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sexta-feira, 11 de março de 2016

Passageiros da Linha 7-Rubi são obrigados a dormir nas estações devido às chuvas de ontem (10/03/2016)

Trilhos da Linha 7-Rubi totalmente alagados ontem (10/03/2016)
A chuva que atingiu a região metropolitana entre a noite de ontem (10/03/2016) e madrugada de hoje (11/03/2016) também alagou estações da CPTM na Grande São Paulo e prejudicou a vida dos passageiros.
 
Na Linha 7-Rubi, os passageiros passaram a madrugada ilhados dentro das estações ou dormindo dentro dos trens nas estações Francisco Morato, Caieiras, Perus e Franco da Rocha. Nesta manhã, a circulação estava interrompida entre as estações Caieiras e Jundiaí, um trecho de 31 km.

O passageiro Reginaldo Evangelista, que estava na estação Franco da Rocha, mandou um vídeo. “O pessoal tudo deitado aqui na estação, tudo alagado aqui na estação sem assistência nenhuma. Todo mundo tem que acordar cedo, ou seja, teriam que acordar amanhã cedo pra ir trabalhar, mas não vai ter condições pra ninguém desse jeito”, disse ele.

Já o passageiro Gabriel Lima dos Santos, de 23 anos, passou a madrugada na estação Perus, que ficou sem energia elétrica. “A estação está lotada de gente aqui no escuro e não dá pra enxergar do outro lado da plataforma”, disse. Ele conta que algumas pessoas ficaram dormindo na plataforma porque a estação alagou.

A cidade de Caieiras também ficou debaixo d’água e as pessoas deitaram no chão porque os trens deixaram de circular desde 2h40 devido alagamento na linha férrea. Na manhã de hoje (11/03/2016), a água ainda não havia baixado.

Além da Estação de Franco da Rocha, grande parte da cidade estava alagada nesta manhã e a situação estava crítica. Carros estavam debaixo d'água, ônibus não conseguiam trafegar, os prédios da delegacia e da Câmara Municipal estavam alagados. As pessoas que saíam de casa enfrentavam água na altura da cintura.

Na Linha 8-Diamente, os trens operaram apenas por única via entre Barueri e Itapevi. As composições se revezavam para passar por ambos sentidos.

Na Linha 9- Esmeralda, a circulação foi interrompida entre as estações Santo Amaro e Grajaú.

Sérgio Carvalho Junior, gerente relacionamento CPTM disse que áreas no entorno das estações estavam alagadas e que melhor local para os passageiros ficarem era dentro das próprias estações. A operação Paese foi acionada, mas os ônibus não conseguiam chegar nas estações para pegar os passageiros por causa dos alagamentos.

Questionado se era possível bombear a água da linha férrea, ele negou. “Não, nós não temos essa alternativa ao longo do trecho”. Após a água baixar, é preciso fazer inspeção para verificar se trens podem voltar a circular.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Portal Via Trólebus

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Linha 10-Turquesa não funcionou ontem devido a queda de árvore

 
Funcionários da CPTM arrumando trecho da Linha 10 ontem
A Linha 10-Turquesa da CPTM estava paralisada desde o início da operação, às 4h de ontem, por causa da chuva. A queda de árvores danificou a rede elétrica. O trecho entre as estações São Caetano e Rio Grande da Serra estava completamente bloqueado. Somente o trecho de São Caetano até o Brás continuava operando. A linha transporta cerca de 360 mil usuários por dia, em média.

Os passageiros tinham à disposição ônibus do sistema Paese, da EMTU, que, no entanto, não conseguiam dar conta da grande demanda matinal do sistema sobre trilhos.

Segundo a CPTM, a árvore caiu, em decorrência da chuva, na região da Estação Utinga, afetando trilhos e o sistema elétrico do ramal. Com isso, oito estações da Linha 10-Turquesa estavam sem funcionar desde a abertura da rede.

As outras linhas de trens funcionaram normalmente, de acordo com a assessoria de imprensa da empresa. Os trens do Metrô, além dos ônibus municipais e intermunicipais operam regularmente, de acordo com as empresas responsáveis pelo serviço.

Fonte da Notícia: Portal R7
Imagem: Diário da CPTM

Ontem, Linha 10-Turquesa teve operação interrompida devido a quedas de árvores na linha



O dia começou caótico para quem depende do trem para locomover-se no ABCD, na manhã de ontem. .Pontos de ônibus lotados e destinos incertos foram reflexo do temporal que atingiu a Região nesta madrugada. A confusão maior foi ocasionada pela queda de uma árvore na via férrea, que interrompeu a circulação entre as estações Rio Grande da Serra e São Caetano, da Linha 10-Turquesa.
Sem trem, os usuários ficaram com poucas opções para o transporte. Conforme informações da CPTM, a operação Paese foi acionada com a solicitação de 100 ônibus à EMTU.

No entanto, a alternativa chegou apenas à estação São Caetano, com cerca de 20 coletivos até a estação de Santo André, gratuitamente, e também para o metrô Tamanduateí. Motoristas que estão de folga ou de férias foram convocados para atuar na operação, de acordo com a CPTM. Mas para o usuário, a situação era diferente.

Quem precisava chegar a outra estação, teve que utilizar outras linhas de ônibus e percorrer um caminho mais longo. Foi o caso da balconista Juliana de Abreu, 18 anos, que tentava chegar a Mauá e aguardava na estação São Caetano pelo ônibus de conexão. “Quando eu chegar em Santo André vou ter que pegar outro ônibus até o centro de Mauá. Depois ainda pego mais um pra minha casa e demora muito”, lamentou.

Sem alternativa

A Estação Mauá, por sua vez, não estava sendo atendida por ônibus, e os usuários tinham à disposição apenas as linhas que atendem aos pontos próximos. “A gente é obrigado a pagar a tarifa do ônibus, que é mais cara, pra chegar até o Metrô”, disse o relojoeiro Cláudio Polydoro, 55 anos. Vindo de Ribeirão Pires de carona, Polydoro tentava pegar um ônibus que o deixasse em um caminho acessível para chegar a Pinheiros, na Capital.
O relojoeiro teria que chegar no trabalho às 10h, horário em que ainda estava aguardando o ônibus, que tem intervalos maiores. Os demais passageiros também enfrentavam situação parecida. Sem conseguir embarcar no coletivo com destino a São Caetano por conta da lotação excessiva, a vendedora Adriana Cruz, 35 anos, buscava uma forma de sair da situação. “Pedi para o meu marido me buscar de carro aqui. Eu trabalho em São Bernardo e ainda preciso pegar o trólebus”, contou.

O transporte no sentido Brás funcionou normalmente.