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terça-feira, 26 de julho de 2016

Obras do VLT da Baixada Santista completam 2 anos de atraso

A placa instalada em um local estratégico, entre a Avenida Ana Costa e a Avenida General Francisco Glicério, em Santos, aponta uma data ultrapassada para o término da obra. Anunciada com entusiasmo pelo Governador Geraldo Alckmin em 29/05/2013, a construção da 1ª Fase do VLT segue a passos lentos na Baixada Santista. A entrega do equipamento está atrasada em 24 meses, o triplo do tempo inicialmente estabelecido para a construção.

Paralisações solicitadas pelo Ministério Público, problemas jurídicos envolvendo o traçado e questões de engenharia foram alguns dos entraves relacionados à obra do Veículo Leve sobre Trilhos. O transporte pretende atender diariamente 150 mil passageiros por dia quando for entregue, em Outubro de 2016, última data estipulada pela EMTU para o término das obras.

Paralisações

Os questionamentos do Ministério Público nas obras civis no trecho da Avenida Francisco Glicério, entre as proximidades do Canal 1 e Avenida Conselheiro Nébias, implicou em atrasos de oito meses para o início das obras no trecho de Santos.

O Gaema, órgão do Ministério Público, também questionou o andamento dos trabalhos no canteiro central, no trecho da Avenida Francisco Glicério, entre os canais 1 e 3, sob o entendimento que o licenciamento ambiental valeria para a linha férrea. O assunto foi encerrado em última instância jurídica com a constatação de que não houve alteração no projeto.

Outros entraves relacionados às questões de engenharia na construção do Viaduto Antonio Emmerich, em São Vicente, e no Túnel José Menino, em Santos, além de interferências de solo não cadastradas nas Prefeituras de Santos e São Vicente também alteraram o andamento das obras civis.

Tribunal de Contas do Estado

Uma publicação no Diário Oficial do Estado estipulou o prazo de quinze dias para que a EMTU preste informações e esclarecimentos sobre possível irregularidade na obra do VLT, em trecho compreendido entre 50 metros antes da Avenida Conselheiro Nébias até o pátio Porto, em Santos.

Entre as possíveis irregularidades apontadas pelo TCE, e não respondidas de forma suficiente pela EMTU, estão os valores orçados para o canteiro de obras, que apresentam diferenças acentuadas entre o orçamento e a contratação (os valores contratados representam 25% do valor orçado); o fornecimento de trilhos, que apresentou cotação de apenas um fornecedor; a aquisição de equipamento de pátio, que totaliza mais de R$ 12,8 milhões e o fato da EMTU não ter apresentado pesquisas e cotações requisitadas (neste quesito a companhia se limitou a responder que o Termo de Referência continha as informações e que se tratando de equipamento metroviário não necessitaria de especificações minuciosas).

Em nota, a EMTU afirma que sempre que questionada, presta todos os esclarecimentos ao Tribunal de Contas do Estado. A nova solicitação será respondida dentro do prazo estabelecido pelo órgão.

Valores

As obras do VLT já consumiram R$ 714,1 milhões. Os acréscimos nos valores também foram questionados pelo Tribunal de Contas do Estado.

De acordo com a EMTU, foram empenhados R$ 391 milhões referentes a obras civis de Barreiros, em São Vicente, até a Avenida Conselheiro Nébias, em Santos; R$ 88 milhões em obras complementares e R$112 milhões a obras civis da Avenida Conselheiro Nébias/Rua Campos Mello, em Santos, até o Pátio Porto.

Além disso, foi necessário aditivo de no contrato de fornecimento dos sistemas de energia, sinalização, telecomunicações, semaforização, controle de arrecadação e de passageiros. O valor deste contrato é de R$123,1 milhões.

2ª Fase

Em fase de licenciamento e com ­previsão de abertura de ­licitação no final deSetembro de 2016 , o segundo ­trecho de obras do VLT deve contar com 13 estações e 8 km de extensão. O traçado original do empreendimento sofreu alterações.

Também devem ocorrer desapropriações. De acordo com o projeto apresentado, as composições passarão por um trecho da Avenida Conselheiro Nébias e por ruas como Campos Mello, Constituição, Luís de Camões, Amador ­Bueno e João Pessoa.

O VLT

A operação do VLT da Baixada Santista teve início em Abril de 2015 (o primeiro prazo era Junho de 2014) e atualmente das 15 estações previstas no trecho entre Barreiros, em São Vicente, e Porto de Santos, 10 foram entregues e nove já estão em operação em 6,5 km de via que ligam as duas cidades. Em Outubro de 2016 todo o trecho de 11 km de extensão será concluído.

Atualmente, 14 dos 22 trens foram entregues e o 15º está previsto para chegar em junho. O restante entrará em operação até 2017.
 
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária

terça-feira, 12 de julho de 2016

VLT da Baixada Santista e EMTU correm o risco de não serem interligados em 2016

Anunciada pela EMTU para ser concretizada até Novembro de 2016, a integração entre os sistemas municipais de transportes de São Vicente e de Santos com o VLT que liga as duas cidades pode ficar incompleta dentro do prazo determinado.

Com os ônibus municipais em Santos não há problemas, já que as linhas são operadas pelo mesmo grupo responsável pelo VLT, de Constantino Oliveira.

Mas a dúvida está em relação ao sistema de São Vicente.

Os serviços municipais em São Vicente são prestados por lotações e, de acordo com a prefeitura, a frota não está preparada para o novo sistema integrado.

O poder público havia imposto limite até este mês de Julho de 2016 para a substituição das atuais vans por micro-ônibus.

No entanto, uma lei aprovada ela Câmara Municipal ampliou o prazo para o dia 31/12/2016

O argumento da Prefeitura é que as vans não oferecem condições técnicas para integração.

Seriam necessários veículos de maior porte com duas portas e que tenham acessibilidade, exigências do Contran e da EMTU para a integração.

Além disso, o sistema de bilhetagem atual é arcaico. Hoje não existe o chamado travamento de catracas. O cálculo dos bilhetes é feito por amostragem, o que impede o uso de um cartão único de forma integrada já que o sistema não permite uma definição exata sobre o valor da tarifa.

Dos atuais 349 lotações que prestam serviços em São Vicente, apenas 206 são micro-ônibus, ou seja, em torno de 59% dos veículos.

A Prefeitura acredita que não será possível a substituição da frota no prazo estimado pela EMTU.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

quinta-feira, 7 de julho de 2016

VLT da Baixada Santista corre o risco de não ganhar integração com EMTU em 2016

São Vicente corre o risco de não conseguir cumprir até o final de 2016 a integração do transporte público municipal com o sistema do VLT da Baixada Santista . O alerta é dado pela própria Prefeitura, em razão do adiamento do prazo de renovação da frota de lotações. Inicialmente, essa mudança estava prevista para Julho de 2016, mas uma lei aprovada pela Câmara Municipal estendeu o limite até 31/12/2016 

Como a intenção da EMTU é dar início à integração com as linhas municipais em novembro, a Secretaria Municipal de Transportes entende que não será possível atender plenamente aos padrões de adequações necessários para tal serviço. Para isso, segundo a Prefeitura, seria necessário que toda a frota fosse composta por micro-ônibus, o que não ocorre atualmente.

São três os motivos principais que sustentam esse receio. O primeiro é o fato de que o sistema ainda não conta com o chamado travamento das catracas. Ou seja, o cálculo de quantos bilhetes foram comercializados é feito por amostragem, o que impede uma definição exata sobre o valor da tarifa do transporte integrado, por exemplo. Essa questão também inviabilizaria o uso de um cartão único.

A segunda questão é uma exigência do Contran, que a partir deste ano passará a exigir a acessibilidade dos veículos de transporte municipal. No caso de vans, nem todas possuem capacidade para atender tal cobrança, especialmente com os elevadores para cadeiras de rodas.

O último ponto é a necessidade de duas portas nos meios de transporte. Caso essa exigência não seja atendida, haverá formação de filas, pois quem está para descer e quem sobe no veículo precisam usar a mesma porta. Hoje, das 349 lotações da frota, 206 estão no padrão, ou seja, 59% dos veículos.

Obstáculo
 
“Nós tínhamos um cronograma, uma intenção de padronizar toda a frota com micro-ônibus até o mês de julho. Depois, teríamos alguns meses para discutir valores das tarifas, itinerários e fazer os ajustes necessários. Mas essa lei complicou o nosso projeto e, hoje, há, sim, o risco de não conseguirmos cumprir a adequação para a integração até outubro”, comenta o chefe de gabinete da Setrans, Ricardo Nascimento.

O Prefeito Luís Cláudio Bili em visita a A Tribuna, há uma semana, admitiu a preocupação da Prefeitura em relação à integração. “Nós precisamos dar acessibilidade, e as vans não têm catraca. Se o modal não estiver consolidado, não tem como fazer a integração com o VLT”, disse.

Bili afirmou que o Município entrou na Justiça com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a lei, apresentada pelo Vereador Pedro Gouvêa

“Estamos esperando uma liminar. Eles (donos de lotações) não podem reclamar dos prazos, porque foram informados e cobrados várias vezes. E continuamos orientando as associações para incentivarem a adequação”, completou.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária

sexta-feira, 17 de junho de 2016

VLT da Baixada Santista e EMTU serão interligados a partir de 19/06/2016

Composição do VLT da Baixada Santista
Está marcada para dia 19/06/2016, a integração de 37 linhas intermunicipais gerenciadas pela EMTU, com o sistema de VLT, que hoje opera nove estações ligando São Vicente a Santos.

O passageiro que embarcar no ônibus metropolitano, desembolsará a tarifa praticada na linha utilizada, e na integração com o VLT não será debitado nenhum valor. Já no sentido contrário, ao embarcar no VLT, serão debitados no cartão o valor de R$ 3,80, e mais o complemento da tarifa da linha no embarque no ônibus metropolitano.

Para o benefício, o usuário deverá portar o Cartão BRCard. As informações para obter o cartão podem ser conhecidas no site www.brmobilidade.com.br.

Em Dezembro de 2016 está prevista a integração com linhas municipais de Santos e São Vicente. A EMTU informou que já iniciou tratativas com as prefeituras das cidades atendidas pelo VLT.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem: VLT- Você Também Anda

sexta-feira, 10 de junho de 2016

EMTU tem 15 dias para prestar esclarecimentos sobre irregularidades no VLT da Baixada Santista

Composição do VLT da Baixada Santista
A EMTU tem o prazo de quinze dias para prestar informações e esclarecimentos sobre possível irregularidade na obra do VLT, em trecho compreendido entre 50 metros antes da Avenida Conselheiro Nébias até o Pátio Porto, em Santos. A decisão foi publicada na edição de ontem do Diário Oficial do Estado.

O TCE julga a licitação e o contrato com o Consórcio Expresso VLT Baixada Santista II, firmado em Julho de 2014 no valor inicial de R$ 90.804.746,42, cujo prazo de conclusão da obra era de oito meses (Fevereiro de 2015). O processo foi aditado e o valor do contrato alterado para R$ 112.796.488,31, com término do empreendimento previsto para 20/03/2016. O órgão afirma, no despacho de ontem, que já havia feito questionamentos à EMTU, porém as justificativas apresentadas pela empresa não foram integralmente aceitas sendo proposto o julgamento de irregularidades da licitação e do contrato.

Entre as possíveis irregularidades apontadas pelo TCE, e não respondidas de forma suficiente pela EMTU, estão os valores orçados para o canteiro de obras, que apresentam diferenças acentuadas entre o orçamento e a contratação (os valores contratados representam 25% do valor orçado); o fornecimento de trilhos, que apresentou cotação de apenas um fornecedor; a aquisição de equipamento de pátio, que totaliza mais de R$ 12,8 milhões e o fato da EMTU não ter apresentado pesquisas e cotações requisitadas (neste quesito a companhia se limitou a responder que o Termo de Referência continha as informações e que se tratando de equipamento metroviário não necessitaria de especificações minuciosas).

Com relação ao aditamento do contrato, o TCE questiona que o mesmo foi feito após dois meses do prazo estipulado inicialmente para a conclusão da obra. Além disso, a alteração do valor do contrato - 26,98% de acréscimo - mesmo com a exclusão de 2,80% dos serviços (existentes e novos), representariam 24,21% no valor. A EMTU respondeu ao órgão que a prorrogação do prazo foi necessária devido “à morosidade de liberação de áreas da CET ”, no entanto não apresentou documento que comprovasse o atraso debitado à mesma.

Questiona o TCE ainda a divergência entre valores licitados e contratados para serviços de acabamento entre trilho, passagem de nível e terraplanagem. Segundo o órgão, as justificativas apresentadas pela EMTU somadas às irregularidades encontradas no processo demonstram falta de planejamento adequado das obras. Procurada, a EMTU não se manifestou sobre o assunto.

Obras de expansão do VLT da Baixada Santista
Prazo para entrega da obra comemorou ‘aniversário’ de dois anos em Maio de 2016

Dia 29/05/2016 completou mais um ano do prazo estabelecido para entrega da primeira fase do VLT. No total, o término da obra está atrasado em 24 meses, o triplo do tempo inicialmente estabelecido para a construção. O TCE questiona se a obra foi, de fato, concluída em 20/03/2016, como previsto na prorrogação contida no Termo Aditivo, além de pedir esclarecimentos sobre os acréscimos nos serviços, o que pode ter gerado prejuízos financeiros para a Administração.

Iniciada em 29/05/2013, o prazo inicial para execução dos serviços era de 12 meses. De acordo com a EMTU, a nova previsão para término da obra civil é outubro deste ano.

Parte do atraso (oito meses) se deve, de acordo com a EMTU, às paralisações solicitadas pelo Ministério Público nas obras civis no trecho da Avenida Francisco Glicério, entre as proximidades do Canal 1 e Avenida Conselheiro Nébias. O assunto foi encerrado em última instância jurídica com a constatação de que não houve alteração no projeto.

Outros entraves foram relacionados às questões de engenharia na construção do Viaduto Antonio Emmerich, em São Vicente, e no Túnel José Menino, em Santos, além de interferências de solo não cadastradas nas Prefeituras de Santos e São Vicente.

De acordo com EMTU, o valor das obras civis é de R$ 591 milhões, sendo parte desse valor referentes as obras em São Vicente; parte para obras complementares e parte destinada para as obras civis da Avenida Conselheiro Nébias/Rua Campos Mello até o Pátio do Porto, fase que está sendo questionada pelo Tribunal de Contas do Estado.

Integração

O início da integração do VLT com as linhas intermunicipais está previsto para começar neste mês de Junho de 2016. Preliminarmente serão 37 linhas gerenciadas pela EMTU e que circulam no raio de 400 metros ao longo da linha do VLT. No primeiro momento a integração será voluntária, ou seja, o usuário poderá optar em continuar a sua viagem na linha de ônibus ou fazer a integração com o VLT.  A integração com as linhas municipais deve ocorrer a partir de Dezembro de 2016. A EMTU já iniciou tratativas com as prefeituras de São Vicente e Santos sobre o assunto.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem 1: Blog Ponto de Ônibus
Imagem 2: Nierley Silva

quinta-feira, 9 de junho de 2016

EMTU terá que esclarecer possíveis irregularidades no VLT da Baixada Santista

VLT da Baixada Santista na Estação Bernardino
O conselheiro do TCE, Antônio Roque Citadini, estipulou um prazo de 15 dias para que a EMTU preste esclarecimentos sobre as obras e os contratos do VLT  Veículo Leve sobre Trilhos da Baixada Santista, que liga Santos a São Vicente.

A análise é sobre a execução das obras no trecho entre Avenida Conselheiro Nébias e o Porto, em Santos.

A EMTU já tinha prestado esclarecimentos anteriores que não convenceram a área técnica do órgão fiscalizador de contas sobre os valores e prazos.

De acordo com o TCE, em Julho de 2014, foi firmado um contrato de R$ 90,8 milhões com o Consórcio Expresso VLT Baixada Santista II, tendo como prazo de conclusão estipulado para Fevereiro de 2015.

No entanto, em Abril de 2015 foi criado um aditivo aumentando o valor para R$ 112,7 milhões e que prolongou prazo de execução para Março de 2016.

Segundo os técnicos do TCE, o acréscimo de R$ 24,5 milhões representou um aditivo de 26,98%. Acima, portanto, do limite permitido pela legislação que é de 25% do valor total inicial.

Diante disso, a EMTU resolveu reduzir em R$ 3.000.000,00 os gastos com os serviços, diminuindo o adicional para 24,1% do preço inicial.

Composição do VLT da Baixada Santista
A EMTU disse que o aditivo foi necessário por causa de imprevistos no projeto e que a redução posterior não causou prejuízos às obras, o que gera dúvidas no TCE que, no documento, afirma que pode não ser adequado que “que tenham sido feitas supressões de serviços eventualmente necessários em futuras contratações”.

Já a EMTU diz que a mudança não prejudicou a qualidade e o resultado das obras.

Quanto ao prazo, o Tribunal de Contas do Estado concluiu que o aditivo foi feito somente dois meses depois do fim do prazo inicial determinado para a entrega das obras.

O aditivo aumentou em 10 meses o prazo, o que significa 125% mais que o tempo planejado.

A EMTU por sua vez responsabilizou a CET de Santos por não ter liberado em tempo áreas para as obras e também afirmou que houve demora para elaboração dos projetos.

Mas segundo o TCE não houve comprovação destas alegações.

Anda de acordo com os técnicos do Tribunal de Contas do Estado, o atraso causou um prejuízo de R$ 9.000.000,00 aos cofres públicos, principalmente por causa do pagamento mensal de canteiro de obras.

A EMTU informou que vai prestar os novos esclarecimentos ao TCE dentro do prazo estipulado.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagens 1 e 2: Portal Via Trólebus

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Linhas da CPTM operarão 24h durante a Virada Cultural (21 e 22/05/2016)

Os trens e estações da CPTM, do Metrô e da ViaQuatro vão funcionar de forma ininterrupta do início da operação de sábado, 21/05, até a meia-noite de domingo, 22/05/2016. A operação especial é para facilitar os deslocamentos dos usuários pela cidade durante a realização da 12ª edição da Virada Cultural, que acontece neste fim de semana.

Na CPTM, que vai operar das 4h de sábado até a meia-noite de domingo, as 92 estações permanecerão abertas para embarque e desembarque. O intervalo entre os trens será de 20 minutos nas seis linhas e, de 30 minutos, na extensão da Linha 8-Diamante, entre Itapevi e Amador Bueno. 

As integrações com o Metrô poderão ser feitas na Estação da Luz (Linhas 7-Rubi e 11-Coral) e nas estações Palmeiras-Barra Funda (Linhas 7-Rubi e 8-Diamante), Corinthians-Itaquera (Linha 11-Coral), Tatuapé e Brás (Linhas 11-Coral e 12-Safira), Tamanduateí (Linha 10-Turquesa), Santo Amaro e Pinheiros (Linha 9-Esmeralda).
 
Bilhetes Antecipados
 
As empresas recomendam aos usuários a compra antecipada dos bilhetes, preferencialmente com dinheiro trocado, para facilitar o acesso às estações. A venda de bilhetes nas bilheteiras e carregamento de créditos nos bilhetes eletrônicos em máquinas de autoatendimento poderão ser feitos normalmente nos horários de funcionamento de todas as estações. 

Segurança
 
Para garantir a segurança dos usuários no interior do sistema haverá reforço no quadro de agentes que ficarão distribuídos de forma estratégica ao longo das linhas e, principalmente, nas estações próximas às apresentações.  
 
Fonte da Notícia e Imagem: CPTM

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Estação Brás da CPTM ganha primeiro posto de atendimento do Cartão BOM

A Estação Brás, que serve as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, ganhou o primeiro posta para recarga e emissão do Cartão BOM, nesta semana.  

Com três guichês para atendimento, o posto está localizado no saguão principal da estação, na entrada da praça Agente Cícero. 

O funcionamento é diário, das 6h às 21h45. Na Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana), a Estação Brás foi a primeira a ser contemplada com o posto do Cartão Bom. 

Outras três unidades já funcionam nas estações São Caetano, na Linha 10-Turquesa (Brás- Rio Grande da Serra), e nas estações Osasco e Grajaú, na Linha 9-Esmeralda (Osasco- Grajaú).  Já estão em estudos a implantação de postos nas estações Mauá, Palmeiras-Barra Funda e Carapicuíba.

Fonte da Notícia: Diário da CPTM

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Franco da Rocha agora tem integração entre os trens da CPTM e os ônibus municipais

O convênio para a integração entre os trens da CPTM e os ônibus municipais foi firmado na tarde de terça-feira (09/06/2015) em reunião de trabalho com o deputado estadual Alencar Santana e o Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni.

Até o final de 2015 a integração, que dará desconto na tarifa, estará em funcionamento em nossa cidade.

Os valores ainda estão sendo definidos.

Fonte da Notícia: Franco Notícias

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Integração entre CPTM e ônibus em Mauá começou essa semana

Bilheteria para comprar os novos bilhetes na Estação Mauá da CPTM
Entrou essa semana em operação a integração de transporte público de Mauá com a Linha 10-Turquesa da CPTM. Ao longo do dia, funcionários da administração municipal orientavam os usuários que embarcavam ou saiam da estação ferroviária do Centro de Mauá, já que ainda havia muita desinformação da população em relação ao funcionamento do sistema.
No entanto, já havia quem utilizasse o cartão SIM (Sistema Integrado Mauá), por meio do qual o usuário terá desconto de R$ 0,50 por viagem. A economia chega a R$ 1 no trajeto de ida e volta. Isso porque, com o SIM, para fazer o percurso de ônibus municipal e trem da CPTM, desde que se faça a baldeação nessa estação, o usuário gasta R$ 5,50 (em vez de R$ 6). No retorno, a pessoa despende mais R$ 5,50, mas, nesse caso, é preciso adquirir o bilhete integração Mauá F-41 – já disponível em guichês da CPTM – e validar o tíquete, junto com o cartão, em um dos 12 pontos instalados na estação Centro, no município. Inicialmente, o sistema funcionará apenas nesse ponto, mas segundo o Prefeito Donisete Braga, a intenção é ampliar, no futuro, para as demais Estações (Guapituba e Capuava).

Para a atendente Larissa Ferreira, 21 anos, que trabalha em Santo André e faz uso de ônibus e trem todos os dias, a integração a ajudará a economizar bastante. “É bem melhor, assim eu pago menos”, afirmou. A costureira Fátima Costa, 40, também aprovou. “Adorei a ideia, apesar que eu trabalho em casa, mas a gente nunca sabe quando vai precisar”, disse. “Qualquer economia é boa”, assinalou o pintor Emerson Oliveira, 38, que trabalha na Capital.

A equipe do Diário, que esteve ontem na Estação Mauá, também ouviu algumas críticas e dúvidas em relação ao sistema. “Não é integral (o desconto), diminui só R$ 0,50”, reclamou o carpinteiro Antonio Cruz, 38, fazendo referência ao fato de que a baldeação do Metrô para o trem da CPTM, na Capital, não gera custo adicional ao usuário. Já Paula Regina Alves, 18, não sabia como funcionava e, se por ser estudante, poderia utilizar a integração. O cartão é gratuito e disponível a qualquer morador da cidade.

Para adquirir o bilhete eletrônico para fazer a integração, é preciso se dirigir à loja SIM, no terminal central, que funciona das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, e levar RG, CPF e comprovante de endereço (é preciso ser morador de Mauá).

Fonte da Notícia e Imagem: Diário do Grande ABC

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Nova integração de ônibus com Metrô e CPTM já está valendo

Desde o começo de Setembro os usuários do cartão BOM terão redução de R$ 1,35 em cada integração de transporte que realizarem entre os ônibus metropolitanos e a rede metroferroviária São Paulo, num período de 3 horas.

Está garantido, assim, um desconto diário de R$ 2,70 nas viagens de ida e volta entre trilhos e ônibus metropolitanos dos 39 municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo.

A redução da tarifa pode chegar a 25,7% na integração do BOM. Por exemplo, hoje, o usuário da linha 317 Francisco Morato-Centro até o Parque Paulista (Franco da Rocha) paga R$ 2,25 de tarifa de ônibus mais R$ 3,00 da integração do trilho, totalizando R$ 5,25. A partir de amanhã, com o desconto de R$ 1,35, o total da viagem será de R$ 3,90, com um desconto de 25,7%.

Atualmente cerca de 3,7 milhões de Cartões BOM estão em circulação. Além de atender os clientes que utilizam os ônibus intermunicipais dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, o BOM também é utilizado por clientes urbanos de 13 municípios da RMSP (Carapicuíba, Cotia, Ferraz de Vasconcelos, Mairiporã, Poá, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, Taboão da Serra, Arujá, Itapecerica da Serra, Ribeirão Pires São Roque – fora da RMSP – e Suzano).
 
Fonte da Notícia: Diário da CPTM