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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Extensão da Linha 9-Esmeralda até Varginha será finalizada em 2017

Trem Série 7000 na Linha 9-Esmeralda
A extensão da Linha 9-Esmeralda da CPTM, do Grajaú até o Terminal Varginha, na zona sul da capital paulista, só deve ser entregue em 2017.

A nova data faz parte de um aditamento de contrato com as duas empresas contratadas para fazer as obras. O trecho de 4,5 quilômetros deveria ter sido entregue em Dezembro de 2015. O contrato com as empresas foi assinado em Setembro de 2013, no valor de R$ 272 milhões, hoje R$ 328 milhões. Toda obra deve ter custo de aproximadamente de R$ 780 milhões .

O Governo do Estado de São Paulo atribuiu este atraso a burocracia relacionada à liberação de verbas do PAC

Ao jornal O Estado de São Paulo, o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, critica os critérios do Governo Federal para liberação dos recursos.

“Aqui em São Paulo, quando fazemos uma licitação, usamos a modalidade ‘menor preço global’, ou seja: as empreiteiras que saem vencedoras são as que apresentam o menor curso total para executar nosso projeto”, explica. “Só que o governo federal usa outro critério, ‘o menor preço unitário’, que elege vencedora a empresa que apresenta menor preço para cada um dos itens que compõem o preço final”, continua. “Assim, passamos meses tentando negociar uma excepcionalidade para destravar a liberação dos recursos, sem sucesso.” Com essas mudanças, a parte que o Estado pagaria na obra passou de R$ 284 milhões para R$ 390 milhões, informa Pelissioni.

O dinheiro federal é para intervenções como instalação de equipamentos de via, sinalização de trem, e fornecimento de energia.

O Ministério das Cidades, que é encarregado pela liberação dos recursos do PAC, informou que faz todas as exigências previstas na legislação antes da liberação dos recursos para as obras e que só disponibiliza as verbas se tudo estiver em ordem.

Obras de modernização

Quem utiliza os trens da CPTM já está acostumado com a seguinte frase: “O trecho está interrompido por causa de obras de modernização”, ainda mais aos sábados e domingos.
Mas esta rotina pode terminar no final deste ano. Pelo menos é a promessa do Governo do Estado de São Paulo.

Segundo o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, 78% das obras já foram concluídos.

As intervenções começaram entre 2011 e 2012, quando houve uma série de falhas na CPTM. Segundo a CPTM, as obras são reflexos de sucateamento da rede ferroviária até os anos de 1990, quando na metade da década, foi criada a CPTM.

As Linhas 7-Rubi e 9-Esmeralda foram as que receberam as maiores intervenções. Já a Linha 10-Turquesa, que liga o ABC Paulista à Capital, foi a que menos teve serviços.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem de Eduardo Ganança

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Intervalo de trens da Linha 9-Esmeralda passará a ser de 3 minutos ainda em 2014

Trem Série 7000 a Linha 9-Esmeralda da CPTM
Os intervalos dos trens em parte da Linha 9-Esmeralda da CPTM  deve diminuir. A empresa espera passar dos atuais quatro minutos no horário de pico para três minutos. A redução está prevista para começar no dia 15/12/2014, informou o presidente da CPTM, Mário Bandeira. Na outra linha, diminuição dependerá da construção de um túnel e uma passarela na Estação da Luz, no centro.

Contudo, não será toda a Linha 9-Esmeralda que será beneficiada. Apenas o trecho entre as Estações Jurubatuba e Pinheiros ganhará a redução de tempo nas horas do rush. Isso acontecerá graças a entrega de novos trens para o ramal.

Jurubatuba-Pinheiros

Lá pelo dia 15/12/2014 vamos estar trabalhando com três minutos, disse Bandeira. E aqui (na Linha 11-Coral), na realidade dependemos não de trens ou sinalização, mas de adequar a Estação da Luz para que isso ocorra.

Linha 11-Coral

De acordo com ele, um túnel e uma passarela ainda precisam ser construídos na Estação da Luz, uma das pontas finais da Linha 11-Coral, para permitir que, nos horários de maior movimento, os trens que param lá possam ser esvaziados com mais rapidez. Com isso, o trem fica menos tempo parado na plataforma, e aí a gente consegue fazer três minutos ou três minutos e meio.

A passarela fará com que quem desembarca na Luz e tem como destino a Rua José Paulino não tenha mais que descer até o saguão subterrâneo para sair da estação.

Já o túnel é uma obra mais complexa, afirmou o dirigente. Ainda estamos discutindo com o Condephaat principalmente a passarela. Os projetos já estão concluídos e agora aprovaremos junto ao Condephaat, ao Iphan e ao Conpresp. Isso ocorrendo, vai para o processo licitatório. Não é uma simples e vamos fazê-la, principalmente o saguão, numa área complicada. Então, estamos discutindo qual vai ser o método construtivo. É um saguão curto, de 200 metros, mas numa região extremamente complicada, de vale, onde temos muito lençol freático.

Bandeira não deu prazo para a entrega das duas intervenções.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Eduardo Ganança