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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Comércio ilegal de bilhetes continua ocorrendo em frente à Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André da CPTM

O comércio ilegal de passagens ocorre na porta da Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André da CPTM, na região do ABC Paulista, em qualquer hora do dia e da noite, informou o Bom Dia São Paulo. Em Agosto de 2016, a SPTrans anunciou medidas para controlar as fraudes no bilhete.

Em Santo André, os bilhetes ficam o tempo todo na mão dos fraudadores, que abordam os passageiros enquanto eles ainda atravessam a avenida que dá acesso à estação.

O procedimento é o mesmo flagrado na capital e em outros municípios da região metropolitana: o passageiro entrega o dinheiro para o fraudador, pega o cartão, passa na catraca e depois devolve o cartão pela grade.

A tarifa mais baixa, de R$ 3,50, atrai os passageiros, que não são lesados imediatamente, embora prejudiquem o sistema. A compra de passagens falsas acarreta mais tarde o reajuste das tarifas justificadas pela perda de arrecadação com a fraude.

A CPTM e o Metrô informaram que solicitaram à SPTrans mudanças na fabricação do Bilhete Único. A CPTM disse ainda que continua fiscalizando as estações e que já percebeu uma diminuição desta prática, apesar da ausência de fiscais no local, verificada pela reportagem
 
Fonte da Notícia: G1-SP

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

CPTM inclui Mauá no Cadin

A Prefeitura de Mauá foi incluída no Cadin, registro que verifica pendências financeiras de municípios com entidades do Governo Estadual. A inserção ocorreu após o Prefeito Donisete Braga não honrar débitos com a CPTM referentes ao desconto fornecido em integração entre o transporte municipal da cidade e o sistema de trens.

Dados obtidos no site da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo mostram que o Paço foi incluído no Cadin em duas oportunidades em 2016. A primeira foi em 18/05/2016. Na época, a CPTM declarou ter oito débitos pendentes junto a Prefeitura de Mauá. Já no registro feito na quarta-feira, o órgão estadual incluiu outras duas pendências financeiras não quitadas. Os valores das dívidas não foram informados.

Segundo a CPTM, a inclusão do Paço no cadastro de devedores foi uma alternativa encontrada para solucionar “os atrasos da Prefeitura de Mauá na quitação dos seus débitos” com a companhia. A decisão foi baseada em resoluções da Lei estadual 12.799/2008 e do Decreto 53.455. Ambas determinam restrições adotadas para municípios que possuem débitos com órgãos do Estado.

Conforme o Diário do Grande ABC notificou, a administração municipal não tem feito o repasse dos custos gerados com o desconto da integração entre o transporte municipal de Mauá e o sistema da CPTM. O beneficio, que permitia aos usuários do transporte público da cidade desconto de R$ 0,50 por viagem, caso realizasse a baldeação entre os dois sistemas, foi suspenso pelo órgão estadual em 9 de março, por falta de pagamento da administração municipal.

De acordo com a CPTM, além do atraso nos repasses, interrupção do convênio também foi feita “em razão de problemas técnicos relativos a bilhetagem” do sistema, fornecida pela própria Prefeitura.
A expectativa do órgão estadual é de que o serviço seja retomado assim que a Prefeitura de Mauá conclua o pagamento das pendências financeiras. Segundo a CPTM, os representantes do município já concluíram as tratativas para regularizar os débitos desde Agosto de 2016.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Mauá mais uma vez não se manifestou sobre o assunto.

Sistema de integração possui série de falhas

Embora esteja suspenso, o sistema de integração entre o transporte municipal de Mauá e a CPTM possui série de falhas que comprometem seu funcionamento e causam transtornos aos usuários.

Segundo a população, o primeiro problema do sistema lançado em Setembro de 2014 está no processo para obter o desconto. Isso porque, enquanto no trajeto de ida o passageiro só precisava validar a passagem com o bilhete eletrônico SIM em um ônibus municipal e utilizar os bloqueios exclusivos dentro da estação ferroviária, na volta, o usuário precisava fazer trâmite burocrático para obter o desconto de R$ 0,50.

Dessa forma, o passageiro era obrigado a adquirir bilhete integração (chamado Mauá F-41) em qualquer bilheteria da CPTM e validar o tíquete em um dos pontos instalados na estação central da cidade. Usuários relatam que o processo gerava confusão.

Outro problema citado é a dificuldade de acessar o serviço. A ideia da Prefeitura de Mauá era estender integração existente no terminal do Centro para as estações Guapituba e Capuava, o que não aconteceu. 

Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC

terça-feira, 9 de agosto de 2016

CPTM e seu problema de comércio ilegal nos trens e estações da Linha 10-Turquesa

A tentativa da CPTM e da SPTrans para inibir o comércio ilegal do Bilhete Único não surtiu efeito no Grande ABC. Menos de uma semana após a restrição de recarga nas modalidades diária e semanal para usuários cadastrados e com identificação, a equipe do Diário do Grande ABC flagrou a venda irregular de passagens nas Estações Prefeito Celso Daniel-Santo André e Mauá.

Semana passada, sete comerciantes foram observados atuando livremente na frente da Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André. A revenda de créditos do Bilhete Único atrai um terço dos usuários do trem. Durante dez minutos de observação, a equipe do Diário registrou 91 passageiros utilizando os dois guichês oficiais da CPTM, enquanto 28 preferiram a aquisição da passagem por meio dos vendedores ilegais. Em conta rápida, considerando o preço de venda de R$ 3,50 por crédito de embarque, os ambulantes chegam a lucrar até R$ 600 por hora.

O esquema, já denunciado em diversas ocasiões pelo Diário, permanece o mesmo. Vendedores se espalham pela calçada na entrada da estação de trem e abordam os usuários com a oferta de passagens R$ 0,30 mais baratas – a tarifa oficial custa R$ 3,80. Os ambulantes recebem o dinheiro e entregam o cartão do Bilhete Único para o passageiro, que é orientado a passar pela catraca e devolver o passe por meio do portão giratório da parada ferroviária.

“Sei que é ilegal, mas tem horas em que você não tem opção. Prefiro comprar deles e chegar no horário no trabalho do que pegar uma fila enorme e me atrasar”, relata o analista de recursos humanos Douglas de Andrade, 24 anos.

Embora seguranças da CPTM se posicionem na entrada da estação de trem, usuários e vendedores não se inibem e realizam a prática ilegal com tranquilidade. “Prefiro dar dinheiro a eles, que são pais de família, do que para um sistema que não pensa no usuário”, avalia a atendente de telemarketing Renata Pereira da Silva, 21.

Mauá

O comércio ilegal também é constatado na entrada da Estação Mauá. No local, ambulantes aproveitam as longas filas de passageiros para oferecer o bilhete de papel por preço superior ao praticado nos guichês – varia de R$ 4,00 a R$ 4,50. Embora a tarifa seja mais alta do que a oficial, usuários não se incomodam em adquirir a passagem pelo mercado paralelo para economizar tempo.

Segundo a CPTM, a equipe de segurança da companhia tem realizado fiscalizações nas linhas de bloqueios das estações visando evitar irregularidades que possam ser cometidas, inclusive no uso de bilhetes. Nos dois primeiros dias de agosto foram apreendidos 111 cartões devido ao uso irregular em todo o sistema.

Venda de créditos é considerada crime pela lei

Segundo a legislação brasileira – 7.418/85 –, somente o dono do Bilhete Único pode usar o cartão. Portanto, vender os créditos caracteriza ação ilegal. A prática é considerada crime contra a economia popular.

Atualmente, os envolvidos flagrados comercializando passagens dos cartões magnéticos com benefícios (gratuidade ou valor reduzido de passagem) são conduzidos ao distrito policial.

A CPTM informa que todos os bilhetes apreendidos são remetidos aos órgãos responsáveis pela sua gestão para sanções administrativas dos proprietários dos passes. Em nota, a companhia afirma que está colaborando com as autoridades policiais, responsáveis pelas investigações desse tipo de fraude.

Em Julho de 2016, por exemplo, a Polícia Civil de São Paulo prendeu seis pessoas e apreendeu um menor por envolvimento em um esquema de fraude do Bilhete Único. Segundo a polícia, o grupo utilizava software capaz de desviar dinheiro das recargas dos cartões magnéticos. “O esquema é grande e tem causado prejuízo enorme à SPTrans. É uma nova modalidade de crime”, observou, em nota a autoridade policial.

Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC

terça-feira, 19 de julho de 2016

Comércio ilegal de bilhetes é praticado nas estações Jaraguá e Mauá da CPTM

 



O comércio ilegal de passagens de trens acontece na porta das estações da CPTM, em plena luz do dia, a poucos metros das bilheterias oficiais, informou o Bom Dia São Paulo. Um mesmo cartão ou bilhete é passado diversas vezes na catraca pelas pessoas envolvidas nos esquemas.

A passagem na bilheteria custa R$ 3,80, mas os passageiros acessam as estações por R$ 3,00 no comércio paralelo. O comércio ilegal é realizado de diferentes formas nas estações da capital e da Região Metropolitana de São Paulo.

Na Estação Jaraguá, o cartão aparentemente adulterado é emprestado ao passageiro em frente aos fiscais. Na Estação Mauá, o cartão fica com o vendedor, que libera a catraca por R$ 3,50.

A reportagem flagrou crianças participando do esquema. Questionada sobre como vendia o bilhete por um valor menor e ainda lucrava, uma criança respondeu que “os caras têm os rolos deles”.

Os fiscais da CPTM reconhecem o problema, mas não sabem como resolvê-lo. “Enquanto não envolver a polícia, não vai resolver”, disse um fiscal, sem saber que era gravado. “Eu acho que tem alguma gambiarra aí porque eles vendem mais barato e ganham. É complicado, viu. Mas também se não tivesse quem alimentasse o esquema, ele não existiria né”, opinou outra fiscal.

A SPTrans e a CPTM não quiseram gravar entrevista.

Em nota, a SPTrans disse que não cabe a ela fiscalizar o uso do cartão nas estações da CPTM e que é responsável pela gestão do Bilhete Único. Segundo a autarquia, 19 mil cartões foram cancelados em 2016 por apresentarem indícios de uso excessivo.

Em nota, a CPTM disse que realiza fiscalizações constantes e que em Junho de 2016 foram apreendidos 728 Bilhetes Únicos.

Fonte da Notícia: G1-SP

terça-feira, 5 de julho de 2016

Estações Mauá e Santo André apresentam Amoradia do Som dias 04 e 11/07/2016

Nesse mês de férias, os usuários da CPTM que usam as Estações Mauá e Prefeito Celso Daniel-Santo André, na Linha 10-Turquesa, poderão conferir o show gratuito do grupo Amoradia do Som.


A Estação Mauá recebou o show no dia 04/07/2016. Já os passageiros da Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André poderão curtir o show no dia 11/07/2016, também das 17h às 19h.

Criado em 2013, a banda instrumental é formada pelos amigos paulistas Ramon Reis (bateria), João Maciel (guitarra) e Bruno Pavanelli (baixo). O grupo toca um repertório autoral de músicas dinâmicas que vão do jazz-rock ao funk-rock, com pitadas de soul music e brasilidade. 

A proposta dos três jovens é promover a música de rua em locais públicos, transformando-os em espaços de convivência. Os shows são resultado da parceria da CPTM com o trio Amoradia do Som.

Serviço: Amoradia do Som
 
Local: Linha 10-Turquesa da CPTM
Dia: 04/07/2016, Estação Mauá 
Dia: 11/07/2016, Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André 
Horário: das 17h às 19h
 
Fonte da Notícia: CPTM

segunda-feira, 6 de junho de 2016

​​​Amoradia do Som agita estações da Linha 10-Turquesa em Junho de 2016

O mês de Junho de 2016 será animado para os usuários da CPTM que usam a Linha 10-Turquesa. As Estações Mauá, Santo André, Tamanduateí e São Caetano do Sul terão shows do trio Amoradia do Som, sempre às segundas-feiras (06, 13, 20 e 27/06/2016), a partir das 17 horas.
Criado em 2013, o trio instrumental é formado pelos amigos paulistas Ramon Reis (bateria), João Maciel (guitarra) e Bruno Pavanelli (baixo). A banda toca um repertório autoral de músicas dinâmicas que vão do jazz-rock ao funk-rock, com pitadas de soul music e brasilidade. A proposta é promover a música em locais públicos, transformando-os em espaços de convivência, ressaltando a sonoridade urbana marcante nos jovens.
A Estação Mauá é a primeira a receber o show hoje (06/06/2016), e para deixar o ambiente mais colorido, a artista plástica Clara Leff fará pinturas simultâneas às apresentações. Seu live painting, como é conhecida a pintura ao vivo, acompanha a banda nos shows. O trabalho é carregado de estilo e ilustrações que vão desde pássaros a imagens que remetem ao tema “empoderamento feminino”.

Serviço
Evento: Amoradia do Som + Live Painting de Clara Leff
Local: Linha 10-Turquesa da CPTM
06/06/2016, Estação Mauá 
13/06/2016, Estação Prefeito Celso Daniel - Santo André 
20/06/2016, Estação Tamanduateí 
27/06/2016, Estação São Caetano 
Horário: das 17h às 19h
Fonte da Notícia e Imagem: CPTM

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Integração entre CPTM e ônibus em Mauá começou essa semana

Bilheteria para comprar os novos bilhetes na Estação Mauá da CPTM
Entrou essa semana em operação a integração de transporte público de Mauá com a Linha 10-Turquesa da CPTM. Ao longo do dia, funcionários da administração municipal orientavam os usuários que embarcavam ou saiam da estação ferroviária do Centro de Mauá, já que ainda havia muita desinformação da população em relação ao funcionamento do sistema.
No entanto, já havia quem utilizasse o cartão SIM (Sistema Integrado Mauá), por meio do qual o usuário terá desconto de R$ 0,50 por viagem. A economia chega a R$ 1 no trajeto de ida e volta. Isso porque, com o SIM, para fazer o percurso de ônibus municipal e trem da CPTM, desde que se faça a baldeação nessa estação, o usuário gasta R$ 5,50 (em vez de R$ 6). No retorno, a pessoa despende mais R$ 5,50, mas, nesse caso, é preciso adquirir o bilhete integração Mauá F-41 – já disponível em guichês da CPTM – e validar o tíquete, junto com o cartão, em um dos 12 pontos instalados na estação Centro, no município. Inicialmente, o sistema funcionará apenas nesse ponto, mas segundo o Prefeito Donisete Braga, a intenção é ampliar, no futuro, para as demais Estações (Guapituba e Capuava).

Para a atendente Larissa Ferreira, 21 anos, que trabalha em Santo André e faz uso de ônibus e trem todos os dias, a integração a ajudará a economizar bastante. “É bem melhor, assim eu pago menos”, afirmou. A costureira Fátima Costa, 40, também aprovou. “Adorei a ideia, apesar que eu trabalho em casa, mas a gente nunca sabe quando vai precisar”, disse. “Qualquer economia é boa”, assinalou o pintor Emerson Oliveira, 38, que trabalha na Capital.

A equipe do Diário, que esteve ontem na Estação Mauá, também ouviu algumas críticas e dúvidas em relação ao sistema. “Não é integral (o desconto), diminui só R$ 0,50”, reclamou o carpinteiro Antonio Cruz, 38, fazendo referência ao fato de que a baldeação do Metrô para o trem da CPTM, na Capital, não gera custo adicional ao usuário. Já Paula Regina Alves, 18, não sabia como funcionava e, se por ser estudante, poderia utilizar a integração. O cartão é gratuito e disponível a qualquer morador da cidade.

Para adquirir o bilhete eletrônico para fazer a integração, é preciso se dirigir à loja SIM, no terminal central, que funciona das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, e levar RG, CPF e comprovante de endereço (é preciso ser morador de Mauá).

Fonte da Notícia e Imagem: Diário do Grande ABC