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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Governo Temer projeta restaurar ferrovias abandonadas no Estado de São Paulo

O Governo Federal de Michel Temer quer a retomada de trilhos ociosos e planeja novos critérios para a renovação das concessões ferroviárias. Uma medida provisória deve dar poder à equipe que coordena o Programa de Parcerias de Investimentos para reorganizar a malha sobre trilhos e desvincular trechos dos contratos de concessão.
A intenção é regularizar os trechos “esquecidos” pelas empresas. Estima-se que pelo menos 18 mil quilômetros de vias férreas estejam ociosos no país.
O modelo atual é um resquício da privatização feita na década de 90, que dividiu as concessões ferroviárias em lotes grandes em detrimento do interesse pontual pelos trechos. As concessionárias então concentraram as operações nas rotas mais rentáveis e deixaram de lado as secundárias.
O governo ainda pretende trazer novos termos para as negociações dos contratos das concessionárias. Um dos pontos está o da exploração compartilhada das ferrovias, o que acabaria com a exclusividade sobre o uso de determinados trechos pelas concessionárias.
Fonte da notícia: Portal Via Trolebus.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Audiência pública discutiu sobre Trens Regionais para São Paulo ontem (05/07/2016)

Prometido na gestão passada do Governo Alckmin, o projeto de trem regionais do Estado de São Paulo teve uma nova audiência pública entre autoridades para discutir viabilidade de implantação. A assembleia aconteceu na Câmara Federal ontem (05/07/2016).

Participaram da reunião, Maurício Quintella Lessa, Ministro dos Transportes; Clodoaldo Pelissioni, Secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo; Eduardo de Castro, diretor-presidente da EPL; Jorge Luiz Macedo Bastos, diretor-geral da ANTT; e José Manoel Ferreira Gonçalves – presidente da Ferrofrente.

A ideia do Governo Estadual é construir uma malha de 431 quilômetros de trilhos, com 24 estações, e interligar as regiões metropolitanas de Campinas, Vale do Paraíba, São Paulo e Santos.

A malha consiste em inicialmente em dois eixos, sendo um deles partindo de Sorocaba até Pindamonhangaba, e o outro trajeto entre Americana até Santos. As duas ferrovias se encontrariam em uma estação em São Paulo. O custo previsto para a interligação está estimado em R$ 20 bilhões sendo R$ 4 bilhões de recursos públicos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Especial: Cadê o debate sobre políticas públicas na CPTM?

Trem Série 4400 da CPTM (Linha 11-Coral)
Em mais uma abordagem rasa e tipicamente sensacionalista, a forma como o arrastão no trecho Guaianazes-Estudantes da Linha 11-Coral da CPTM foi noticiado é mais uma demonstração de que, nos subúrbios, pouco importa além do espetáculo em torno da violência.

A imprensa, sempre a imprensa

Agora a crítica não vai para o Estadão, mas para a Globo, que por meio de seu portal G1 e da afiliada TV Diário, decidiu cobrir algo que, até então, só havia sido comentado no Twitter:

E qual o problema da cobertura feita pela emissora e seu portal de notícias? A priori, nenhum, mas quando temos um serviço de transporte historicamente estigmatizado, que não necessariamente atende as áreas mais prestigiadas da Grande São Paulo, o mínimo que se espera é bom senso e a falta dele, observe, já começa pelo título, um belo alerta de sensacionalismo: ’Quando olhei, tinha um 38 na minha cara’, diz vítima de arrastão, com uma escolha tão chamativa (e infeliz), a narrativa não tem outro tom: no espetáculo da violência, ninguém é convidado a pensar sobre políticas públicas, sobre papel do Trem Metropolitano, que como elemento indutor de desenvolvimento, não deveria ficar refém de problemas que ele, como elemento estruturante do território, poderia amenizar.

É verdade que também houve uma outra notícia do G1 sobre o mesmo ocorrido, mas com um título mais ameno: Trio armado faz arrastão dentro do trem da CPTM em Ferraz, o problema é que, além de ser ainda mais sucinta, não tem uma postura lá muito diferente.

Nossa vida em segundo plano

O que precisa ser deixado claro aqui é que, não são só as políticas públicas e a infraestrutura de transporte de massa que ficam em segundo plano, mas as vidas de todos inseridos no contexto, ou seja, você que usa a Linha 11-Coral, você que mora em Ferraz de Vasconcelos, você que mora em Guaianases, você que, enfim, vive no Alto Tietê e/ou no extremo leste da capital paulista.

A Linha 11-Coral, definitivamente, é indispensável para mais de 200 mil pessoas, mas não tem contribuído para, em conjunto com atores do setor público e privado, interligar todo um conjunto de novos equipamentos capazes de transformar a realidade social da região. E ninguém na Globo ou suas afiliadas, como a TV Diário, parece ser capaz de dispensar dois segundos para dizer o que estamos dizendo aqui.
Estação Ferraz de Vasconcelos (Linha 11-Coral)

Mais do mesmo

Ninguém precisa ser um gênio para saber que faltam funcionários na CPTM, ninguém precisa ser um gênio para saber que recorrentemente pessoas entram no leito ferroviário sem qualquer impedimento, contudo, é dever da Companhia manter a integridade de todas as suas instalações e, por consequência, de todos aqueles que nelas estão e delas dependem. Se o quadro de policiais ferroviários é insuficiente e o Governo do Estado tem dificuldades para ampliá-lo devido ao caráter deficitário da empresa, então alguma medida precisa ser tomada, o que não podemos admitir é que tudo continue como está, com uma modernização lenta e pouco comprometida com as cidades atendidas e uma empresa quase invisível perante os olhos da grande mídia.

Vale lembrar que o diálogo da ferrovia com as cercanias é sabidamente problemático. Lixo no leito, invasões, furto de cabos e equipamentos (Novembro de 2012, Agosto de 2014, Setembro de 2014, Julho de 2015, Abril de 2016), vandalismo (pedradas continuam sendo comuns, por exemplo), são uma constante e continuam contribuindo para reduzir a confiabilidade do serviço, além de marginalizar os passageiros e a própria empresa perante a opinião pública.

É preciso que a CPTM não seja uma cidadã de segunda classe, que se limita a construir estações “blocudas” ou passarelas pouco convidativas, ignorando tudo que acontece ao redor e, consequentemente, passando a ser refém dos problemas dos locais que atende.

Conclusão

A omissão costumeira da imprensa nada mais é do que reflexo da nossa própria omissão. Nós, passageiros, precisamos aprender que sem união e sem esforço, a realidade não vai mudar.

Quem utiliza os trens nos horários de menor movimento não pode ficar amedrontado e se tornar um refém dos caquéticos ônibus intermunicipais da EMTU.

Chegou a hora da ferrovia mostrar que continua sendo importante para tornar as cidades melhores, com mais serviços, melhores trens e estações decentes, tudo para torná-la capaz de criar intrincadas relações socioeconômicas. Todo o corredor ferroviário deve ser sinônimo de desenvolvimento e de excelência, sem exceção, não importando quão delicada seja a periferia atendida, pois o drama existente nada mais é do que um espelho da ausência de uma ou mais esferas governamentais.
 
Fonte da Notícia: Medium.com
Escrita por Caio César
Imagem 1: Créditos Reservados ao Autor
Imagem 2: Caco

quinta-feira, 10 de março de 2016

No Dia da Mulher (08/03/2016), cerca de 200 usuárias renovam a beleza na CPTM

​E​m homenagem às protagonistas de 08/03/2016, Dia Internacional da Mulher, a CPTM promoveu um dia de beleza na Estação Palmeiras-Barra Funda, que atende as linhas 7-Rubi e 8-Diamante. Em parceria com o Instituto Embelleze foram realizados 80 cortes de cabelo, 60 designers de sobrancelha e 60 esmaltações de unhas, entre 9h e 17h.

Durante a ação, cerca de 200 mulheres foram atendidas. Entre elas, estava a vendedora Maria de Melo, de 64 anos, que desembarcou na estação e encontrou a tenda da Embelleze. Sem  perder tempo, ela aproveitou para renovar o visual com um corte de cabelo: “achei a ação muito interessante, porque muitas vezes não sobra dinheiro para ter esse cuidado especial”, conta Maria, que ainda elogiou o atendimento das profissionais.

A instrutora e cabeleireira Rosemary Guedes ressalta o aprendizado e crescimento profissional que adquire em uma ação como essa. “Amo o que faço e me sinto muito feliz ao ver as mulheres gostando do resultado”. Ao seu lado estava Roseli Rocha, uma de suas alunas no instituto, seguindo os passos da professora e já realizando um corte de cabelo.

Por volta das 12h30, Roseli já havia mudado o visual de três mulheres. “Estou feliz por proporcionar isso nesse dia especial e ainda mais por estar aprendendo bastante, me desafiando”, explica a aluna, sempre atenta aos detalhes e se espelhando na instrutora.

Isabel Ferreira de Miranda, 73 anos, mora próximo ao Jabaquara e se programou para ir à estação assim que ouviu o anúncio da ação no rádio, no dia anterior. Queria o serviço de beleza completo, começando pela esmaltação e já pegando senhas para o design de sobrancelha e o corte de cabelo. “Depois que fiquei viúva me descuidei um pouco, mas aqui na estação vou conseguir fazer todos esses caprichos”.

As amigas Aline da Silva, 28, e Thaisa Ramos, 26, correram para a Barra Funda depois de ver a notícia da ação na televisão, no jornal da manhã. Moradoras de Itaquera, foram até a estação para receber os cuidados profissionais. “Eu já me cuido bastante, mas fazer isso sem precisar pagar é melhor ainda”, brinca Aline, que aguardava para cortar o cabelo.

Uma das responsáveis pela realização da ação, Inês Bianche Coelho, gerente comercial e franquiada da Embelleze, se espantou ao ver a dimensão do espaço disponibilizado pela CPTM para a atividade. “Pensamos num local muito menor, mas para nós foi ótimo poder participar de tudo isso no Dia da Mulher”.

Além de proporcionar um dia de beleza para as mulheres, o instituto se preocupou em orientar as usuárias sobre empreendedorismo e cursos ou iniciativas autônomas no ramo da estética. Inês lembra ainda que, para a mulher, esse é um campo de trabalho independente, que se destaca no cenário atual de crise financeira. “Ela pode empreender e fazer o que gosta ao mesmo tempo.”
 
Fonte da Notícia e Imagem: CPTM

quinta-feira, 3 de março de 2016

Aumento da tarifa intensifica venda irregular de bilhetes na CPTM

Trem Série 2100 na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André
Quase dois meses após a tarifa da CPTM sofrer reajuste (passando de R$ 3,50 para R$ 3,80), o comércio que oferece passagem do sistema de maneira irregular têm se intensificado no entorno das estações do Grande ABC.

Ao longo de Fevereiro de 2016, a equipe do Diário do Grande ABC esteve em três estações da Linha 10-Turquesa da CPTM, responsável por atender a demanda de municípios da região e que liga Rio Grande da Serra ao Brás, na Capital. Enquanto em São Caetano o comércio irregular é inexistente, em Santo André e Mauá vendedores tomam conta das calçadas.

Na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André, vendedores irregulares não temem a presença de posto policial localizado ao lado da parada de trens. Em frente à bilheteria da estação, ambulantes realizam a venda de passagem por meio do Bilhete Único e do BOM.

Por se tratar de passagens provenientes de vale-transporte, a maioria é vendida por preço abaixo da tarifa convencional do sistema. Em Santo André, ambulantes ofereciam a passagem por valores que variavam de R$ 3,50 a R$ 3,75.

Atraídos pelo preço baixo e praticidade, usuários incentivam cada vez mais a irregularidade. Aproximadamente dez pessoas realizam a venda ilegal de passagens na cidade

O Diário do Grande ABC esteve na estação do Centro de Santo André para acompanhar a movimentação de clientes e vendedores. Durante dez minutos, 123 pessoas compraram pelo sistema oficial da CPTM, enquanto outras 37 fizeram a aquisição de passagem pelo comércio irregular, o que equivale a 30% do total de vendas.

“Depois que aumentaram a tarifa, as filas estão muito grandes. Compensa bem mais pegar o bilhete com eles (vendedores irregulares). Primeiro porque você paga mais barato. Além disso, a espera na bilheteria é longa. Enquanto você está na fila, perde, no mínimo, dois trens”, relata a operadora de caixa Danileine Ferreira, 29 anos.

Lei trabalhista de 1985 proíbe o trabalhador de revender o vale-transporte. O desrespeito pode render demissão por justa causa. Além disso, quem pratica essa irregularidade é passível de autuação criminal. O usuário que adquire também pode responder por falsidade ideológica.

Em Mauá, onde longas filas são rotineiras, ambulantes aproveitam para fazer a venda do bilhete de papel por preço superior aos praticados nos guichês da estações. O valor vai de R$ 4,00 a R$ 4,50. Embora a tarifa seja mais alta, usuários não se incomodam em adquirir a passagem pelo mercado paralelo. “Já cheguei a ficar dez minutos na fila. É um tempo muito grande, por isso eles conseguem vender”, relata a vendedora Jeniffer Paes Buarque, 23.

Em nota, a CPTM informou que realiza constantes fiscalizações nas linhas de bloqueios das estações visando coibir irregularidades, inclusive no uso ilegal de bilhetes. A companhia informou que, com a adoção da nova tarifa, de R$ 3,80, a demanda por troco aumentou, o que vem provocando filas em algumas estações nos horários de maior movimento. Diz ainda que a maioria dos usuários não tem o hábito de trazer moedas para facilitar a compra do tíquete.
 
Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC 
Imagem: Wikimapia

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Campinas volta a discutir a respeito de transportes sobre trilhos

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VLT de Campinas em operação na década de 1990
Campinas já teve um sistema urbano de transporte sobre trilhos, entre os anos de 1990 e 1995, desativado após o fim da Fepasa. O Prefeito Jonas Donizette, voltou a mencionar a volta de um atendimento de trem na região, e o administrador se reuniu com o Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, como tentativa de participação do Estado na elaboração do programa.

A expectativa é que Jonas termine seu mandado com os projetos prontos. “Iniciamos a conversa e acho que poderemos contar com o Estado para a elaboração do projeto. O momento econômico não favorece a implantação, mas queremos ter o projeto pronto, com estudos de viabilidade econômica, técnica e ambiental para quando for possível, desencadear a implantação. Sem participação do Estado é impossível bancar o projeto”, afirmou o prefeito.

Nesta fase do projeto será definida a tecnologia empregada na nova linha. “Temos que discutir o modelo, mas não há dúvida que a solução para a mobilidade urbana de Campinas tem que incluir os trilhos”, disse Jonas.

Apesar da afirmação, o prefeito disse que o VLT seria economicamente mais viável, na comparação com o Monotrilho e com o Metrô enterrado. A cidade possui 120 quilômetros de leitos ferroviários.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de Steve Morgan

terça-feira, 10 de março de 2015

"Sem água", sanitários da Estação Brás vazam água

Aviso na Estação Brás alertando sobre a falta de água nos sanitários
Apesar de uma placa informar que faltava água, um vazamento inundou um banheiro na Estação Brás da CPTM, na noite de 01/03/2015. A companhia disse que a torneira da pia foi furtada e consertou o vazamento.

Um passageiro do trem que ia para uma festa e precisou usar o banheiro gravou o vazamento. Ele encontrou as placas que indicavam a interdição parcial do banheiro por “insuficiência de água”.

“Você tem uma placa que informa que tá em manutenção, que está em racionamento. Você chega e tem um grande vazamento de água, prejudicando os usuários da CPTM. Na hora que eu entrei estava cheio de água. Eu consegui usar, mas eu voltei vi a placa e decidi gravar o vídeo”, afirmou. No dia seguinte, não havia mais vazamento.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

EPL decide retomar estudos do TAV

A EPL decidiu, discretamente, recomeçar estudos de viabilidade para o TAV, ou trem bala, que ligará Campinas ao Rio de Janeiro. O projeto foi suspenso em Agosto de 2013 pela presidente Dilma Rousseff.

Como os estudos são de 2009 e estão desatualizados, o TCU determinou uma revisão geral dos números considerados no projeto, caso o governo tenha a intenção de tirá-lo novamente da gaveta. A EPL, presidida pelo engenheiro Josias Cavalcante, já tem quase prontos os termos de um edital para contratar estudos que vão trazer novas estimativas de demanda de passageiros e reavaliar o traçado do TAV. Para isso, haverá a necessidade de um intenso trabalho de campo, como a realização de sondagens geológicas.

Antes de lançar uma concorrência pública, no entanto, a estatal aguarda uma decisão política do governo sobre a continuidade do projeto. O que se quer é evitar toda a novela em torno dos preparativos de uma megaconcessão e nova desistência no fim do processo

Poucas pessoas, dento do próprio governo, são favoráveis ao projeto, devido ao alto custo em tempos de aperto fiscal. O maior entusiasta do projeto era o economista Bernardo Figueiredo, que deixou a EPL. Quem também defendia o projeto era o ex-ministro dos Transportes, Paulo Passos, que saiu do governo. Outros setores têm visão mais crítica do empreendimento.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Passageiro ganha 50.000 de indenização após ser atirado para fora de trem da CPTM

Um passageiro que foi arremessado para fora de um trem da CPTM ganhou uma indenização de R$ 50 mil. A decisão veio através de um posicionamento da 19ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP.

De acordo com o processo, Célio Roberto Barros de Oliveira caiu de um trem superlotado da CPTM, que circulava com as portas abertas em razão da superlotação. Com a queda, ele acabou se chocando com uma barra de ferro, sofreu perfuração de pulmão e fratura na costela.

Em primeira instância, o passageiro ganhou uma indenização de R$ 11 mil por danos morais. Ambas as partes recorreram. De um lado, Oliveira pleiteava uma indenização maior, enquanto a CPTM alegava não ter culpa no acidente, que teria sido causado pela própria vítima.

O desembargador Ricardo Negrão, relator do caso, viu mais elementos a favor da versão apresentada pelos representantes do passageiro.

— Os depoimentos pessoais colhidos em audiência conduzem à certeza de que o autor não viajava como ‘pingente’ ou ‘perigosamente do lado de fora do trem’. Como os demais passageiros, o autor era transportado em vagão superlotado, com as portas abertas, situação suficiente para sua queda, no momento em que o trem passava pela curva onde ocorreu o acidente.

Em relação à indenização, Negrão também viu elementos para aumentar o valor fixado. Os desembargadores João Camillo de Almeida Prado Costa e Mario de Oliveira acompanharam o voto do relator. Ainda cabe recurso no caso.
 
Fonte da Notícia: R7

DESEJAMOS A TODOS UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2014