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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Bilhete Único pode ser recarregado pelo celular

O usuário que necessita carregar seu Bilhete Único, deve obrigatoriamente ou enfrentar longas filas para recargas, ou baixar um aplicativo, certo! Nem sempre!

O CittaMobi lançou uma nova funcionalidade que permite a recarga do cartão por meio de uma ligação. Os usuários que não possuem smartphones podem carregar seu Bilhete Único através do número *32245.

O serviço usa a plataforma “Recarga Fácil”, onde é possível efetuar compras por cartão de crédito. É importante que o usuário tenha em mãos, além do cartão de pagamento, o número do bilhete único. É necessário também um cadastro prévio.

Feita a compra, o passageiro deve encostar o Bilhete Único em um dos validadores presentes em terminais, ou nas maquinas presentes dos próprios veículos, para efetuar a recarga.

Segundo a empresa, a funcionalidade deve ser estendida para outras cidades Brasileiras.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Bilhete Único Mensal só atinge 2% do total de usuários de São Paulo

De acordo com reportagem publicada hoje pelo portal de notícias UOL, 2 anos depois de ser lançado, o BIlhete Único Mensal ainda patina para alcançar a meta de 12% do total de passageiros definida pela Prefeitura de São Paulo. Hoje, apenas 2% de todos os usuários utilizam da modalidade.

Na época de lançamento do Bilhete Único Mensal, o Secretário Municipal dos transportes, Jilmar Tatto, disse que o bilhete seria vantajoso para 861.742 passageiros, ou 19% do total. Desta marca, só foi atingido 11,9% de usuários.

Na média dos dias úteis do período de Janeiro a Agosto de 2015, o sistema registrou 9,4 milhões de embarques, dos quais 196.215 foram feitos com o Bilhete Mensal. Considerando também as modalidades Semanal e Diário, os embarques somaram 212.140, que representa um pouco mais de 2% já citados.

A SPTrans informou que foram vendidas 547.014 cotas do Bilhete Mensal no período de janeiro a agosto de 2015, o que dá uma média de 68.377 por mês. As vendas atingiram o ponto mais alto em agosto: 92.002 cotas. Levando em conta esta quantidade, o bilhete alcança somente 10,7% dos potenciais usuários previstos pela prefeitura.

Lembrando que a partir deste ano, o Bilhete Único Mensal, Semanal e Diário ficaram mais atrativos aos usuários visto que as passagens tiveram reajustes porém não foi aplicado para estas modalidades.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Saiba de que forma o Bilhete Único Mensal é mais vantajoso

O Bilhete Único Mensal está sendo mais vantajoso desde ontem para parte dos passageiros de ônibus, do Metrô e dos trens da CPTM. Isso porque a tarifa desses serviços passou de R$ 3,00 para R$ 3,50, mas o preço do bilhete vai ficar congelado. (Veja abaixo um passo a passo de como solicitar:

O Bilhete Único Mensal de ônibus, que custa R$ 140, agora vai valer a pena para quem fizer a partir de 41 viagens por mês. Isso porque quem fizer 40 viagens e comprar as passagens de forma avulsa por R$ 3,50 vai gastar os mesmos R$ 140. Na prática, quem usar o Bilhete Único Mensal "viaja de graça" a partir da 41ª viagem.

Quem vai e volta de ônibus do trabalho, por exemplo, gastará R$ 154 durante um mês com 22 dias úteis se comprar as passagens avulsas por R$ 3,50. O valor é R$ 14 a mais do que custa o Bilhete Único Mensal. O preço de R$ 140 é o mesmo para o Bilhete Único Mensal na versão trilhos (para ônibus e Metrô).

Bilhete Único Integrado (trens, metrô e ônibus)

O Bilhete Único Integrado (trens, metrô e ônibus) vale a pena para quem fizer a partir de 43 viagens por mês. O valor do bilhete é R$ 230, que podem ser usados durante 31 dias. Antes, era preciso fazer ao menos 50 viagens para esse tipo de cartão compensar. A integração unitária deixou de custar R$ 4,65 e passou para R$ 5,45 nesta terça.

Também há vantagens no uso do bilhete semanal e do diário. No semanal, que custa R$ 38, o número de viagens necessárias para o serviço valer a pena caiu de 13 para 11. No diário, de 4 para 3. Também há vantagens nas versões semanal e diária com integração, que custam respectivamente R$ 60 e R$ 16.

PASSO A PASSO para inscrição no Bilhete Único Mensal
Veja abaixo passo a passo:

1) Acessar a página da SPTrans
Para ter um Bilhete Único Mensal (e também a modalidade diário ou semanal), o usuário precisa ter o novo Bilhete Único – modelo adotado desde 2013. A inscrição é feita no site do Bilhete Único.
 
2) Preencha o formulário com os dados e use foto digitalizada
É preciso informar RG , CPF e CEP residencial. O passageiro também precisa ter no computador uma foto recente já digitalizada.

3) Aviso da emissão será por e-mail
Após o cadastro, a Prefeitura vai avisar por e-mail quando e onde você deve retirar o seu cartão.

4) Opte pelo tipo de recarga nos postos

Após retirar o cartão do Bilhete Único, você vai optar pela recarga mensal, diária ou semanal nos postos de recarga, como os que existem nas estações de Metrô, nos terminais de ônibus e nas três lojas físicas da SPTrans (Augusta, Santa Cecília e Santo Amaro).

Fonte da Notícia e Imagem: G1

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Com o aumento das passagens, Bilhete Único Mensal é a melhor solução

Quase metade (47%) dos usuários do transporte coletivo na capital paulista será onerada pelo reajuste das tarifas de ônibus, trens e Metrô em São Paulo, que entra em vigor hoje, 06/01/2015. Segundo dados da SPTrans, dos 138,9 milhões de passageiros transportados em Novembro de 2014, 66 milhões pagaram a tarifa em dinheiro ou Bilhete Único Comum – modalidades que serão objeto do reajuste. Somente 4,3 milhões (3,1%) utilizaram as modalidades temporais do Bilhete Único – Mensal, Semanal ou Diário – que não terão reajuste.

Quem carregou o Bilhete Único Comum até ontem, 05/01/2014, terá o valor descontado com a tarifa antiga (R$ 3,00) até o final do crédito.

O dado divulgado pela prefeitura, de que somente 8% dos usuários seriam afetados pelo reajuste, é uma estimativa da SPTrans, considerando que a população e os empresários que pagam vale-transporte aos seus funcionários – equivalente a 30% dos pagamentos – vão aderir ao Bilhete Único Mensal, Semanal ou Diário. Estes vão ter o valor da tarifa mantido em R$ 140, R$ 38 e R$ 10 (Simples), respectivamente, ou R$ 230, R$ 60 e R$ 16 (Integrado), caso o usuário utilize a integração com Metrô ou com a CPTM.

Essas modalidades dependem de um cadastro gratuito na SPTrans e todos os modos de utilização ficam disponíveis no mesmo cartão. O valor tem de ser pago integralmente e a pessoa pode fazer quantas viagens quiser no período de validade do crédito. Este ponto tem sido apontado como o mais complicado da modalidade: nem todo mundo consegue desembolsar o valor do Bilhete Mensal de uma só vez, por exemplo.

O Bilhete Mensal vale 30 dias, o Semanal, sete, e o Diário, 24 horas. Ao completar o tempo, o cartão deixa de liberar a catraca. O cartão Mensal é válido para quem precisa fazer 48 embarques pagos (sem contar a integração) por mês. Se não for utilizado, o crédito perde a validade, como ocorre com os celulares.

Até o fim de Novembro de 2014, cerca de 920 mil pessoas aderiram ao Bilhete Único mensal, número que superou a meta da prefeitura, de 860 mil cadastros. O valor corresponde a 16,8% do total de bilhetes existentes: 5,5 milhões. No entanto, segundo os dados da SPTrans, somente 3,1% das viagens do mesmo mês foram realizadas com este tipo de cartão.

Já os estudantes representam aproximadamente 15,8 milhões (11,4%) dos passageiros pagantes. A prefeitura vai conceder gratuidade a cerca 550 mil estudantes de baixa renda das escolas públicas, para inscritos no Prouni e no Fies. O governo paulista também anunciou que concederá tarifa zero aos mesmos, acrescentando os estudantes das Etecs e das Fatecs, além da USP e da Unesp.

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos (estadual) estima que cerca de 65% dos estudantes que usam CPTM e Metrô terão direito ao benefício.

Porém, o passe livre estudantil terá o limite de 48 viagens mensais. Os requisitos ainda serão regulamentados pelos governos municipal e estadual, até o fim de janeiro. Quem não se enquadrar na tarifa zero ainda poderá utilizar o Bilhete Único Mensal Estudante, que custará metade da tarifa de cada formato do cartão – Simples ou Integrado.

Apesar de avançar na concessão de passe livre para estudantil para parte dos estudantes, o reajuste proposto é criticado pelo Movimento Passe Livre (MPL), que considera que o mesmo devia ser concedido para toda a população. O MPL convocou um ato para a próxima sexta-feira (9), com o objetivo de revogar o aumento, como ocorreu em junho de 2013.

Para o movimento, o transporte é o que garante a efetividade dos direitos fundamentais como saúde e educação, já que isso demanda deslocamento. E assim deve ser tratado como um direito também. “Um novo aumento irá excluir ainda mais gente do transporte coletivo – e da cidade. E não é porque um trabalhador recebe vale-transporte que ele não sentirá o impacto: o aumento restringe ainda mais a sua mobilidade à ida e vinda do trabalho e fecha as portas da cidade para qualquer outra atividade”, defende o movimento.

Na tarde de hoje, o Passe Livre realizou uma aula pública para discutir o transporte coletivo na capital paulista.

A prefeitura defende que o reajuste é necessário para manter o funcionamento do sistema. E que o mesmo ficou abaixo da inflação acumulada desde o último reajuste, em Janeiro de 2011. A inflação acumulada foi de 27% e o reajuste ficou em 16,67%. “Na média de todos os usuários pagantes, o reajuste (considerando os congelamentos dos temporais e a gratuidade para os estudantes) foi de 7,4%”, defende o governo municipal.

O orçamento paulistano para 2015 prevê ainda um subsídio de R$ 1,4 Bilhão para o transporte coletivo, pois o custo do sistema não é pago somente com a receita obtida das tarifas. O custo do transporte da capital foi de R$ 6 bilhões em 2014. No entanto, a consultoria Ernst&Young apontou a possibilidade de reduzir esse valor em cerca de R$ 693 milhões, adequando os custos de combustível, mão de obra e equipamentos aos padrões de mercado.

As tarifas do Metrô e da CPTM também terão reajustes de R$ 3,00 para R$ 3,50. Menos lembrados nas queixas cotidianas sobre o aumento, os dois sistemas têm um custo cotidiano menor que o sistema de ônibus municipal. E a receita do Metrô supera os gastos com alguma folga. Nos valores não estão computados os investimentos.

O gasto total de funcionamento do Metrô em 2013 foi de R$ 2 bilhões, enquanto as receitas foram de R$ 2,05 bilhões. Já na CPTM o custo anual foi de R$ 2,3 bilhões. Porém, com a queda do reajuste em 2013 a receita foi R$ 1,9 bilhão. O que levou o governo estadual a implementar uma forma de subsídio na companhia.

Fonte a Notícia: Diário da CPTM
Imagem: MobilidadeSP

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Bilhete Único Mensal tem baixa adesão em São Paulo

A Prefeitura de São Paulo conseguiu cumprir a meta da gestão Haddad de implantar o Bilhete Único Mensal, entretanto a funcionalidade esta tendo baixa adesão, pelo menos é o que mostra uma reportagem do jornal “Folha de São Paulo”.

No mês de Abril o meio de pagamento foi usado apenas por 33 mil passageiros, o que representa 4% da meta da administração municipal. Por outro lado, a forma mensal no pagamento da tarifa vem crescendo, sendo que desde janeiro foi registrado um aumento de 275%.

Já a prefeitura afirma ainda ser cedo para analisar os dados.

A reportagem sugere que um dos fatores para a falta de procura do Bilhete Único Mensal esta relacionada ao preço. Os passageiros que quiserem optar por este meio de pagamento precisam gastam R$ 140 para poder usar as linhas de ônibus municipais por 30 dias. Já se quiserem incluir o uso do Metrô e da CPTM junto ao ônibus, o valor sobe para R$ 230,00. Estudantes pagam R$ 70 ou R$ 140 respectivamente.

No sistema de transporte de Londres, por exemplo o beneficio passa a ser vantajoso para usuários que usam mais de 25 viagens por mês. Já em São Paulo, o Bilhete único Mensal só é melhor para quem usa mais de 46 viagens de ônibus, e 49 entre as linhas municipais e o sistema metroferroviário.

Outra queixa, é a burocracia para conseguir este bilhete. Muitos usuários nem sabem como aderir ao meio de pagamento mensal.

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo/Via Trólebus

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Cota de Usuários do Bilhete Único Mensal tem adesão de 2% no 1º dia

Um balanço divulgado no final da tarde deste sábado pela secretaria de Transportes de São Paulo mostra que entre a meia noite e às 17h, 185 passageiros carregaram o Bilhete Único mensal. O benefício para os usuários do transporte público da capital começou a funcionar no último sábado.
De acordo com o levantamento, 124 aderiram ao cota mensal -- 91 usuários compraram o bilhete único somente para o transporte de ônibus, 5 só para trens e metrô e 28 optaram por recarregar o cartão mensal para os dois sistemas.

O número é relativamente pequeno se for comparado com o universo de 6 mil usuários que já buscaram seus bilhetes nos postos da SPTrans. No total, apenas 2% da população que já está com o cartão do Bilhete Único mensal fizeram a adesão.

Segundo o balanço, outras 61 pessoas fizeram uma recarga comum, ou seja, colocaram um valor inferior ao estipulado para que o usuário possa usufruir do transporte público de maneira ilimitada durante um mês.

Podem fazer quantas viagens quiserem no sistema de transporte público ao longo de 31 dias, aqueles que pagarem uma tarifa fixa. Para uso só em ônibus ou só no Metrô e CPTM, a tarifa mensal será de R$ 140. Para uso integrado nos três sistemas, o valor sobe para R$ 230.

Cerca de 60 mil cartões já estão nos postos de entrega. Para usufruir da nova tarifa, eles ainda precisam escolher um plano mensal e efetuar o pagamento no site ou nos postos da SPTrans.

A expectativa da prefeitura é de que o interesse pelo novo cartão cresça com a adesão de estudantes e de empresas, que pagam o vale-transporte. Juntos, eles representam 35% dos pagamentos. A prefeitura encomendou 2,3 milhões de cartões.

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo

ÁGUAS MISTERIOSAS E AGITADAS IRÃO MERGULHAR NO SEU CORAÇÃO. “AGUAS CLARAS E SOMBRIAS”, SUA NOVA NAVEGAÇÃO DESTE BLOG, DE SEGUNDA A SEXTA ÁS 19:00

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Bilhete Único é bom, ruim é encontra-lo a venda

Uma coletiva na sede da Prefeitura de São Paulo, o Prefeito Fernando Haddad e o Governador Geraldo Alckmin apresentaram oficialmente ontem de manhã o Bilhete Único Mensal.
 
No evento, as duas autoridades negaram que eventuais subsídios ao modelo possam resultar no aumento da tarifa do transporte público na cidade em 2014, atualmente em R$ 3. Em junho, após intenso clamor popular, a dupla revogou o aumento de R$ 0,20.

O Bilhete Único Mensal passará a valer no próximo dia 30. Porém, menos de 20% de seu potencial está preenchido. Até ontem, segundo a Prefeitura, 141 mil usuários fizeram o cadastro necessário para ter acesso ao novo sistema de cobrança, em um  universo estimado de 861 mil pessoas.

“A referência (com o uso do Bilhete Único Mensal) deixa de ser a ida ao trabalho e passa a ser de usufruir a cidade”, disse Haddad, sobre a possibilidade de andar de ônibus, Metrô e CPTM quantas vezes quiser no período de 30 dias ao preço de R$ 230.

cadê o bilhete?/ Apesar do clima de euforia dos políticos , nas ruas o que se vê é um sistema defeituoso. O Bilhete Único comum desapareceu dos pontos de venda das estações do Metrô Santa Cecília, Marechal Deodoro e Barra Funda, todas no Centro.

“Os cartões chegam às quintas-feiras de manhã. Mas a quantidade é tão pequena que em duas horas acaba tudo”, disse uma funcionária do ponto de venda da Estação Marechal Deodoro.

Situação similar foi flagrada na Barra Funda. “Chegou hoje (na quinta-feira) de manhã, mas acabou rapidinho. Agora, vai ter nova remessa apenas na próxima quarta ou quinta-feira”, disse a atendente.
Na Estação Santa Cecília, a funcionária do guichê  limitou-se a dizer que não havia cartões à venda. “Não faz muito tempo esqueci o bilhete em casa e fui comprar um na Barra Funda, mas não tinha. Tive de comprar o bilhete unitário de papel e fiquei sem o direito de fazer a integração com o ônibus pagando menos”, reclamou a artesã Vanderléia Moraes Monteiro.

Em nota, a SPTrans informou que não foi avisada pela empresa terceirizada responsável pela venda do Bilhete Único comum sobre a falta de cartões para os usuários nas estações.  A autarquia municipal também garantiu  que “mensalmente abastece a cidade com cerca de 300 mil novos cartões”.

De acordo com a SPTrans, o número é suficiente para que não falte o bilhete  nos postos de venda. “A distribuição de cartões é feita pela SPTrans diretamente às empresas autorizadas a vender crédito de transporte público e a gestão da quantidade direcionada para cada um dos pontos de recarga é feita pelas credenciadas.”

Já a  Rede Ponto Certo, empresa que tem o direito de explorar a venda do Bilhete Único em São Paulo, também em nota, esquivou-se  da responsabilidade e informou “que a emissão e o fornecimento dos cartões de Bilhete Único  para as empresas credenciadas é de responsabilidade da SPTrans”. “Faltas de cartões podem ocorrer em momentos de picos, mas são repostos com urgência”, diz a empresa.

Alguém vai ter de pagar a conta

Antes de mais nada, é preciso ressaltar que, apesar de tardia,  a criação do Bilhete Único Mensal é uma boa novidade pois permite uma flexibilização do sistema, atualmente engessado a moldes por vezes ultrapassados.  Portanto, trata-se de uma real tentativa das esferas municipal e estadual de ajudar a população que depende do transporte público para se locomover.

Apesar disso, tanto a Prefeitura como o governo do estado terão de aumentar o número de ônibus, trens e Metrô nos finais de semana. A adesão ao Bilhete Único Mensal  valerá a pena, principalmente, para quem usar o modelo aos domingos e feriados, dias em que a frota é menor.

Obviamente, crescerá a demanda e, consequentemente, aumentarão os custos das empresas do setor, de pagamento de hora extra a combustível e manutenção técnica. Resta saber quem vai pagar essa conta.
 
Fonte da Notícia: G1

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Governador anuncia um Bilhete Único Mensal próprio somente para CPTM e Metrô

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin afirmou nesta terça-feira (19) que vai oferecer um modelo próprio de bilhete mensal válido exclusivamente para quem usa apenas trens do Metrô e da CPTM. O projeto foi batizado de "Bilhete Mensal dos Trilhos".

"Cerca de 30% das pessoas só usam trilho, só Metrô e trem, e para essas nós vamos fazer também o bilhete mensal. Vai ter que fazer um cartão especial", disse o governador. O valor do bilhete ainda está em estudo.

O anúncio ocorre às vésperas de o Prefeito Fernando Haddad colocar em funcionamento uma promessa de campanha: o Bilhete Único Mensal, previsto para estrear no dia 30 de novembro. Alckmin anunciou nesta terça-feira também que quando este Bilhete Único da prefeitura entrar em funcionamento permitirá a integração com o Metrô e CPTM. "Sem o trem e o Metrô, o interesse seria muito pequeno", disse. A expectiativa é que o valor do Bilhete Único Mensal, considerando ônibus, trens e metrô, seja anunciado na quinta-feira (21).

A versão tradicional do Bilhete Único já é aceita em trens e Metrô. Quando um passageiro utiliza em um mesmo período ônibus e transporte sobre trilhos, ele paga o chamado valor de "integração". O passageiro que hoje usa ônibus e Metrô paga uma tarifa de R$ 4,65, enquanto a tarifa única, tanto dos trens quanto ônibus, é de R$ 3.

Técnicos das duas esferas de governo estudam agora qual seria o valor da integração para todo o mês. Segundo o prefeito Fernando Haddad, é analisada a possibilidade de haver uma modalidade de pagamento chamada "bilhete integração", que pode usar o próprio cartão do Bilhete Único Mensal, e que seja válida pelo período de um mês e que também seja aceito em todos os sistemas de transporte.

Técnicos do estado e do município se reúnem há 60 dias para tratar da integração dos sistema. Sem a integração, a Prefeitura previa que o Bilhete Único Mensal custaria R$ 140. "Nós não tínhamos segurança da adesão do governo do estado. Então, nós lançamos o preço do bilhete mensal para o ônibus. Com base na tarifa de 3 reais, 140 reais. Isso está decidido", disse Haddad.

Capital paulista 
 
Segundo o diretor de gestão econômico-financeira da SPTrans, Adauto Farias, até quinta-feira (7), 120 mil pessoas tinham feito a solicitação de cadastro para obter o bilhete - o equivalente a apenas 2% do número de passageiros de ônibus, um total estimado em 6 milhões.

A Prefeitura espera que tal índice cresça com a efetivação do projeto e uma otimista adesão do Metrô e da CPTM. Por ora, quem utiliza os respectivos transportes sobre trilhos não será beneficiado pelo bilhete mensal. A economia será sentida a partir da 46° viagem de ônibus.

Eclusa 
 
Alckmin iniciou nesta terça a construção da eclusa da barragem da Penha, na Zona Leste de São Paulo . A eclusa acrescentará 14 km ao trecho navegável do rio Tietê na região metropolitana, totalizando 55 km. Trata-se de uma estrutura que permitirá a embarcações superar obstáculos de relevo.

A estrutura será voltada principalmente a embarcações usadas para o desassoreamento do rio. Poderá ser usada também para transporte de materiais como concreto, e no futuro, para o transporte de passageiros.
 
Segundo Alckmin, a estrutura é importante para a macrodrenagem da capital e para o transporte. O custo do transporte cairá de R$ 1,50 para R$ 0,50 por tonelada transportada por barcaça. O fato estimula o uso da hidrovia em detrimento de caminhões, segundo o governo, e traz vantagens para o meio ambiente. 

Alckmin ainda destacou que o desassoreamento do rio, com a retirada de 5 milhões de metros cúbicos de material assoreado, será o equivalente à construção de 65 piscinões semelhantes a um existente hoje na região do Pacaembu.

A obra será executada pelo consórcio Cetenco/Brasília Guaiba, vencedor de licitação. Segundo o governo do estado, a previsão de conclusão é outubro de 2015.  
 
Fonte da Notícia: G1

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