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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Estação Jardim Romano completa 8 anos

A Estação Jardim Romano, que atende a Linha 12-Safira, completou 8 anos no último sábado (16/07/2016). Por mês, são realizados cerca de 490 mil embarques na estação. E o seu bicicletário, com 240 vagas, está entre os mais utilizados da CPTM. 

Além da arquitetura arrojada, a estação conta com áreas revitalizadas com paisagismo nos seus arredores. A exemplo das outras unidades da mesma linha, Jardim Romano proporcionou a valorização da região e maior atratividade para a instalação de equipamentos públicos, de prestação serviços e comércio. 

Uma das melhores alternativas para transportar a população da Zona Leste ao centro da cidade de São Paulo, a estação se localiza na extensão da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil, ferrovia construída ainda na época do Império, em 1877, para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Atualmente, o trecho integra a Linha 12-Safira.
 
Jardim Romano 

O Jardim Romano é um bairro do distrito de Jardim Helena-bairro fica no extremo leste do município e faz divisa com os municípios de Guarulhos ao norte, Itaquaquecetuba ao leste, e ao distrito de Itaim Paulista ao sul. Esse bairro fica próximo ao rio Tietê. Conta também com teatro de alto padrão, considerado um dos melhores da América Latina, com 250 lugares, quadras poliesportivas e um parque aquático para as crianças do Bairro com uma piscina olímpica. 

Coletivo Estopô Balaio

É o principal grupo artístico do bairro que já fez várias apresentações nos trens da Linha 12-Safira. Com o olhar atento às manifestações de dança de rua, grafite e outras intervenções culturais, o grupo tem residência artística no Jardim Romano e conta com a participação de artistas migrantes. Em suas apresentações, resgatam as experiências e memórias de atores-moradores da Zona Leste.
 
Fonte da Notícia: CPTM

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Estação Júlio Prestes completa 75 Anos

Do apito dos velhos trens aos acordes das mais importantes orquestras do mundo. Assim pode ser resumida a história da Estação Júlio Prestes, cujo prédio, um marco da região central de São Paulo, completa 75 anos nesta terça-feira. E com uma boa notícia: está em fase de projeto, com obras previstas para o próximo ano, um novo restauro, orçado em R$ 2,7 milhões.
 
Será beneficiada com a melhoria a parte do prédio hoje ocupada pela Secretaria Estadual da Cultura. O projeto vem sendo desenvolvido pelo escritório Dupré Arquitetura & Coordenação, o mesmo responsável pela grande intervenção que, entre 1997 e 1999, transformou o então jardim interno do prédio em um moderno palco de concertos, a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). 

"Na época, o maior desafio foi resolver a questão acústica. Por isso desenvolvemos um sistema de forros móveis", explica o arquiteto Nelson Dupré. 

Nas obras que estão por vir, serão recuperadas fachadas, instalações elétricas, hidráulicas e telefônicas, além de melhorias no paisagismo e na sinalização interna da estação. 

O prédio da Estação Júlio Prestes foi construído entre 1926 e 1938, para ser sede da Estrada de Ferro Sorocabana, empresa criada pelos "barões do café" paulistas. 

O projeto é de autoria do arquiteto Christiano Stockler das Neves (1889- 1982). Com a crise de 1929, entretanto, o plano teve de ser revisto - e a imponente construção ficou menor do que a ideia idealizada.

"Das décadas de 1960 a 1980, a estação experimentou um processo de decadência, com seu entorno", diz o historiador Caio Passados Garcia, um dos monitores do tour oferecido diariamente para quem quiser conhecer mais sobre o prédio.

A transformação 

No início dos anos 1990, por causa de uma dívida que a Prefeitura tinha com o governo estadual, o imóvel foi repassado ao Estado. Anos depois, virou sede da Sala São Paulo e da secretaria.

Anexa ao equipamento cultural, a estação de trem continua funcionando. É ponto inicial da Linha 8 da CPTM, por onde passam diariamente, em média, 430 mil pessoas. 

O som não atrapalha em nada os eventos culturais ali dentro, graças a vidros antirruído. "E, no caso da sala de espetáculos propriamente dita, há um revestimento especial no chão com quatro camadas: concreto, neoprene, madeira naval e só então o piso visível ao público", diz Garcia.

Toda a localização das poltronas, balcões e espaços vazios foi pensada e projetada para que os volumes internos também trabalhassem a favor da sonoridade da Sala São Paulo.

Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo

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