 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo.
O
autor da ação alegava que o local em que sua filha foi atropelada pelo
trem era comumente utilizado pelos pedestres como local de passagem,
pois não havia cercas, passarela ou grades de segurança.
Para
o relator do recurso, desembargador Rômulo Russo, as provas juntadas ao
processo permitem constatar que a ré não adotou medidas de segurança
hábeis a impedir o ingresso de transeuntes pela via férrea, tais como
sinalização, construção de muros, passarelas ou passagens de níveis. “É
inexorável, pois, o dever legal de reparação”. O magistrado também
explicou que, para arbitrar o valor da indenização, “é preciso levar em
consideração que se trata da morte de uma jovem adolescente, por
homicídio culposo, aos 16 anos, no esplendor de suas forças vitais”,
devendo ser fixada quantia que revele-se adequada “para compensar a
gravíssima lesão moral infringida ao genitor da vítima, não
proporcionando enriquecimento indevido e exagerado ao autor”.
Os magistrados Luiz Antonio Costa e Miguel Brandi também integraram a turma julgadora e acompanharam o voto do relator.
Um homem foi atropelado por um trem entre as estações Vila Leopoldina e
Presidente Altino da Linha 8-Diamante da CPTM, na tarde desta quarta-feira (16/12/2015), segundo a
companhia. Ele foi socorrido por volta das 15h30 pelo helicóptero Águia,
da Polícia Militar, e conduzido ao Hospital das Clínicas com múltiplas
fraturas.
De acordo com a CPTM, o acidente não afetou a circulação de trens na
linha. O impacto do atropelamento lançou o homem longe dos trilhos dos
trens.
Uma pessoa morreu e outra ficou ferida depois de serem atropeladas por
um trem da CPTM na manhã
deste domingo (29/11/2015), em Barueri, na Grande São Paulo.
O acidente foi por volta das 7h20, na Estação Jardim Belval da Linha
8-Diamente. Ela liga o centro da capital paulista a Itapevi.
Segundo o Corpo de Bombeiros de Itapevi, uma pessoa morreu no local e a
outra foi encaminhada com escoriações ao Hospital Sameb, de Barueri.
A CPTM informou que a circulação dos trens acontece com velocidade reduzida, por uma única via, de forma alternada.
A CPTM informou que a área da estação é murada e afirmou que ainda não
se sabe como as vítimas tiveram acesso aos trilhos. As vítimas foram
vistas por uma maquinista depois de elas terem sido atropeladas por uma
composição anterior, disse a CPTM.
Um maquinista da CPTM morreu atropelado por um trem da Linha 7-Rubi por volta da 0h30
de 26/09/2015, perto da Estação Palmeiras-Barra Funda.
O maquinista atingido é Daniel Mendes Marcelino, de 36
anos, funcionário da companhia há 5 anos. A vítima fazia uma manobra
conhecida como "volta de comando".
A assessoria de
imprensa da CPTM informou em nota que "lamenta" o ocorrido, "está dando
todo apoio aos familiares e apura as condições do acidente". O caso deve
ser registrado na Delpom.
A Linha 7-Rubi liga a cidade de Jundiaí, no interior paulista, à Estação da Luz, no Centro de São Paulo.
Uma mulher morreu após ser atingida por um trem do
ramal de Belford Roxo na plataforma da Estação de Del Castilho, no
Subúrbio do Rio, na manhã de ontem, 24/09/2015. De acordo com a
Supervia, o acidente aconteceu após a vítima ultrapassar a faixa amarela
de segurança da plataforma por volta das 6h45. A circulação dos trens
não foi afetada.
Bombeiros
do quartel do Méier foram acionados. Ainda segundo a Supervia, o GPFer também foi comunicado
para as providência necessárias.
Levantamento no Datasus sobre mortes por atropelamento na cidade de São Paulo mostra
que, nos últimos dez anos, 29 pessoas foram mortas por ciclistas em
acidentes de trânsito. É o tipo de transporte menos letal entre todos os
listados no Datasus. Os trens mataram, por exemplo seis vezes mais no
período: 183 pessoas.
A listagem do Datasus é feita pelo Ministério da Saúde a partir de
informações hospitalares passadas pela Prefeitura e pelo governo do
Estado. No caso dos trens, a listagem não detalha se as mortes foram
causadas por trens do Metrô, da CPTM ou das empresas de transporte de carga, que
compartilham as linhas férreas usadas por passageiros.
No caso da CPTM, só em 2010 é que foi concluída uma política voltara
para isolar completamente as seis linhas do sistema de pedestres, com
muros e grades. Já no caso do Metrô, também em 2010, o Estado tentou
executar um programa de instalação de portas de plataforma. A Estação
Vila Matilde, na zona leste, chegou a receber esses equipamentos - mas o
programa não foi para frente, segundo o Metrô informou na época, por
dificuldades da empresa contratada para o serviço.
Por outro lado, as estações inauguradas após aquele ano, nas Linhas
2-Verde e 4-Amarela, já foram concebidas com essas portas de proteção. O Governo do Estado foi questionado sobre o número de mortes. mas
limitou-se a informar, em nota, que "que tanto o Metrô quanto a CPTM não
dispõem desses números", sem fazer mais comentários.
Em São Paulo, o veículo mais letal para o pedestre, segundo as
informações do Datasus, é também a de maior frota. Entre 2005 e 2014,
intervalo do levantamento, 2.468 pessoas foram atropeladas e mortas por
automóveis, picapes e caminhonetes. Ou seja: os carros matam 85 vezes
mais do que as magrelas que deslizam pela capital - na ciclovia ou fora
dela.
Em números absolutos, os ônibus aparecem em 2º lugar no ranking de
letalidade, sendo os veículos responsáveis por 1.549 atropelamentos na
última década, seguidos de motocicletas e triciclos, que mataram 1.040
pedestres.
Ao todo, no período levantado, houve 6.804 mortes de pedestres na
cidade. A capital vinha em uma tendência de franca redução no total de
mortes por esse motivo. Houve 823 ocorrências em 2005, número que caiu
até atingir 530 registros em 2013. No ano passado, a tendência se
inverteu: o número aumentou para 585 casos.
O zelador aposentado Florisvaldo Rocha, de 78 anos, morto na
segunda-feira por um ciclista na Avenida General Olímpio da Silveira, no
centro, sob o Minhocão, encaixa-se no perfil, que ainda segundo o
Datasus, concentra o maior número de pedestres. Dos 29 mortos, 20, como
ele, eram homens. 12 tinham mais de 65 anos de idade (faixa etária com
mais casos) e oito também foram atropelados na segunda-feira, dia mais
letal da semana.
No fim de Julho de 2015, o ambulante Adílio Cabral dos
Santos foi atropelado na via férrea na estação de Madureira. Seu corpo
ficou sobre os trilhos. Quando um outro trem veio pela linha férrea,
acabou passando sobre o corpo. Imagens gravadas por celular de uma
pessoa que estava na plataforma mostrando o trem passando sobre o corpo
chocaram o público. A Supervia informou que autorizou a passagem do trem
por que, como a composição é alta, não atingiria o corpo.
Mas
depois de ouvir sete funcionários da Supervia, o delegado Rodrigo
Barros, da 29ª DP (Madureira), responsável pela investigação da morte do
ambulante, revelou ao jornal “Extra” nesta terça-feira que na verdade
três composições passaram sobre a vítima. Além do trem que o atropelou e
o que foi autorizado a passar por cima, um segundo trem teria chegado
em alta velocidade e não teve condições de parar. O maquinista, no
entanto, teria visto que havia um corpo nos trilhos e avisado à sala de
controle.
Uma
simulação do acidente feita nesse final de semana pelos investigadores vai
dizer se houve crime no atropelamento e se o terceiro trem encostou no
corpo. Se isso aconteceu, o gerente de Operações da Supervia, que deu a
ordem para que as viagens continuassem, pode ser incriminado por
vilipêndio a cadáver, desrespeito. O laudo deve sair em 30 dias.
A Supervia informou que continua à disposição da polícia e que aguarda a conclusão das investigações.
'Negligência', disse irmão
Élcio
Santos Júnior, irmão de Adílio, quando esteve no Instituto Médico
Legal para liberar o corpo do irmão, definiu o caso como uma
negligência.
“Achei
uma negligência, né? Muito negligente passar por cima de uma pessoa,
mandar passar por cima do corpo de uma pessoa. Porque, também, não era
parente dele”, afirmou o irmão da vítima.
Na ocasião, o Secretário Estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, disse que os responsáveis devem ser identificados.
“O
centro de controle tem a visão de tudo que acontece no sistema, de que
tem em cada trilho, e é ele que dá o comando ao maquinista. Se aquele
trem estava irregularmente naquele trilho, alguma falha aconteceu.
Precisamos entender quem deu a autorização para que o trem prosseguisse,
mesmo com o corpo na pista", afirmou Osório, chamando o episódio de
"inaceitável".
Para a Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, a situação é uma “barbaridade”.
O
Procon-RJ também apura as responsabilidades do caso e afirma que vai
cobrar da Supervia resposta sobre como Adílio Cabral dos Santos teve
acesso à linha férrea.
Já
a Agetransp, agência reguladora responsável pelos transportes públicos,
diz que vai cobrar informações dos responsáveis para aplicar punições.
Acidentes envolvendo prestadores de serviço também são
responsabilidade da empresa contratante. Com esse entendimento, a 10ª
Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região condenou a CPTM e a CAF Brasil a pagar
indenização por danos morais de R$ 900 mil à viúva de um dos homens
atropelados por um trem da empresa estatal em 2011.
À época do ocorrido, dois engenheiros da CAF, entre eles o
marido da autora da ação, o funcionário de uma terceira companhia que
também prestava serviço à CPTM e um trabalhador da estatal testavam a
capacidade de frenagem de dois trens recém-adquiridos pela autarquia
junto à CAF. Depois de completar a tarefa, o grupo informou à central de
controle da Companhia de Trens que o procedimento havia terminado e
partiram a pé, pelos trilhos, de volta à estação de onde saíram para
iniciar os trabalhos.
Porém, 25 minutos depois de terminados os serviços e de
iniciado o retorno dos funcionários à estação, um trem em alta
velocidade os acertou, matando três deles. Um dos integrantes do grupo
sobreviveu porque conseguiu saltar da via. Em primeiro grau, a corte
considerou a culpa solidária da CPTM e concedeu à viúva indenização de
R$ 200 mil, mas a decisão não agradou nenhuma das partes.
Desse modo, a defesa da viúva, feita
pelo advogado Ademilton Ferreira, solicitou a correção do valor
concedido. Já a CPTM questionou sua presença no processo porque a ação
em questão trata de uma das vítimas que não era sua funcionária. Por
fim, a CAF afirmou que o processo estaria aquém da competência da
Justiça do Trabalho. Ao analisar o caso, a relatora do processo no
TRT-2, desembargadora Cândida Alves Leão, aumentou o valor da
indenização para R$ 900 mil e desconsiderou os argumentos das empresas.
Sobre o argumento da CPTM, a desembargadora afirmou que o
fato de o trabalhador não ter sido empregado da empresa não interfere na
obrigação de ressarcir a viúva por suas perdas. “A possibilidade
jurídica do pedido de indenização a ser quitada pela ex-empregadora e
também da tomadora dos serviços daquela emerge da teoria dos atos
ilícitos do Código Civil, daí porque a impositiva rejeição de mais este
item preliminar”, explicou.
Em relação ao questionamento sobre a competência, a
relatora detalhou que as cortes do trabalho foram constitucionalmente
(Emenda Constitucional 45/04) autorizadas a analisar todas as questões
envolvendo relações de trabalho. Segundo ela, a permissão concedida “não
restringiu ao legislador a competência para a análise de questões
envolvendo direito dos trabalhadores em face dos empregadores, mas as
relações envolvendo também os direitos dos herdeiros frente à
responsabilidade de todos os entes envolvidos no infortúnio”.
A Supervia admitiu ter autorizado a passagem de um
trem sobre o corpo de um homem que tinha sido atropelado na Estação de
Madureira, Zona Norte do Rio. O governo afirmou que os responsáveis
serão punidos.
O acidente ocorreu dia 28/07/2015 Conforme mostrou o RJTV, há
imagens que mostram o corpo sobre os trilhos e o trem se aproximando. Um
homem de roupa laranja, que parece ser funcionário da Supervia, acena
para o maquinista. O trem, então, avança devagar. Outro vídeo, gravado
por um telespectador, registra o momento exato em que a composição passa
sobre o corpo do homem.
Pelas imagens não é possível saber se antes de ser atropelado o homem já
estava morto. Ele foi identificado como Adílio Cabral dos Santos e
seria um vendedor ambulante. Seu corpo foi encaminhado ao Instituto
Médico Legal.
A concessionária informou, em nota, que por causa do horário de pico,
autorizou a passagem do trem, mesmo com uma pessoa nos trilhos. No
comunicado, a Supervia afirma que o trem tinha altura mais do que
suficiente para não atingir a vítima e que, apenas a partir dessa
constatação, confirmada pelos agentes, e diante do risco de um problema
maior com a retenção de diversos trens, o centro de controle tomou a
decisão de autorizar a passagem do trem.
A nota diz ainda que o episódio é consequência de um problema de
infraestrutura causado pela falta de isolamento da malha ferroviária.
Nenhum
porta-voz da Supervia quis dar entrevista ao RJTV sobre o caso. No dia
do acidente, a concessionária também informou, por nota, que por volta
das 17h da, agentes acionaram imediatamente os Bombeiros para atender um
homem que foi atingido por um trem.
Mas, o Corpo de Bombeiros tem outra versão. A corporação afirmou que foi
chamada apenas por volta das R$ 19h15, ou seja, duas horas depois, mas
para uma outra ocorrência, não relacionada com a morte por
atropelamento. Segundo os bombeiros, tratava de uma ocorrência de
trauma. Já durante o atendimento, a equipe foi informada pelos
funcionários da Supervia de que havia um corpo na linha férrea, próximo
ao local de atendimento à vítima de trauma. Um policial militar já
estava no local aguardando perícia. A equipe dos Bombeiros, após
constatar o óbito, deu seguimento ao atendimento de trauma para o qual
foi acionada. O secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, afirmou disse que os responsáveis vão ser punidos.
“O centro de controle tem a visão de tudo que acontece no sistema, de
que tem em cada trilho, e é ele que dá o comando ao maquinista. Se
aquele trem estava irregularmente naquele trilho, alguma falha
aconteceu. Nós precisamos entender quem deu a autorização pra que o trem
prosseguisse, mesmo com o corpo na pista. Isso tudo será apurado pela
agência independente, que já abriu uma investigação, e a nossa
determinação é a punição rigorosa àqueles que causaram esse incidente,
que é inaceitável, uma desumanidade, isso não pode ser tolerado”,
afirmou Osório.
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil afirmou
que o incidente é uma "barbaridade", por tratar o corpo como algo
descartável. A Agetransp - agência reguladora do serviço de transporte -
e a Polícia Civil declararam que estão apurando o caso
A SuperVia se pronunciou, por meio de nota, sobre o trem que passou
sobre o cadáver de um homem nos trilhos próximo à estação de Madureira. O
incidente aconteceu na terça-feira e o vídeo mostrando um agente da
SuperVia autorizando o maquinista a passar sobre o corpo caído nos
trilhos se espalhou pela Internet.
Para justificar o procedimento adotado, a concessionária de serviço
público alegou que o trem tinha 'altura suficiente' para passar sobre o
corpo e que a decisão foi tomada considerando que na linha havia três
trens lotados (cerca de seis mil passageiros) aguardando para seguir
viagem. O homem foi identificado pela Polícia Civil como Adílio Cabral
dos Santos.
O secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, definiu
como 'injustificável' a atitude tomada pelos agentes na estação de trem
da Zona Norte. No entanto, Osório afirmou que cabe à Agetransp punir a
SuperVia.
"A fiscalização é da Agetransp, nós somos o poder concedente, uma vez
que somos diretamente interessados. Temos como objetivo que o serviço
seja feito de maneira adequada. Em Madureira, a situação foi
injustificável. Já conversei com o presidente da Agetransp, a
investigação foi aberta ontem (quarta-feira) e todos os materiais já
estão sendo analisados. Nós queremos uma solução rápida e transparente.
A Comissão de Direitos Humanos da OAB disse, em nota, que a ação dos agentes da SuperVia foi "uma barbaridade,
por tratar um corpo como algo descartável".
Semana passada, um agente da SuperVia autorizou um maquinista a
passar o trem sobre o corpo de uma vítima fatal de um acidente ocorrido
na Estação de Madureira na terça-feira. O homem fora atropelado após
acessar indevidamente os trilhos. O agente da concessionária, em vez de
aguardar a remoção do corpo, dá sinal para que o trem siga viagem. O que
se vê em seguida é a composição passando com todos os vagões sobre o
homem morto.
A 29ª DP (Madureira) abriu
investigação sobre o caso. As imagens do Canal 'Supervia Vergonha do
Povo Carioca' mostram os vagões passando sobre o corpo, para o espanto
dos passageiros.
Supervia e Bombeiros apresentam versões diferentes
Na nota enviada à imprensa, a Supervia afirma que acionou os Bombeiros
para a ocorrência de um corpo na Estação de Madureira na tarde de
terça-feira. A corporação militar, no entanto, nega que o acionamento
tenha acontecido para este caso, mas sim para o atendimento a uma vítima
de trauma. A retirada do corpo teria ocorrido apenas às 20h, após o
pedido da delegacia de Madureira uma hora antes.
Eis a nota da SuperVia:
Sobre o episódio ocorrido nas proximidades da estação Madureira no dia
28/7, terça-feira, por volta de 17h, início do horário de pico do
movimento de passageiros, a SuperVia lamenta e reforça que está
investigando o fato, resultante de um procedimento totalmente fora dos
padrões operacionais da empresa.
O aparecimento de um corpo na linha, entre os trilhos, obrigou a
SuperVia a interromper o tráfego de trens naquele trecho e acionar as
autoridades competentes (Corpo de Bombeiros e Polícia Civil) para os
procedimentos legais, o que foi feito.
A SuperVia reforça que sua área de segurança não tem poder de polícia.
A empresa lamenta a perda de mais uma vida por invasão dos trilhos.
As primeiras apurações indicam que as circunstâncias do acidente e o
tráfego intenso de trens com milhares de passageiros naquele momento
levaram o Centro de Controle Operacional da empresa a trabalhar com um
procedimento de exceção, sob absoluto controle, considerando os
seguintes pontos em benefício da segurança do sistema:
- Foi constatado que o trem que trafegou sobre o corpo tinha altura mais
do que suficiente para fazê-lo sem risco de atingir e vilipendiar a
vítima.
- Apenas a partir dessa constatação, confirmada com toda segurança por
agente da empresa no local, e diante do risco de se criar um problema
maior e mais grave com a retenção de diversos trens, o CCO tomou a
decisão, em caráter absolutamente excepcional, de autorizar a passagem
do trem.
- Na linha interrompida havia 3 trens lotados (cerca de 6 mil passageiros, no total) impedidos de seguir viagem.
- A paralisação da linha criaria transtornos para toda a movimentação do
horário, quando viajam cerca de 200 mil pessoas pelo sistema.
- Passageiros retidos em trens parados tendem a descer irregularmente na
linha, aumentando riscos de incidentes, como já ocorreu em outras
vezes.
- A vítima estava posicionada num ponto em que a liberação de um dos 3
trens retidos permitiria remanejamentos para evitar a paralisação do
tráfego.
Reforçando que lamenta o que aconteceu, a SuperVia criou uma comissão
para estudar a adoção de práticas que ajudem a encaminhar os
procedimentos capazes de atenuar o impacto de situações como essa sobre a
rotina do serviço.
A SuperVia registra mais uma vez que o episódio é consequência de um
problema de infraestrutura causada pela falta de isolamento da malha
ferroviária, que é atravessada por cerca de 180 passagens de nível (só
38 são oficiais) e incontáveis pontos de travessia de pedestres, o que
coloca em risco, diariamente, a vida de pessoas.
Imagem do atropelamento proposital na Supervia (RJ)
Um homem morreu na tarde de 28/07/2015 em uma linha férrea
gerenciada pela SuperVia, na estação Madureira, Rio de Janeiro. A
concessionária, segundo o R7, informou que ele teria atravessado
irregularmente a linha.
No entanto, um vídeo, que a Record Rio teve acesso, mostra que, logo
após a morte, um funcionário sinalizou para que uma composição passasse
por cima do corpo.
Através de nota, a Supervia se defendeu dizendo que “o procedimento
adotado está fora dos padrões adotados pela concessionária. A empresa
apura internamente o que levou a essa decisão e reforça que tem como
princípios básicos de conduta o respeito ao próximo”.
Os trens da Linha 7 - Rubi da CPTM voltaram a circular normalmente por volta das
14h45 de 09.05.2015 após o resgate de uma pessoa que invadiu a via
férrea e foi atropelada por uma composição entre as estações Caieiras e
Francisco Morato, na Grande São Paulo.
Por causa da ocorrência, às 13h30, os trens da Linha 7-Rubi circularam com maiores intervalos e em uma única via entre as duas
estações. Segundo a assessoria da CPTM, a vítima foi socorrida com vida.
Uma pessoa morreu e outra ficou ferida após serem
atropeladas por um trem da CPTM, entre as estações Jardim Helena-Vila
Mara e Itaim Paulista, na Linha 12-Safira, na zona leste de São Paulo. O
acidente ocorreu por volta das 5h20 de hoje. Pelo menos
cinco viaturas do Corpo de Bombeiros participaram do trabalho de
resgate.
A vítima que ficou ferida foi socorrida com lesões no ombro
e com uma fratura em uma das pernas. Ela foi removida da linha férrea e
encaminhada para o Hospital Ermelino Matarazzo.
A assessoria de imprensa da CPTM informou que o trabalho de
resgate foi finalizado por volta das 5h40. Os trens chegaram a circular
com velocidade reduzida entre as estações Jardim Helena-Vila Mara e
Itaim Paulista mas, segundo a companhia, o impacto para os usuários foi
mínimo.
Ainda segundo a assessoria, as duas vítimas invadiram a
linha férrea de maneira inadequada já que o local é cercado por muros e é
proibida a circulação de pessoas.
Duas pessoas foram atingidas por trens na região do
Alto Tietê na noite de 09.01.2015. No Jardim Natal, em Suzano, um
homem morreu atropelado por uma composição de carga, por volta das 16h.
A
vítima não tinha documentos e a polícia acredita que seja um morador de
rua que vivia embaixo de um viaduto próximo ao local do acidente.
O
outro caso foi entre as estações de Ferraz de Vasconcelos e Poá por
volta das 19h. De acordo com os policiais militares que atenderam a
ocorrência, um homem, de aproximadamente 40 anos, usuário de drogas, foi
atingido pelo trem porque estava muito perto da linha. Ele sofreu
traumatismo craniano e ferimentos em um dos braços. A vítima está
internada, em estado grave, no Hospital Luzia de Pinho Melo.
Trens Série 7000 e 1600 Tang operam na Linha 7-Rubi
Um homem de 22 anos morreu após ser atropelado por
um trem, na manhã de hoje, na Linha 7-Rubi da CPTM, entre as estações Francisco Morato, na
Grande São Paulo, e Botujuru, em Campo Limpo Paulista, no interior de SP.
Segundo
a Polícia Civil, a vítima estava caminhando com outros dois amigos,
quando foi atingida por uma composição, por volta das 6h30. Um ajudante
de eletricista de 32 anos ficou ferido e foi levado pelo Corpo de
Bombeiros para o Hospital Estadual de Francisco Morato.
De
acordo com a polícia, os dois sobreviventes afirmaram que passaram a
madrugada bebendo sobre a linha férrea e resolveram voltar para suas
casas, andando sobre os trilhos. Um trem que seguia no sentido Jundiaí,
também no interior, se aproximou do trio. Um dos sobreviventes, um homem
de 27 anos, conseguiu ver a composição se aproximar, avisou os amigos,
mas já era tarde demais.
A
Polícia Civil afirmou que o ajudante de eletricista está internado, mas
seu quadro de saúde é estável. De acordo com a CPTM, não houve
problemas de circulação pela manhã. Na Linha 7-Rubi, os passageiros que
saem de Jundiaí precisam descer na Estação Francisco Morato, embarcar em
outro trem e seguir a viagem sentido Luz, na região central de São
Paulo.
Duas pessoas que caminhavam pela linha do trem da Linha 7- Rubi, na Estação Francisco Morato, na manhã de hoje, de acordo com
a CPTM. O acidente
aconteceu no sentido Jundiaí. Não há
informações sobre o estado de saúde dos feridos.
O acidente não atrapalhou a circulação. A CPTM ressalta que é proibido caminhar sobre os trilhos.
Um homem foi atropelado por um trem da CPTM na tarde de ontem, na Linha 7-Rubi. O incidente ocorreu entre as Estações Vila
Clarice e Perus, no sentido Luz.
De acordo com a CPTM, o atropelamento deu-se por volta das 14h15. A
empresa, que é controlada pelo governo do Estado, informou ainda que a
vítima é usuária de droga e que estava acompanhada de outro homem.
A pessoa atropelada foi socorrida pelo helicóptero Águia da Polícia
Militar. A CPTM não tinha informações sobre o seu estado de saúde. Outro
homem que estava junto com o atropelado foi levado para prestar
depoimento na Polícia Civil. De acordo com a empresa, a área onde os
dois estavam é murada.
Em decorrência do atropelamento, a Linha 7-Rubi operou em via singela naquele
trecho até as 15h45, quando começou a entrar "em processo de
normalização".
Um homem foi atropelado e morto por uma composição da CPTM na noite de ontem,
entre as estações Tatuapé e Engenheiro Goulart (Linha 12-Safira), informou a assessoria da empresa.
O homem, cuja identidade não foi revelada, teria pulado um muro e
caminhava pelos trilhos até ser atingido por volta de 20h40. Não há
informações sobre a razão de o homem ter invadido o corredor de trens.
O acidente interrompeu as viagens por alguns minutos, segundo a assessoria da CPTM.
Edimar
Donizete da Silva, de 41 anos, morreu às 19h45 de 03.05.2014, atropelado
por um trem que vinha no sentido Estudantes-Guaianazes, no trecho da Avenida Anchieta, no distrito de Brás Cubas, em Mogi das Cruzes.
Uma irmã reconheceu o corpo dele e a Polícia Científica apreendeu um bilhete parcialmente destruído com a vítima.