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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Estação Poá é totalmente modernizada com itens de acessibilidade para melhor conforto do usuário

O Governador Geraldo Alckmin esteve em Poá dia 30/08/2016 para entregar obras de modernização da Estação Poá, que atende a Linha 11-Coral. O investimento é de R$ 20.189.267,15. A estação, de acordo com a Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos, recebe cerca de 10 mil pessoas por dia.

As obras começaram em 2012 e tiveram diversas prorrogações no prazo. "Em primeiro lugar nós tivemos alguns problemas de interferência de energia elétrica, tudo mais, e a dificuldade que precisou construir uma plataforma provisória. No começo de 2015, houve um grande contingenciamento de recursos do Estado, porque a arrecadação despencou. Então a obra ficou suspensa até Agosto de 2015, quando nós conseguimos os recursos, mais de R$ 10 milhões que faltavam para concluir a estação. Aí nós dissemos: retomou em agosto, em um ano entregaremos", detalhou o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, que também participou da entrega.

Segundo a Secretaria, a estação passou a contar com quatro elevadores e duas escadas rolantes para melhorar a acessibilidade, além de banheiros públicos com 27 metros quadrados de área, incluindo unidades adaptadas para portadores de deficiência. "Sempre a gente vaz essas obras com o carro andando, ou melhor, com o trem andando, né? Você tem que fazer a obra com o trem circulando e com a estação funcionando. Mas estão sendo todas elas entregues", disse o Governador.

Fim da baldeação
 
De acordo com o Secretário Estadual de Transportes, a partir de Outubro de 2016 os passageiros do Alto Tietê não precisarão mais fazer baldeação em Guaianases: haverá trens expressos até o bairro da capital e outros trens até Mogi das Cruzes. "Eu tenho o Expresso Guianases, porque tem muita gente que precisa ir para Guaianases. O que não for Expresso Guaianases, vai vir direto para Mogi. Eu vou ter trens alternados sendo destinados para Mogi. A pessoa não precisa trocar de trem mais."

A linha tem uma oferta de 40 mil lugares por hora e a operação sem baldeação depende de reparos da subestação de Calmon Viana após  um furto na rede da cidade. "Depois que a gente tiver resolvida a questão da subestação de Calmon Viana, quem quiser pegar o Expresso Leste e depois trocar pode. Quem não quiser pega o outro trem e ele vem direto para Mogi", continuou o secretário.

A escala com horários, porém, ainda não está definida e a chegada do Expresso até Mogi ainda precisa de estudos, segundo Pelissioni. "Eu tenho 20 mil usuários de Mogi. Então eu preciso saber o horário que eu ponho. O trem depende de demanda. O trem carrega 2 mil pessoas. Eu não posso ter trem vazio. Tem que estudar a demanda como ela é", disse.

Mesmo os trens sem baldeação em apenas alguns horários do dia foram suspensos após o furto.

Novos Trens Série 8500
 
O Governador Geraldo Alckmin falou durante o evento sobre a chegada de Novos Trens Série 8500  à Linha 11-Coral. "Já vieram mais dois trens. Cada trem tem oito carros, todos com ar-condicionado, vagão contínuo. Você vai do primeiro até o oitavo vagão com o trem andando. E o ano que vem nós teremos dez trens a mais". Segundo o governador, até 2018 todos os trens da linha serão novos.

De acordo com o secretário Pelissioni, apenas dois trens serão trocados e os outros se somam aos que já operam. "Vamos substituir só dois, que são mais antigos, e os outros se somam. Nós fizemos uma compra de 65 novos trens", disse. "Nós colocamos dois aqui, que eram prioridade. Nós devemos agora destinar à Linha 7-Rubi que temos trens muito antigos e, em seguida, no ano que vem voltaremos a colocar novos trens aqui na Linha 11-Coral", continuou.

Outras estações
 
Segundo Geraldo Alckmin, as Estações de Mogi das Cruzes seguem sem data para obras. "Essas estações, nós estamos fazendo o projeto executivo, mexendo contínuo para poder ser feita a licitação, mas dependemos de recursos do Ministério das Cidades e não há por enquanto ainda previsão. O que nós vamos fazer é Suzano, a segunda etapa", explicou o governador.

A segunda etapa das obras na Estação Suzano deve ser entregue em Novembro de 2017, segundo Pelissioni. "Nós já licitamos, tem uma parte que está em obra do contrato que estava separado, que é a passarela e o bicicletário. O espaço para 500 bicicletas. Em janeiro nós vamos entregar essa parte da obra. E a conclusão da estação, a segunda etapa, nós já licitamos. Em Novembro de 2016 nós iremos iniciar essa obra. Até Novembro de 2017 a estação será concluída."

Em Poá, além de elevadores e escadas rolantes, segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos, o piso das rampas foi reformado e as laterais foram fechadas com placas de aço inoxidável e corrimãos central e lateral. Já as plataformas de embarque receberam revestimento do piso com granito, instalação de faixa de segurança com ladrilho hidráulico, além de rota tátil para ajudar no deslocamento de pessoas com deficiência visual. A secretaria ainda acrescentou que a estação recebeu cobertura com telha com isolação termo-acústica. Além da instalação de equipamentos de sonorização, cronometria e de combate a incêndios.

Houve ainda melhorias na área operacional da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, segundo a Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos. No saguão principal foi instalada uma nova bilheteria blindada, com três guichês de atendimento, equipados com intercomunicadores para facilitar a comunicação com o passageiro. A operação pode ser acompanhada pela SSO, intalada perto da linha de bloqueio.

O espaço agora conta com um reservatório exclusivo para captar água das chuvas, que será utilizada nos sanitários e na limpeza da estação.

Fonte da Notícia: G1

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Estação Poá é reinaugurada essa semana

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, entregou dia 30/08/2016, a Nova Estação Poá, da Linha 11-Coral, da CPTM. A parada reformada conta agora com quatro elevadores, duas escadas rolantes e banheiros públicos.

As entradas da estação e as plataformas também foram modernizadas. As rampas de acesso contam com novo piso e as laterais foram fechadas com placas de aço inoxidável e ganharam corrimãos central e lateral.

As obras contemplaram também a reforma da área operacional da CPTM na estação. No saguão principal, foi instalada nova bilheteria blindada, composta por três guichês de atendimento, equipados com intercomunicadores que facilitam a comunicação com o usuário. Toda a operação pode ser acompanhada através da SSO, instalada junto à linha de bloqueios.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Governo estuda interligar VLT com Barcas na Baixada Santista

Composição do VLT da Baixada Santista
A Secretaria de Transportes Metropolitanos avalia integrar o VLT da Baixada Santista com o sistema de barcas na travessia Santos e Guarujá. A informação foi confirmada pelo Secretário Estadual Clodoaldo Pelissioni dia 06/05/2016, em Santos.

O titular da pasta deve se reunir com representantes da Dersa, responsável pelas embarcações. Não foram definidos ainda modelos de integração e valores em descontos entre os sistemas, mas o diretor da EMTU, Joaquim Lopes, deu pistas de como seria a conexão.

“O sonho de todo transporteiro é poder viajar para todo lugar com um único cartão. Tem que discutir o protocolo e estender para a barca uma catraca dessas, que converse com o nosso sistema”, pontuou Lopes.

Fonte da Notícia e Imagem: Portal Via Trólebus

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Governo planeja interligação entre linhas da CPTM e do Metrô



Trem Série 7000 da CPTM
Tanto nos planos oficiais quanto para especialistas em trânsito e ambiente, há um consenso: o espaço para os carros precisa ser reduzido.

Não cabem mais carros em São Paulo. Nos dias de pior congestionamento, há 1 milhão de veículos na rua, diz Marcos Kiyoto, mestre em planejamento urbano.

Uma das previsões é que São Paulo terá, além do Rodoanel, outros dois círculos em torno da cidade, mas para o transporte sobre trilhos.

O Metrô planeja criar uma espécie de anel ao redor do centro expandido, ao somar a extensão da Linha 2-Verde (Vila Prudente-Dutra) às Futuras Linhas 23-Magenta (Dutra-Lapa) e 20 (Lapa-Moema).

No papel, essa seria a realidade de 2030. Pelo ritmo atual, no entanto, o anel metroviário deve ficar para bem depois disso. Hoje, há outras duas linhas do Metrô em construção (6-Laranja e 17-Ouro), quatro em ampliação (2-Verde, 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata) e atrasos acumulados. O mais recente deve-se à suspensão do contrato de construção da Linha 17-Ouro, de Monotrilho.

O outro arco, previsto pela CPTM, é mais amplo e ligará Alphaville a Guarulhos, passando pelo ABC.

As linhas circulares colaboram para reduzir o movimento na região central, destaca o plano Atualização de Rede Metropolitana, de 2013, que serve como referência para a expansão dos trilhos na Grande São Paulo.

Garagem

Para tentar facilitar a opção da população pelo transporte público, a construção de garagens próximas a terminais e estações é incentivada pelo Plano Diretor.

Nas áreas centrais, porém, o plano propõe o oposto: estipula que os novos prédios tenham menos pontos de estacionamento e que o espaço das vagas na rua seja transformado em ciclovias ou usado para ampliar calçadas.

Formas de restrição mais contundentes, como pedágio urbano e ampliação do rodízio, não são citadas. O projeto é investir pesado em ciclovia e transporte público. O uso do carro vai sendo desestimulado pelo custo de ficar no congestionamento, cuja tendência é piorar, avalia Jilmar Tatto, secretário municipal de Transportes.

Para os ônibus, a proposta é continuar a cortar linhas diretas entre bairro e centro. Nesse modelo, veículos menores levam passageiros até pontos de transferência, de onde seguem viagem em ônibus maiores por corredores.

Mais uma vez, o futuro deve chegar com certo atraso: a licitação que fará um rearranjo no sistema de ônibus foi suspensa pelo Tribunal de Contas do Município e está sendo reelaborada.

Para José Bento Ferreira, professor de engenharia civil da Unesp, contratos e projetos de má qualidade são os principais motivos da demora na expansão da rede de transporte público.

Parte-se de premissas otimistas e mal detalhadas. Durante a obra, surgem imprevistos que geram atrasos e conflitos entre Estado e construtoras sobre quem arcará com os custos extras, diz.

Por meio de políticas de uso do solo, os governos estadual e municipal planejam aproximar trabalho e moradia, o que diminuiria a necessidade de transporte.

Uma das metas do plano SP 2040, lançado na gestão Gilberto Kassab (2006-2012), é que o tempo médio de deslocamento na cidade seja de 30 minutos. Em 2007, quando foi feita a última pesquisa Origem e Destino, as viagens de ônibus duravam em média 68 minutos e as de carro, 37.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Ricardo Guimarães

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Governador reforça demandas de mobilidade em São Paulo com Ministro dos Transportes

O Governador Geraldo Alckmin se reuniu no Palácio dos Bandeirantes, com o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues. Na ocasião, foram discutidos importantes projetos de mobilidade para o Estado de São Paulo, como o Rodoanel Norte, o Ferroanel e o Trem Intercidades.

Alckmin reiterou ao ministro a necessidade de investimentos federais para essas obras. Para o Rodoanel Norte, por exemplo, o governador solicitou a efetivação do repasse de R$ 176 milhões previsto no Orçamento Geral da União de 2015 - nenhum repasse ainda foi feito ao longo do ano.

"Destacamos ao ministro a necessidade dos recursos para este ano e para o próximo”, informou Alckmin ao citar a obra do Rodoanel Norte. “É uma obra que está indo muito bem, com 4.700 trabalhadores. Os recursos são importantes para a manutenção dos empregos", explicou Alckmin.

O valor atualizado dos investimentos no Rodoanel Norte é de R$ 6,85 bilhões, sendo R$ 4,30 bilhões em obras e R$ 2,55 bilhões em compensações ambientais, desapropriações, reassentamentos, interferências, projetos, supervisão, gerenciamento, comunicação e obras complementares. Os recursos são originários de convênio entre União e Estado (R$ 2,05 bilhões), Tesouro Estadual (R$ 2,78 bilhões) e BID (empréstimo de R$ 2,01 bilhões).

Com 44 quilômetros de extensão e controle total de acessos, o Rodoanel Norte beneficiará toda a Região Metropolitana de São Paulo, em especial Santana do Parnaíba, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Caieiras, Mairiporã, Santa Isabel, Arujá Guarulhos e São Paulo. O empreendimento foi iniciado em Março de 2013 e o término está previsto final de 2017. São 15 mil empregos diretos e indiretos.

Os principais benefícios da obra são desviar e distribuir o tráfego de passagem, sobretudo de caminhões, para o entorno da Região Metropolitana de São Paulo; permitir o acesso mais ágil ao Porto de Santos; diminuir o tempo gasto nos congestionamentos, os gastos com combustível e, consequentemente, a emissão de poluentes; reduzir de 23% do VDM (volume diário médio) de caminhões na marginal Tietê, o que representa 18.300 caminhões por dia.

Trem Intercidades

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos, por meio da CPTM, desenvolve projeto para a implantação de serviços de trens regionais ligando a capital paulista e os municípios de Jundiaí, Santos e Sorocaba. O objetivo é resgatar as ligações ferroviárias com novos padrões de desempenho e qualidade.

Durante o encontro entre o governador e o ministro, ficou acertado que haverá uma reunião técnica na próxima semana, em Brasília, para discutir a compatibilização entre os trens de carga e de passageiros.

O Governo do Estado aguarda também a resposta do Governo Federal para dar continuidade ao projeto. Pois a faixa de domínio onde o trem pretende passar, fica em grande parte do trajeto ao lado dos trens de carga sob concessão da União. A documentação foi protocolada em Abril de 2014, em Brasília, e reiterado em Setembro de 2014.

Ao proporcionar essa alternativa de transporte, a população da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) ganhará inúmeros benefícios externos como, alternativa de mobilidade, ganho nos tempos de viagem, redução da emissão de CO2, descongestionamento das rodovias e a consequente redução de acidentes automobilísticos.

Ferroanel

O Ferroanel Norte interligará a Estação Perus à Estação Engenheiro Manoel Feio, seguindo até Jundiaí. Durante a reunião no Palácio dos Bandeirantes, o Governo do Estado apresentou duas propostas ao Governo Federal: autorizar a DERSA/SA a fazer o projeto de engenharia considerando uma futura duplicação de via entre Manuel Feio e Perus, além da União assumir o compromisso de executar a obra do Ferroanel.

O Ferroanel objetiva segregar o tráfego ferroviário de cargas, evitando a necessidade de compartilhamento de trilhos com os trens de passageiros. É uma obra do Governo Federal com 52,75 quilômetros de extensão e investimento previsto de R$ 2,3 bilhões. Cerca de 890 mil metros quadrados de área devem ser desapropriados.

A previsão de início ainda não está definida.  O prazo para a conclusão do empreendimento é de 48 meses a partir do começo das obras. Quando estiver completo, o anel ferroviário tangenciará a Região Metropolitana de São Paulo e interligará as regiões de Campinas, Vale do Paraíba e Baixada Santista.

A implantação conjunta dos empreendimentos, em regime de sinergia e mútua cooperação, implicará na otimização de recursos, redução de impactos ambientais e sociais, além da significativa redução de custos (estimado em R$ 1,3 bilhão – não descontados os R$ 332,8 milhões da compatibilização).

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Governador culpa Dilma por atrasos em obras do Metrô e da CPTM

Em visita a São Bernardo essa semana para participar da entrega de ônibus movido a hidrogênio na EMTU, o Governador Geraldo Alckmin tentou justificar porque algumas das principais obras de mobilidade prometidas pelo Estado para o ABC ainda não viraram realidade.
 
Os usuários de transporte coletivo da região ainda aguardam que saiam do papel promessas como a construção da Linha 18-Bronze do Metrô e a reforma de estações da Linha 10-Turquesa da CPTM. São compromissos que já contaram com diversos prazos diferentes, mas que têm em comum o fato de nem ao menos terem começado a sair do papel.

O Governador alegou que as obras estão empacadas por causa da demora no repasse de verbas prometido pelo governo federal. "A Linha 18-Bronze estamos aguardando financiamento. Está no Ministério da Fazenda, na Secretaria do Tesouro Nacional, para poder acelerar as desaprapiações. Espero que agora no início do segundo semestre libere o financiamenteo. Assim que liberar, aceleramos as desapropriações e iniciamos a obra", alega.

Quanto à reforma das estações, a justificativa é a mesma - os R$ 590 milhões prometidos pelo governo federal para a readequação das estações da CPTM ainda não chegaram. "Esperamos que no segundo semestre resolva", afirma Alckmin.

Agenda normal
 
A visita de Alckmin ao ABC marcou a retomada da normalidade da agenda do governador, que durante três meses foi omitida pelo Palácio dos Bandeirantes. Para evitar protestos dos professores - que fizeram neste ano a maior greve da história, com 92 dias de paralisação -, a assessoria do tucano passou a avisar poucos veículos de comunicação sobre os eventos públicos.

Foi assim, por exemplo, na visita do governador ao Poupatempo de Santo André e no início das obras da alça de acesso ao Rodoanel Leste no mês passado.

Fonte da Notícia: Diário da CPTM