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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Consórcio responsável pelas obras do VLT de Santos é intimado pela Secove

Composição do VLT de Santos
O Consórcio Expresso VLT Baixada Santista foi intimado a eliminar todos os focos e criadouros do mosquito transmissor da dengue no percurso do Veículo Leve sobre Trilhos. A decisão foi tomada pela Secove após vistorias no local.

A intimação foi publicada no Diário Oficial de Santos, no litoral de São Paulo. Os agentes da Secove encontraram pneus, lonas e trilhos com acúmulo de água e larvas. Porém, o que chamou a atenção dos fiscais foi o empoçamento de água pluvial na base de concreto dos trilhos.

O consórcio tem, a partir da data de publicação da intimação, cinco dias para resolver os problemas apontados. Caso não se cumpra o estabelecido, pode ser aplicada uma multa.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Portal Via Trólebus

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Justiça determina paralisação das obras do VLT de Santos

A Justiça determinou nesta quinta-feira, 9, a paralisação do trecho em obras do VLT de Santos na Avenida Francisco Glicério, entre o Canal 1 e a Avenida Conselheiro Nébias. O trecho tem 2,3km.
 
O pedido foi feito em ação cautelar movida pelo Ministério Público Estadual, que contesta uma alteração no traçado original do corredor de 11 quilômetros que ligará São Vicente ao Porto de Santos. Segundo os promotores, no Estudo de Impacto Ambiental não existiu a menção de que a avenida seria alargada para que o VLT passasse no canteiro central e que todos os documentos da investigação evidenciam que o traçado original era o da linha férrea existente.

Segundo o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, o governo entregou todos os estudos prévios ao MPE e não recebeu nenhuma manifestação contrária à obra durante 90 dias. “Estamos perfeitamente corretos em tudo aquilo que nós apresentamos”, afirmou.

Em nota, a EMTU diz que ainda não foi notificada mas que acatará a decisão e tomará medidas jurídicas cabíveis.

“Esclarecemos que todos os estudos realizados foram entregues ao Ministério Público e alguns refeitos, conforme solicitação daquela instituição. Em respeito ao debate que estava em curso, o Governo do Estado aguardou por 90 dias a manifestação dos promotores, o que não foi feito. 

Decidiu-se, portanto, pelo início das intervenções na Av. Francisco Glicério, em Santos”, informou a EMTU.

Fonte da Notícia: Via Trólebus