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terça-feira, 22 de março de 2016

ATENÇÃO!!! Ciclovia do Rio Pinheiros continua interditada devido ás chuvas

Ciclovia do Rio Pinheiros (Linha 9-Esmeralda)
A Ciclovia Rio Pinheiros, em São Paulo, teve um trecho interditado entre a Vila Olímpia e a Villa Lobos-Jaguaré. Segundo a CPTM, a pista desbarrancou com as chuvas da semana passada, o que impede a passagem das bicicletas.

Não há previsão para que a via volte a ser liberada. A CPTM informou que fixou cartazes para informar os ciclistas sobre o trecho interrompido.

Entre a Ponte João Dias, na região de Santo Amaro, e a Av. Miguel Yunes, após a Estação Jurubatuba da CPTM, a ciclovia segue em operação.

A ciclovia também estava fechada no outro sentido, entre Vila Olímpia e a Ponte João Dias, segundo a CPTM, por causa de obras de implantação da Linha 17-Ouro e do Complexo Viário Laguna-Itapaiúna. Nesse trecho, os ciclistas podem usar a via provisória, na outra margem do Rio Pinheiros.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Folha de São Paulo

terça-feira, 15 de março de 2016

ATENÇÃO!!! CPTM interdita Ciclovia do Rio Pinheiros devido às chuvas

As fortes chuvas que atingiram a capital paulista e a Região Metropolitana de São Paulo, no final da semana passada, danificaram parte da tubulação da Sabesp na Ciclovia Rio Pinheiros, provocando a interdição no trecho entre Vila Olímpia e Villa Lobos-Jaguaré, já que parte da pista desbarrancou e inviabiliza a passagem de bicicletas e outros veículos.

A CPTM acionou a concessionária que já vistoriou o local na tarde de ontem (14/03/2016) e está analisando a extensão dos danos para determinar qual prazo será necessário para concluir os reparos. Enquanto os trabalhos não forem concluídos, o trecho ficará interrompido para bicicletas e carros de serviço. 

Entre a Ponte João Dias, nas proximidades de Santo Amaro, e a Av. Miguel Yunes, nº 620, após a Estação Jurubatuba, a ciclovia segue em operação. Para orientar os ciclistas, foram fixados cartazes informando sobre o trecho afetado.
 
Vale lembrar que, em razão das obras de implantação da Linha 17-Ouro e do complexo viário Laguna - Itapaiúna, a ciclovia está fechada entre Vila Olímpia e a ponte João Dias. A alternativa para os usuários é a via aberta provisoriamente pelo Metrô na outra margem do Rio Pinheiros.
 
Fonte da Notícia & Imagem: CPTM

quinta-feira, 10 de março de 2016

Falhas operacionais na CPTM crescem 39% desde 2012

Trem Série 1700 da Linha 7-Rubi da CPTM
O número de panes graves – com interrupção da circulação dos trens – nas seis linhas da CPTM aumentou quase 40% entre 2012 e 2015, de acordo com levantamento feito pelo site Fiquem Sabendo com base em dados da companhia, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Foram 28 paralisações em 2012, 36 em 2013, 36 em 2014, e 39 em 2015, um aumento de 39,3% do primeiro ao último ano do levantamento.

De acordo com os dados, as falhas técnicas no sistema vêm diminuindo. Em 2014, foram 22 interrupções de circulação por falha no sistema operacional da rede, ante 20 no em 2015. Porém, as panes provocadas por agentes externos cresceram 36%. Alagamentos e interrupção no fornecimento de energia elétrica foram as principais causas das 19 panes ocorridas em 2015. Em 2014, haviam sido 14.

Em 2016, a CPTM já sofreu ao menos seis panes que afetaram a circulação dos trens e prejudicaram os usuários. A Linha 7-Rubi (Luz-Francisco Morato) teve uma pane na rede elétrica, no dia 06/01/2016, e um problema em um equipamento de via, dia 26/02/2016. A Linha 8-Diamante (Itapevi-Júlio Prestes) teve problemas com falta de energia nos dias 4 e 29 passados. A Linha 9-Esmeralda (Osasco-Grajaú) teve uma falha no sistema operacional no dia 18/02/2016. E a Linha 11-Coral (Luz-Guaianazes) sofreu uma falha na rede elétrica um dia depois.

Por meio da nota, a CPTM amenizou o problema, justificando que houve queda no número de panes técnicas e aumento nas causadas por agentes externos.

“No balanço total das paralisações, o aumento das ocorrências foi provocado pelo maior número de interferências externos na faixa ferroviária. É importante lembrar que a ferrovia é um sistema que opera a céu aberto, com rede aérea de energia. Portanto, está sujeita às interferências externas provocadas por fenômenos naturais, como inundações na via por excesso de chuvas, descargas elétricas atmosféricas, vandalismos em equipamentos ou sistemas ferroviários, manifestações públicas, queda de árvores”, justificou a empresa.

Fonte da Notícia: Rede Brasil Atual
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Extensão da Linha 9-Esmeralda até Varginha será finalizada em 2017

Trem Série 7000 na Linha 9-Esmeralda
A extensão da Linha 9-Esmeralda da CPTM, do Grajaú até o Terminal Varginha, na zona sul da capital paulista, só deve ser entregue em 2017.

A nova data faz parte de um aditamento de contrato com as duas empresas contratadas para fazer as obras. O trecho de 4,5 quilômetros deveria ter sido entregue em Dezembro de 2015. O contrato com as empresas foi assinado em Setembro de 2013, no valor de R$ 272 milhões, hoje R$ 328 milhões. Toda obra deve ter custo de aproximadamente de R$ 780 milhões .

O Governo do Estado de São Paulo atribuiu este atraso a burocracia relacionada à liberação de verbas do PAC

Ao jornal O Estado de São Paulo, o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, critica os critérios do Governo Federal para liberação dos recursos.

“Aqui em São Paulo, quando fazemos uma licitação, usamos a modalidade ‘menor preço global’, ou seja: as empreiteiras que saem vencedoras são as que apresentam o menor curso total para executar nosso projeto”, explica. “Só que o governo federal usa outro critério, ‘o menor preço unitário’, que elege vencedora a empresa que apresenta menor preço para cada um dos itens que compõem o preço final”, continua. “Assim, passamos meses tentando negociar uma excepcionalidade para destravar a liberação dos recursos, sem sucesso.” Com essas mudanças, a parte que o Estado pagaria na obra passou de R$ 284 milhões para R$ 390 milhões, informa Pelissioni.

O dinheiro federal é para intervenções como instalação de equipamentos de via, sinalização de trem, e fornecimento de energia.

O Ministério das Cidades, que é encarregado pela liberação dos recursos do PAC, informou que faz todas as exigências previstas na legislação antes da liberação dos recursos para as obras e que só disponibiliza as verbas se tudo estiver em ordem.

Obras de modernização

Quem utiliza os trens da CPTM já está acostumado com a seguinte frase: “O trecho está interrompido por causa de obras de modernização”, ainda mais aos sábados e domingos.
Mas esta rotina pode terminar no final deste ano. Pelo menos é a promessa do Governo do Estado de São Paulo.

Segundo o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, 78% das obras já foram concluídos.

As intervenções começaram entre 2011 e 2012, quando houve uma série de falhas na CPTM. Segundo a CPTM, as obras são reflexos de sucateamento da rede ferroviária até os anos de 1990, quando na metade da década, foi criada a CPTM.

As Linhas 7-Rubi e 9-Esmeralda foram as que receberam as maiores intervenções. Já a Linha 10-Turquesa, que liga o ABC Paulista à Capital, foi a que menos teve serviços.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem de Eduardo Ganança

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Obras de manutenção aos finais de semana na CPTM irão até Dezembro de 2016

O passageiro da CPTM, sobretudo aos finais de semana, sabe que dependendo do horário, as composições atendem às estações em horários maiores, por conta de obras de modernização. Por vezes, trechos ou até linhas inteiras ficam interrompidas por conta dos reparos. Junto com as obras, continuam as falhas. Só esse mês (Jan/2016), a Linha 7-Rubi teve dias seguidos de problemas, com avarias em trem, e problemas no sistema de energia, quando um pantógrafo de uma composição enroscou nos cabos.

De acordo com declarações do Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, as intervenções devem ocorrer até o final de 2016, e que 78% das obras foram concluídas.

“Nossa expectativa é que vamos concluir essas obras em setembro. A partir daí, a quantidade de falhas deve cair sensivelmente. Muitas dessas são de natureza elétrica”, afirma o secretário.
 
Fonte da Notícia: Move Metrópole
Imagem: CPTM

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Obras de manutenção aos finais de semana na CPTM irão até o final de 2016

As chamadas "obras de modernização" da CPTM, vendidas há cinco anos como a solução para dar "qualidade de Metrô" aos trens suburbanos de São Paulo, estão com uma taxa de conclusão de 78% e devem terminar neste ano, segundo informa a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.

Essas obras foram apresentadas após uma série de falhas na CPTM, entre 2011 e 2012, que chegaram a terminar em confronto entre passageiros e a polícia, com estações da zona leste da capital depredadas.

"As reformas que estamos fazendo são complexas porque não temos tempo de trabalhar", argumenta o secretário Clodoaldo Pelissioni. "Fazemos os serviços durante a madrugada, cerca de três horas por dia. Em alguns países, quando vão fazer obras do tamanho do que estamos fazendo aqui, há até quem consiga fechar uma linha por mais de um ano", diz.

Passado

As obras são reflexo do sucateamento da rede ferroviária até os anos 1990. A CPTM, que foi criada a partir da junção da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, da Companhia Sorocabana e da CBTU, passou a operar trens mais novos do que a rede ferroviária.

Com o passar dos anos, a rede de alimentação de energia, a de sinalização e até os equipamentos de via passaram a apresentar falhas constantes, resultado do descompasso tecnológico.

"Nossa expectativa é que vamos concluir essas obras em setembro. A partir daí, a quantidade de falhas deve cair sensivelmente. Muitas dessas são de natureza elétrica", afirma o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo.

As Linhas 7-Rubi e 9-Esmeralda são as que mais receberam serviços. Ao longo dos últimos dois anos, por outro lado, passageiros da Linha 10-Turquesa, o ramal que liga a capital ao ABC, foram os que menos sentiram impacto nos serviços - que exigem paralisação parcial das vias aos fins de semana.

Anteontem e ontem, por exemplo, as seis linhas da rede tiveram intervenções, que fizeram o tempo de intervalo entre os trens subir para até 35 minutos.

O Secretário Pelissioni destaca ainda que as obras são tocadas com recursos exclusivos do Estado. "Temos uma boa parceria com os bancos públicos, mas o primeiro real que virá diretamente do Tesouro da União para a CPTM, sem ser recurso de empréstimo, será justamente para o prolongamento da Linha 9-Esmeralda. Todo o dinheiro que chega até agora é financiamento, especialmente para o metrô", conclui.
 
Fonte da Notícia: Revista Exame
Imagem: CPTM

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Manutenção causa falha operacional na Linha 7-Rubi na tarde de ontem (22/10/2015)

Trens Séries 1100 e 1700 da Linha 7-Rubi
Uma queda de energia registrada às 13h40 e solucionada às 14h de ontem (22/10/2015), entre as estações Caieiras e Franciso Morato da Linha 7-Rubi da CPTM, provocou uma manutenção preventiva que deixa toda a linha com velocidade reduzida. Às 18h50, a operação foi normalizada.

A manutenção paralisou uma das vias no trecho atingido pelo problema elétrico. De acordo com a companhia, os trens operam em via única nas estações Caieiras, Franco da Rocha, Baltazar Fidélis e Francisco Morato. Os trens serviram aos passageiros que seguiram nos dois sentidos, mas trafegaram alternadamente. Os ônibus da operação Paese ofereceram alternativa aos passageiros no trecho entre as estações Perus e Baltazar Fidélis.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de William Molina