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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

CPTM demite funcionário responsável de abusar de passageira em trem

A CPTM demitiu um funcionário que foi preso em flagrante por assediar sexualmente uma passageira dentro de um trem na Linha 11- Coral.

O funcionário Levi Lopes da Silva, de 54 anos, é agente operacional e trabalha dando suporte na estação. Segundo a CPTM, ele não estava trabalhando no momento do assédio. O homem acabou agredido por outros passageiros.

A história foi parar nas redes sociais. A vítima, de 18 anos, estava no começo da manhã em um trem lotado.  Na Estação Corinthians-Itaquera, percebeu que um homem se encostava nela de maneira inadequada. A jovem pediu ajuda e passageiros começaram a bater nele, que foi apanhando até ser jogado para fora do trem, na Estação Tatuapé.

A jovem e o suspeito foram levados para uma delegacia no Tatuapé, onde o caso foi registrado. O senhor de 54 anos admitiu o que fez e contou que é funcionário da CPTM há 35 anos.  Ele é casado, tem filhos e netos e  não tem passagem pela polícia, mas foi preso em flagrante por estupro e pode pegar de 6 a 10 anos de cadeia.

Passageiros disseram que tentaram acionar a segurança da CPTM por torpedo SMS, sem sucesso. A CPTM informou que não recebeu nenhuma  mensagem  de passageiro denunciando o caso de assédio na Linha Coral. E que repudia o abuso sexual, crime que deve ser combatido dentro e fora do transporte público.
 
Fonte da Notícia: G1-SP

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Construtora pretende demitir funcionários da obra do VLT de Santos

Composição do VLT de Santos
Reportagem da Folha de São Paulo mostra que a Queiroz Galvão, construtora que lidera as obras do VLT da Baixada Santista, colocou 450, dos 800 funcionários da obra, em aviso prévio. A justificativa é que a empresa não vem recebendo os pagamentos da EMTU e não consegue mais manter a folha de pagamento. Com isto, novos atrasos podem acontecer na entrega do novo modal.

A obra do VLT é tocado pela Queiroz e a Trail Infraestrutura e o contrato firmado é de aproximadamente R$ 300 milhões. Porém, desde Outubro de 2014 , não foram feitos pagamentos e hoje já há cerca de R$ 30 milhões atrasados.

A Folha de SP contatou a EMTU e esta admitiu os atrasos e afirmou que os pagamentos devem ser realizados “ainda na primeira quinzena de Abril de 2015”.

Segundo a empresa, o empreendimento possui contrato de financiamento de R$ 382 milhões com a Caixa Econômica Federal e R$ 30 milhões ainda não foram liberados por conta de “ajustes de projeto”.

A EMTU afirmou ainda que as obras estão em andamento e que o corte de funcionários pelo consórcio Queiroz Galvão/Trail Infraestrutura deve-se “ao processo de conclusão do empreendimento em São Vicente, onde está 95% finalizado”

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus/Folha de São Paulo
Imagem: Portal Via Trólebus