Pesquisa

Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Plantador de orquídeas muda a paisagem da Linha 9-Esmeralda

Mesmo sem se conhecerem, pessoas que amam a cidade estão buscando soluções para melhorar a paisagem urbana. Um auxiliar de limpeza, que presta serviço na CPTM, iniciou uma generosa ação ao espalhar mudas de orquídeas ao longo da ciclovia Rio Pinheiros.  

Apaixonado pela natureza, Olímpio Celestino Chaves Filho, de 50 anos, trabalhou muitos anos como jardineiro. Ele não conhecia o projeto “Mil Orquídeas Marginais”, que desde dezembro de 2014 devolve orquídeas nativas às margens do Rio Pinheiros.

Lentamente Olímpio tem espalhado orquídeas por onde passa. Com os anos de experiência, ele conseguiu multiplicar as orquídeas: “de uma muda, fiz sete e fui dobrando este número”, explica.
Ver o fruto do seu trabalho crescendo e florescendo nos troncos das árvores é, segundo Olímpio, a maior recompensa. Inclusive, ele está colhendo os frutos: sua nobre intenção está servindo de exemplo para outras pessoas que estão doando mudas para que ele continue embelezando a região. O trabalhador garante que as margens das estações da CPTM continuarão coloridas, pois ele prosseguirá com a missão de espalhar as orquídeas por onde passar.
A esse belo trabalho, soma-se o projeto Mil Orquídeas Marginais, de Alessandro Marconi e Carolina Sciotti. A dupla devolve orquídeas nativas às margens dos rios Pinheiros e Tietê. O sonhador Olímpio diz: “quero ver de longe a orquídea acenando para todos os carros da marginal do alto das árvores”. 

Fonte da notícia: CPTM.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Mural na Estação Cidade Jardim mostra vida marinha

A Estação Cidade Jardim, na Linha 9-Esmeralda da CPTM, está de cara nova. A estação ganhou, neste mês de Setembro de 2016, um mural gigante retratando um polvo com 24 metros.

O mural integra o projeto Gigantes do Mar, que tem o objetivo de pintar 80 painéis em cidades brasileiras e no exterior, estampando animais marinhos em tamanho real. Esta é a oitava obra do artista realizada pelo projeto. Nesta edição, a Estação Cidade Jardim, umas das mais bonitas arquitetonicamente da capital paulista e que recebe milhares de usuários diariamente, foi a escolhida para receber a nova obra.

“O objetivo é sensibilizar as pessoas, através da arte, sobre a importância da preservação da vida marinha e dos oceanos”, conta Erick, que criou o projeto em 2015. “Faço trabalhos marinhos no litoral e gosto muito de pintar em São Paulo. Aqui, temos a linguagem do grafite mostrando a vida nas grandes metrópoles e eu trago o oposto, um pouco de mar para a cidade”. A obra produzida por Erick causa curiosidade no público, impressionando pelo tamanho e pela beleza dos tons azuis do oceano.

Em fevereiro deste ano, o artista grafitou uma baleia Jubarte no Espaço Cultural da CPTM na Estação Brás. “É muito gratificante saber que através das minhas pinturas posso passar uma mensagem de preservação dos oceanos”, diz Erick. “Precisamos agir rapidamente para salvar o planeta e acredito que a arte é um poderoso instrumento de mudança”, conclui.

Gigantes do Mar

Em seu primeiro ano, o projeto executou seis murais. Na Bahia, as cidades de Alcobaça, Caravelas, Itacaré e Ilha de Itaparica foram selecionadas para receberem as obras. No Rio Grande do Norte, o artista realizou o trabalho em Parnamirim. Na capital paulista, ele pintou um enorme tubarão branco no IFSP, localizado na zona norte. Na Estação Brás da CPTM, o artista criou um mural gigante, com 15 metros de largura, retratando uma baleia Jubarte e seu filhote. Após instalar o painel na Estação Cidade Jardim, o próximo trabalho de Erik é um painel na cidade portuguesa de Nazaré, em Outubro de 2016.
 
Fonte da Notícia: CPTM

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Off-Topic: Entrevista sobre a CAMBIO

Paulo Kioshi Yamashita estuda Ciências Biológicas no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB/USP), além de participar da Comissão Ambiental da Biologia (CAMBIO), um projeto de extensão do curso de biologia com reuniões semanais toda quarta-feira feita por alunos da USP, no Jardim do Instituto de Biociências da universidade. O objetivo do projeto é agir sobre os problemas presentes na sociedade e conscientizar as pessoas sobre formas de sustentabilidade.
Durante uma das reuniões, Paulo conta que a CAMBIO possui atividades proporcionadas pelos próprios estudantes e que todos são sensibilizados pelo projeto. Feiras de livros, projeto de Maracatu com instrumentos reutilizados e o projeto de compostagem no instituto de biociências foram apenas uns dos muitos que levaram o aluno da USP a se tornar membro da comissão em 2014, afirmando ainda que o vê como um meio de retribuição à sociedade por estar estudando em uma universidade pública.
Apesar de atualmente a comissão contar com uma média de seus 30 participantes majoritariamente estudantes do curso de biologia, a CAMBIO assegura não querer se restringir a pessoas de uma só área nem somente de estudantes da USP, uma vez que necessita da integração daqueles que tenham diferentes conhecimentos e experiências e, assim, expandir cada vez mais as metas do projeto.
Paulo afirma que a ação mais marcante que já realizou pela CAMBIO é uma pela qual se empenha em reverter os quadros problemáticos que os indígenas das aldeias no Jaraguá vivenciam. “Quando falamos a palavra ’aldeia’ logo pensamos em ocas, fogueiras e muita vegetação, porém, quando vemos a realidade dessas aldeias remanescentes em São Paulo e outros locais urbanos vemos que o aspecto é bem diferente”, explica ele, “quando uma criança Guarani te abraça só por você estar ali com ela, isso definitivamente muda a vida de todos os envolvidos”.
Amanda Sodré: Por que você começou a participar da Comissão Ambiental da Biologia?
Paulo Yamashita: Eu sempre gostei de Biologia. Desde criança eu sou aquele tipo de pessoa que gosta de observar o meio a minha volta, estar em contato com a natureza, tentar compreender como a vida se manifesta e todos seus fenômenos, processos e diversidade. Mas eu também sempre fui uma pessoa que gosta de cuidar dos animais e das plantas; sempre me indaguei sobre o descaso social, o maltrato de animais etc.
Então vi que na CAMBIO eu poderia alcançar esses objetivos, assim como os demais membros da comissão, que possuem pontos em comum nesse tipo de pensamento. Percebi que poderia agir sobre os problemas que encontramos na nossa sociedade, seja cuidando das pessoas, dos animais ou do meio ambiente, pois está tudo interligado, juntos temos maior força de ação e somos mais fortes.
AS: Como isso influencia a sua vida? Muda alguma forma suas decisões no dia a dia?
PY: Quando trabalhamos, ou melhor, lutamos pelas devidas causas que a CAMBIO luta, passamos a olhar para o mundo, para as coisas e para as pessoas de outra forma. A CAMBIO é um imenso baú de ações. Todos os projetos surgem a partir de ideias de seus integrantes, e essas ideias são desenvolvidas por todos até se tornarem um projeto ou uma ação. Sendo assim, constantemente eu estou tentando acumular ideias para novos projetos e ações. Minhas decisões são tomadas depois de muito pensar sobre as consequências da mesma, ou seja, me pergunto se aquela decisão não irá prejudicar pessoas, o meio ambiente, outros animais, enfim. Antes de tomar minhas decisões medito muito para verificar se isso não irá contra os meus princípios éticos e ideológicos.
AS: Quanto tempo duram as reuniões e quantas vezes por semana os membros costumam se encontrar? Tem algum dia específico?
PY: As reuniões ocorrem atualmente ás quartas-feiras na hora do almoço, por volta das 12h30 e vão, geralmente, até as 14h00. Elas ocorrem no Jardim do Instituto de Biociências da USP, onde estudamos. Achamos que o jardim é um ambiente mais adequado para nossas reuniões: lá ficamos mais a vontade, mais em contato com a natureza. Somente quando temos que utilizar o computador recorremos a alguma sala de aula do Instituto.
AS: Existem outras formas para que pessoas interessadas possam contribuir e ajudar?
PY: Sim! Quando realizamos algum projeto que demanda doações, como ração para cachorro, livros, agasalhos, brinquedos, etc. as pessoas podem contribuir muito com doações. Mas a contribuição também pode ser de mão de obra, fornecimento de algum material para usarmos em alguns projetos, ideias, contatos uteis, etc.
AS: Você participa de outros projetos de extensão?
PY: Sim, sou membro da Estação Biologia, que é um programa de visitas escolares. Nele, por ser um projeto de extensão, tentamos retribuir para a sociedade em forma de serviços, sendo que o “serviço” que prestamos é passar o conhecimento de Biologia para as pessoas. A EB funciona da seguinte forma: recebemos visitas escolares, tanto de escolas públicas (onde a visita não tem nenhum custo para a escola) quanto de escolas particulares (onde há um custo de visita para a escola), dentre as atividades tratamos os mais variados temas, como evolução, diversidade, sustentabilidade, sexualidade e muitos outros. Temos um espaço físico onde realizamos as visitas, reuniões e manutenções para cuidar de nossos materiais, alguns deles vivos. Mas realizamos também diversos eventos entre nós, como discussões, cine-debates, rodas de conversa etc.
AS: A CAMBIO faz projetos fora de São Paulo?
PY: Não há projetos fixos fora de São Paulo. Porém quando há alguma demanda fora de São Paulo que algum de nossos projetos ou ações podem atender nós nos deslocamos.
13. Quantas pessoas, em média, fazem parte da Comissão?
Em média de 30 a 35 pessoas, porém nem todas são efetivamente ativas.
AS: Vocês possuem parceria com alguma ONG?
PY: Não temos parceria fixa com ONGs, mas, quando algum de nossos projetos atendem as demandas de alguma ONG e podemos ajudar nós nos articulamos. É o caso da feira de trocas de livros. Muitas pessoas doam livros ou deixam mais livros do que pegam, então o excedente nós doamos para alguma ONG que aceite esses livros; as campanhas do agasalho e brinquedos também, quase sempre a arrecadação vai para uma ONG. Procuramos variar as ONGs, ou seja, evitamos doar todos os anos para um mesmo local, para atender o maior numero de pessoas diferentes possível.
AS: Desde quando a Comissão organiza atividades e projetos?
PY: A CAMBIO é ativa desde sua fundação, no ano de 2009.
AS: Existe um público – alvo?
PY: Dependendo do projeto as ações são direcionadas a um publico alvo específico, como por exemplo, a campanha de brinquedos é direcionada para crianças. Mas se não há esse direcionamento tentamos impactar o maior numero de pessoas possível.
Reportagem: Amanda Sodré Soares e Carolina Gouveia Martins Araujo

domingo, 25 de setembro de 2016

Off-Topic: Um projeto feito de sustentabilidade, juventude e amor

Entre apelidos e brincadeiras trocados por alunos novatos e veteranos da USP durante uma rotineira reunião do projeto de extensão do curso de biologia, o clima divertido com que se apresentam as tardes de quartas-feiras no Jardim do Instituto de Biociências da universidade conduz à uma conversa agradável que acaba por definir os futuros rumos e atividades da CAMBIO (Comissão Ambiental da Biologia), que visa em sua amplitude agir sobre os problemas presentes na sociedade e abranger os três conceitos que compõem a sustentabilidade no que diz respeito ao âmbito econômico, ambiental e social.
 
Constituída por jovens estudantes cujos pensamentos cooperam para alcançar objetivos sustentáveis, a CAMBIO possui atividades proporcionadas pelos mesmos. Feiras de livros, projetos de doações e o projeto de compostagem no instituto de biociências foram apenas uns dos diversos que levaram Paulo Kioshi Yamashita a se tornar membro da comissão em 2014, afirmando ainda que o vê como um meio de retribuição à sociedade por estar estudando em uma universidade pública.
 
Apesar de atualmente a comissão contar com a média de seus 30 participantes majoritariamente estudantes do curso de biologia, a CAMBIO assegura não querer se restringir a pessoas de uma só área nem somente de estudantes da USP, uma vez que necessita da integração daqueles cuja divergência de pensamentos, conhecimentos e experiências faça expandir cada vez mais as metas do projeto.
 
Embora difícil escolher uma ação entre tantas capazes de mudar sua forma de pensar e agir em sociedade, Paulo afirma que a mais marcante é uma pela qual se empenha em reverter os quadros problemáticos de saúde, alimentação e política  que os indígenas das Aldeias Tekoa Pyau e Tekoa Ytú, no Jaraguá, vivenciam e também aproximar as novas gerações da natureza. “Quando falamos a palavra ’aldeia’ logo pensamos em ocas, fogueiras e muita vegetação, porém, quando vemos a realidade dessas aldeias remanescentes em São Paulo e outros locais urbanos vemos que o aspecto é bem diferente”, explica ele.
 
Processo de compostagem
Para participar do projeto, o membro da CAMBIO brinca que não precisa de muito, só de um abraço e muito carinho e reforça que a filosofia do projeto é capaz de mudar vidas: “quando uma criança recebe um brinquedo com um sorriso; quando uma pessoa recebe aquelas roupas com um abraço; quando as pessoas saem carregando um monte de livros nas mãos com uma felicidade imensa ou quando uma criança Guarani te abraça só por você estar ali com ela, isso, definitivamente, muda a vida de todos os envolvidos.
 
Reportagem de Amanda Sodré e Carolina Gouveia
Imagens: Amanda Sodré

 


Off-Topic: Alternativa Sustentável

A cidade de São Paulo encara como um desafio já conhecido a questão da mobilidade pública e do transporte, no ponto que diz respeito às políticas ambientais e sustentáveis do país. A opção pelo carro, juntamente com as taxas de urbanização que crescem hoje em dia e as limitações das políticas públicas de transporte coletivo levou não somente à paralisia do trânsito como aos problemas ambientais de poluição atmosférica e de ocupação do espaço público. 
Pode-se dizer que o transporte motorizado individual é insustentável, porque gera congestionamentos e contribui para um ciclo responsável pela degradação da qualidade do ar, aquecimento global e comprometimento da qualidade de vida nas cidades, no que diz respeito ao aumento significativo nos níveis de ruídos, perda de tempo, degradação do espaço público, atropelamentos e stress, entre outros problemas.  
Os veículos elétricos são uma ótima opção para uso privado. O transporte público, entretanto, tem suas limitações, pois ônibus elétricos requerem linhas elétricas aéreas ou longos tempos de recarga para ficar em execução.
No caso dos ônibus, a eletricidade vem de energia hidroelétrica e o tempo de carga não interfere no fluxo de trânsito. A cobertura montada para o sistema de carregamento é conectada no próprio ônibus e alimenta também os componentes eletrônicos do interior, como iluminação e portas automáticas. Já os flash-carregadores serão colocados em cada 3 ou 4 pontos parada e o design do carregador é alterado para atender às necessidades de cada parada.
Se tudo funcionar como o planejado, o transporte de massa ficará mais inteligente, tornando as cidades mais limpas, reduzindo os ruídos, a poluição e o custo de operação do transporte público e também contribuindo para a melhoria da cidade.
 
Reportagem: Amanda Sodré Soares e Carolina Gouveia

terça-feira, 5 de julho de 2016

Exposição sobre animais da fauna brasileira se encontra nas Estações Villa Lobos-Jaguaré Pinheiros de 04 à 29/07/2016


A exposição "Bichos do Brasil", da artista plástica Walkiria Barone, continua sua viagem pela CPTM e está em cartaz na Estação Pinheiros, na Linha 9-Esmeralda.

Até o dia 29/07/2016, quem passar pelos locais pode conferir a pintura de diversos animais da fauna brasileira como tatu, anta, capivara e tamanduá entre outros, que também dão um novo colorido para os muros e vidros das estações.

Com ilustrações contemporâneas, figurativas e até mesmo didáticas, há cinco anos a exposição "Bichos do Brasil" viaja por diferentes cidades e, desde o mês de Abril de 2016, traz às estações da Linha 9-Esmeralda, o colorido brasileiro. A artista já assinou intervenções em vários estados do Brasil e também no Metrô de Nova Iorque.

As figuras serão expostas nos muros e vidros, de forma a serem vistas de dentro e fora das estações.
 
Walkiria Barone e os "Bichos do Brasil"

Formada pela FAAP, a artista plástica Walkiria Barone coordena projetos na Escola de Artes para Crianças, a Casa Imaginária. A série Bichos do Brasil é o resultado da admiração da artista pelos animais e pela arte. Com o intuito de despertar a consciência para a preservação das espécies, principalmente as que estão em extinção, Walkiria busca lugares inusitados para expor "seus animais". Para desenvolver seus projetos, a artista conta com a ajuda de seu filho, André Barone.​

Evento: Exposição "Bichos do Brasil"
 
De 04/07 a 29/07/2016
Local: Estação Pinheiros e Estação Villa-Lobos-Jaguaré, na Linha 9-Esmeralda​
 
Fonte da Notícia: CPTM

quinta-feira, 17 de abril de 2014

CPTM faz remanejo de plantas da região da Futura Estação Poá

A CPTM fez uma doação de 105 mudas de árvores à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais de Poá. Trata-se de uma compensação ambiental que foi realizada em 2012 pela empresa, devido às obras de modernização da estação no centro da cidade, que foram iniciadas há 17 meses, no qual algumas árvores estão sendo retiradas de dentro da estação, inclusive da calçada, para o andamento dos serviços de reforma e adequação.

A reportagem do Dat esteve no local e constatou que a CPTM também retirou árvores do calçamento da avenida Brasil e fixou uma placa em frente a uma das entradas da estação de Poá, que está fechada anunciando a iniciativa. O acesso à entrada da estação naquele trecho está fechado desde o dia 20 de janeiro. No local também havia máquinas e um caminhão que carregava as árvores que foram retiradas daquela área.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, foram doadas pela companhia 105 mudas de quatro espécies para a cidade, sendo que 25 são de Aroeira Salsa, 26 de Guapuruvu, 26 de Guatambu e 27 mudas de Manacá da Serra. A administração não informou onde essas mudas foram plantadas. As obras de modernização iniciadas em novembro de 2012 vão beneficiar 300 mil usuários.

Fonte da Notícia: Diário da CPTM