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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Governo Temer projeta restaurar ferrovias abandonadas no Estado de São Paulo

O Governo Federal de Michel Temer quer a retomada de trilhos ociosos e planeja novos critérios para a renovação das concessões ferroviárias. Uma medida provisória deve dar poder à equipe que coordena o Programa de Parcerias de Investimentos para reorganizar a malha sobre trilhos e desvincular trechos dos contratos de concessão.
A intenção é regularizar os trechos “esquecidos” pelas empresas. Estima-se que pelo menos 18 mil quilômetros de vias férreas estejam ociosos no país.
O modelo atual é um resquício da privatização feita na década de 90, que dividiu as concessões ferroviárias em lotes grandes em detrimento do interesse pontual pelos trechos. As concessionárias então concentraram as operações nas rotas mais rentáveis e deixaram de lado as secundárias.
O governo ainda pretende trazer novos termos para as negociações dos contratos das concessionárias. Um dos pontos está o da exploração compartilhada das ferrovias, o que acabaria com a exclusividade sobre o uso de determinados trechos pelas concessionárias.
Fonte da notícia: Portal Via Trolebus.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Empresa investigada na Lava Jato recebeu de consórcios com contratos na CPTM

Relatório produzido no âmbito da Operação Lava Jato revela que uma empresa apontada como sendo de fachada pela Receita Federal e utilizada pela Mendes Júnior recebeu valores de ao menos três consórcios com contratos milionários com a CPTM.
A mesma empresa, a JFM Engenharia, também recebeu valores da Focco Engenharia, do ex-diretor da CPTM, João Roberto Zaniboni, condenado na Suíça por lavagem de dinheiro e indiciado no Brasil sob suspeita de corrupção, formação de cartel, crime financeiro e também lavagem de dinheiro no caso do cartel de trens do Metrô e CPTM.
Segundo o laudo da Receita, anexado ao inquérito que apura a participação da Mendes Júnior no cartel a atuar na Petrobras, a JFM não declarou possuir nenhum funcionário no período entre os anos de 2010 e 2013, quando recebeu cerca de R$ 8 milhões de empresas com contratos na CPTM, entre elas, a Mendes Júnior, também investigada na Lava Jato.
"Todos estes indícios convergem para a conclusão de esta empresa não ter realizado, efetivamente, qualquer prestação de serviços, sendo mais uma pessoa jurídica de fachada utilizada para o pagamento de vantagens indevidas", afirma a Receita.
No caso da Focco, de Zaniboni, o repasse foi de ao menos R$ 40 mil à JFM Engenharia. A Focco Tecnologia, pela qual o ex-diretor da CPTM prestou os serviços de consultoria, está com as contas bloqueadas pela Justiça justamente por causa das suspeitas de envolvimento de Zaniboni com o cartel, que passou a ser investigado no Brasil em 2008. Zaniboni foi diretor de Operações da estatal de trens paulista entre 1999 e 2003, durante dos governos dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin.
O Ministério Público da Suíça identificou depósitos de US$ 836 mil, entre 1999 e 2002, em uma conta sua no banco Credit Suisse em Zurique. Segundo os investigadores do país europeu, uma parte desse dinheiro foi paga por lobistas do esquema, suspeitos de serem os pagadores de propina do cartel, entre eles o consultor Arthur Teixeira.
Consórcios
Ao menos três consórcios com contratos com a CPTM repassaram valores à JFM Engenharia, segundo relatório da Receita Federal. Formado pela Tejofran e SPE Engenharia, o Consórcio TS foi contratado pela CPTM, em 2009, para "prestação de serviços de engenharia especializada para elaboração de projeto e execução de serviços para correção da curva de Artur Alvim". Pelo contrato, o consórcio recebeu ao menos R$ 7,3 milhões da CPTM.
No relatório da Receita Federal, o consórcio aparece como responsável por pagamentos de ao menos R$430 mil para a JFM Engenharia. Os pagamentos aconteceram em 2010, um ano após a contratação realizada pela CPTM. Integrante do consórcio, a Tejofran é investigada no caso do cartel de trens e também efetuou pagamento de R$ 60 mil à JFM.
O Consórcio Mendes Júnior/Vetec foi contratado por R$ 30 milhões pela CPTM para "prestação de serviços de engenharia especializada para elaboração de projeto executivo e construção da nova Estação Tamanduateí da Linha 10 - Turquesa.
Na quebra de sigilo da JFM, o consórcio aparece como fonte de pagamentos de R$ 270 mil reais efetuados em 2010, um anos após a contração do consórcio.
Por fim, o consórcio formado pelas empresas Ferreira Guedes e Galvão Engenharia foi contratado por R$ 29,4 milhões pela CPTM em 2010 para "recuperação da infraestrutura da via permanente e limpeza" da Linha 8-Diamante. O consórcio repassou R$ 46 mil à JFM Engenharia. em 2012.
Procurada, a Mendes Júnior não respondeu aos contatos da reportagem. A Galvão Engenharia informou que não iria comentar o caso e a Vetec disse que participou apenas da elaboração do projeto no consórcio que teve com a Mendes Júnior, sem atuar diretamente nas obras.
O criminalista Luiz Fernando Pacheco, que representa João Roberto Zaniboni, afirmou que ele era sócio minoritário da Focco Engenharia. "Ele tinha apenas um por cento."
Resposta da JFM
Procurado, o advogado Anivaldo dos Anjos Filho, que representa a JFM Engenharia, encaminhou nota à reportagem dizendo que "A movimentação apresentada no relatório enviado, de plano verifica-se que não contempla as faturas e serviços executados em anos anteriores a 2010 e recebidas a partir deste período, inclusive de ações judiciais movidas pela Empresa, embora as declarações anteriores (da) Receita contenham tais informações". A nota diz ainda que é "importante frisar que o relatório apresentado pela 'Receita' contém incongruências a serem melhor apuradas". Ainda segundo a nota, a JFM atua desde 1995 na área de Engenharia Consultiva de sistemas ferroviários, "especificamente no Sistema de Sinalização, área contemplada pela Lei de Segurança Nacional, e pela sua especificidade sub contrata outras empresas para fornecimento de mão de obra".
"Em relação à eventuais suspeitas da Receita, desconhecemos, posto que todos os serviços prestados pela JFM, se converteram em obras concretas, bastando para tanto que sejam verificadas no Órgão Principal Contratante", diz a nota, acrescentando que "em relação às licitações, a JFM no âmbito de sua especialidade, presta serviços de consultoria e estudo de viabilidade técnica e financeira para as Empresas proponentes em certames licitatórios".
Resposta da CPTM
Em nota, a CPTM diz que "nunca teve, não possui contato, nem efetuou pagamentos a estas empresas". "As obras e serviços, segundo demanda da própria reportagem, foram realizados pelos consórcios contratados de acordo com a Lei de Licitações 8666/93. Os contratos foram cumpridos."
Resposta Tejofran 
Em nota, a Tejofran diz que "foram realizados pagamentos à empresa JFM Engenharia por serviços prestados na área de projeto e sinalização ferroviária. A JFM e seus sócios são reconhecidos no mercado de engenharia pela expertise nesse segmento. Em razão disso, realiza serviços para outras companhias com atuação na área de trens e metrô, como pode ser facilmente constatado. Todos os serviços, medições e pagamentos estão registrados e devidamente contabilizados pelo consórcio e pela empresa".
Fonte da notícia: Diário do Grande ABC

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Off-Topic: Entrevista sobre a CAMBIO

Paulo Kioshi Yamashita estuda Ciências Biológicas no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB/USP), além de participar da Comissão Ambiental da Biologia (CAMBIO), um projeto de extensão do curso de biologia com reuniões semanais toda quarta-feira feita por alunos da USP, no Jardim do Instituto de Biociências da universidade. O objetivo do projeto é agir sobre os problemas presentes na sociedade e conscientizar as pessoas sobre formas de sustentabilidade.
Durante uma das reuniões, Paulo conta que a CAMBIO possui atividades proporcionadas pelos próprios estudantes e que todos são sensibilizados pelo projeto. Feiras de livros, projeto de Maracatu com instrumentos reutilizados e o projeto de compostagem no instituto de biociências foram apenas uns dos muitos que levaram o aluno da USP a se tornar membro da comissão em 2014, afirmando ainda que o vê como um meio de retribuição à sociedade por estar estudando em uma universidade pública.
Apesar de atualmente a comissão contar com uma média de seus 30 participantes majoritariamente estudantes do curso de biologia, a CAMBIO assegura não querer se restringir a pessoas de uma só área nem somente de estudantes da USP, uma vez que necessita da integração daqueles que tenham diferentes conhecimentos e experiências e, assim, expandir cada vez mais as metas do projeto.
Paulo afirma que a ação mais marcante que já realizou pela CAMBIO é uma pela qual se empenha em reverter os quadros problemáticos que os indígenas das aldeias no Jaraguá vivenciam. “Quando falamos a palavra ’aldeia’ logo pensamos em ocas, fogueiras e muita vegetação, porém, quando vemos a realidade dessas aldeias remanescentes em São Paulo e outros locais urbanos vemos que o aspecto é bem diferente”, explica ele, “quando uma criança Guarani te abraça só por você estar ali com ela, isso definitivamente muda a vida de todos os envolvidos”.
Amanda Sodré: Por que você começou a participar da Comissão Ambiental da Biologia?
Paulo Yamashita: Eu sempre gostei de Biologia. Desde criança eu sou aquele tipo de pessoa que gosta de observar o meio a minha volta, estar em contato com a natureza, tentar compreender como a vida se manifesta e todos seus fenômenos, processos e diversidade. Mas eu também sempre fui uma pessoa que gosta de cuidar dos animais e das plantas; sempre me indaguei sobre o descaso social, o maltrato de animais etc.
Então vi que na CAMBIO eu poderia alcançar esses objetivos, assim como os demais membros da comissão, que possuem pontos em comum nesse tipo de pensamento. Percebi que poderia agir sobre os problemas que encontramos na nossa sociedade, seja cuidando das pessoas, dos animais ou do meio ambiente, pois está tudo interligado, juntos temos maior força de ação e somos mais fortes.
AS: Como isso influencia a sua vida? Muda alguma forma suas decisões no dia a dia?
PY: Quando trabalhamos, ou melhor, lutamos pelas devidas causas que a CAMBIO luta, passamos a olhar para o mundo, para as coisas e para as pessoas de outra forma. A CAMBIO é um imenso baú de ações. Todos os projetos surgem a partir de ideias de seus integrantes, e essas ideias são desenvolvidas por todos até se tornarem um projeto ou uma ação. Sendo assim, constantemente eu estou tentando acumular ideias para novos projetos e ações. Minhas decisões são tomadas depois de muito pensar sobre as consequências da mesma, ou seja, me pergunto se aquela decisão não irá prejudicar pessoas, o meio ambiente, outros animais, enfim. Antes de tomar minhas decisões medito muito para verificar se isso não irá contra os meus princípios éticos e ideológicos.
AS: Quanto tempo duram as reuniões e quantas vezes por semana os membros costumam se encontrar? Tem algum dia específico?
PY: As reuniões ocorrem atualmente ás quartas-feiras na hora do almoço, por volta das 12h30 e vão, geralmente, até as 14h00. Elas ocorrem no Jardim do Instituto de Biociências da USP, onde estudamos. Achamos que o jardim é um ambiente mais adequado para nossas reuniões: lá ficamos mais a vontade, mais em contato com a natureza. Somente quando temos que utilizar o computador recorremos a alguma sala de aula do Instituto.
AS: Existem outras formas para que pessoas interessadas possam contribuir e ajudar?
PY: Sim! Quando realizamos algum projeto que demanda doações, como ração para cachorro, livros, agasalhos, brinquedos, etc. as pessoas podem contribuir muito com doações. Mas a contribuição também pode ser de mão de obra, fornecimento de algum material para usarmos em alguns projetos, ideias, contatos uteis, etc.
AS: Você participa de outros projetos de extensão?
PY: Sim, sou membro da Estação Biologia, que é um programa de visitas escolares. Nele, por ser um projeto de extensão, tentamos retribuir para a sociedade em forma de serviços, sendo que o “serviço” que prestamos é passar o conhecimento de Biologia para as pessoas. A EB funciona da seguinte forma: recebemos visitas escolares, tanto de escolas públicas (onde a visita não tem nenhum custo para a escola) quanto de escolas particulares (onde há um custo de visita para a escola), dentre as atividades tratamos os mais variados temas, como evolução, diversidade, sustentabilidade, sexualidade e muitos outros. Temos um espaço físico onde realizamos as visitas, reuniões e manutenções para cuidar de nossos materiais, alguns deles vivos. Mas realizamos também diversos eventos entre nós, como discussões, cine-debates, rodas de conversa etc.
AS: A CAMBIO faz projetos fora de São Paulo?
PY: Não há projetos fixos fora de São Paulo. Porém quando há alguma demanda fora de São Paulo que algum de nossos projetos ou ações podem atender nós nos deslocamos.
13. Quantas pessoas, em média, fazem parte da Comissão?
Em média de 30 a 35 pessoas, porém nem todas são efetivamente ativas.
AS: Vocês possuem parceria com alguma ONG?
PY: Não temos parceria fixa com ONGs, mas, quando algum de nossos projetos atendem as demandas de alguma ONG e podemos ajudar nós nos articulamos. É o caso da feira de trocas de livros. Muitas pessoas doam livros ou deixam mais livros do que pegam, então o excedente nós doamos para alguma ONG que aceite esses livros; as campanhas do agasalho e brinquedos também, quase sempre a arrecadação vai para uma ONG. Procuramos variar as ONGs, ou seja, evitamos doar todos os anos para um mesmo local, para atender o maior numero de pessoas diferentes possível.
AS: Desde quando a Comissão organiza atividades e projetos?
PY: A CAMBIO é ativa desde sua fundação, no ano de 2009.
AS: Existe um público – alvo?
PY: Dependendo do projeto as ações são direcionadas a um publico alvo específico, como por exemplo, a campanha de brinquedos é direcionada para crianças. Mas se não há esse direcionamento tentamos impactar o maior numero de pessoas possível.
Reportagem: Amanda Sodré Soares e Carolina Gouveia Martins Araujo

domingo, 25 de setembro de 2016

Off-Topic: Alternativa Sustentável

A cidade de São Paulo encara como um desafio já conhecido a questão da mobilidade pública e do transporte, no ponto que diz respeito às políticas ambientais e sustentáveis do país. A opção pelo carro, juntamente com as taxas de urbanização que crescem hoje em dia e as limitações das políticas públicas de transporte coletivo levou não somente à paralisia do trânsito como aos problemas ambientais de poluição atmosférica e de ocupação do espaço público. 
Pode-se dizer que o transporte motorizado individual é insustentável, porque gera congestionamentos e contribui para um ciclo responsável pela degradação da qualidade do ar, aquecimento global e comprometimento da qualidade de vida nas cidades, no que diz respeito ao aumento significativo nos níveis de ruídos, perda de tempo, degradação do espaço público, atropelamentos e stress, entre outros problemas.  
Os veículos elétricos são uma ótima opção para uso privado. O transporte público, entretanto, tem suas limitações, pois ônibus elétricos requerem linhas elétricas aéreas ou longos tempos de recarga para ficar em execução.
No caso dos ônibus, a eletricidade vem de energia hidroelétrica e o tempo de carga não interfere no fluxo de trânsito. A cobertura montada para o sistema de carregamento é conectada no próprio ônibus e alimenta também os componentes eletrônicos do interior, como iluminação e portas automáticas. Já os flash-carregadores serão colocados em cada 3 ou 4 pontos parada e o design do carregador é alterado para atender às necessidades de cada parada.
Se tudo funcionar como o planejado, o transporte de massa ficará mais inteligente, tornando as cidades mais limpas, reduzindo os ruídos, a poluição e o custo de operação do transporte público e também contribuindo para a melhoria da cidade.
 
Reportagem: Amanda Sodré Soares e Carolina Gouveia

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Ministério Público abre ação de R$ 2 milhões contra a CPTM por más condições de trabalho

O Ministério Público do Trabalho entrou com uma ação civil pública contra a CPTM e a G4S Vanguarda Segurança, que presta serviço terceirizado para a companhia em alguns trechos de linhas na cidade de São Paulo e em municípios da região metropolitana. A promotoria pede indenização de R$ 2,1 milhões por danos morais coletivo, pois entende que os vigilantes foram submetidos a más condições de trabalho em 2014

Em nota, a CPTM disse que "ainda não foi notificada sobre a ação citada pela reportagem e, portanto, desconhece o seu teor". "Tão logo tenha conhecimento do fato, a companhia solicitará esclarecimentos junto à empresa contratada e prestará todas as informações à Justiça." O G1 não conseguiu falar com representantes da empresa G4S Vanguarda Segurança para se posicionar sobre o caso.

De acordo com o MPT, as irregularidades foram constatadas nos municípios de Carapicuíba, Barueri, Osasco e Itapevi, chegando até a zona Oeste de São Paulo. Segundo o texto da ação, "os vigilantes trabalham em trechos de ferrovia, distantes de estações e do comércio e sem abrigo contra intempéries, água potável, banheiros, assentos e sem condições adequadas para se alimentarem". 

O MPT cita que que os vigilantes trabalham por 12 horas em dias de folga, ou sem descanso semanal. "Essas condições, aliadas ao risco inerente à função de vigilância, torna a atividade potencialmente danosa aos trabalhadores, segundo a ação", diz o texto da ação.

Em nota, o MPT informou que "também foram constatadas diversas irregularidades em relação a empregados da CPTM, a exemplo de prorrogação ilícita de jornada, não concessão de intervalo de 11 horas entre duas jornadas, trabalho em bilheterias em altas temperaturas, sem funcionamento adequado de ar-condicionado, falta de assentos e inadequação de sanitários."

Ajuste de conduta
 
inda segundo nota do MPT, a promotoria "ofereceu a oportunidade de se adequarem à legislação trabalhista por meio de Termo de Ajuste de Conduta. A Vanguarda inicialmente afirmou que tinha interesse em regularizar, mas que algumas providências dependiam de permissão da CPTM e depois não mais respondeu às intimações. A CPTM afirmou ao MPT que não tem responsabilidade sobre as condições de trabalho dos vigilantes, por serem empregados da Vanguarda Segurança e que notificou a terceirizada."

De acordo com o entendimento do MPT, "a CPTM é responsável direta e indiretamente, já que não autoriza a adoção de medidas pela prestadora de serviço e deixa de implementar medidas necessárias às melhorias",

A ação tem um total de 28 pedidos de regularização das condições de trabalho. Entre eles, o MPT pede que ambas as empresas forneçam instalações sanitárias adequadas, além de água potável e de uso comum, bem como condições para alimentação, banheiros, abrigo contra intempéries e locais para sentar. Além disso, devem respeitar os limites de horário de trabalho e de folga. O MPT requer que a CPTM seja obrigada a pagar R$ 2 milhões em indenização à sociedade por danos morais coletivos, e que a Vanguarda pague R$ 100 mil.

Os problemas
 
Um segurança denunciou más condições de trabalho em linhas da CPTM e relatou, em 2014, que os funcionários ficam em locais sem banheiro, sem abrigo da chuva e sem espaço para refeições para evitar que cabos sejam furtados.

Naquele ano, os vigilantes ficaram em pontos espalhados pelas Linhas 11-Coral, 10-Turquesa e 12-Safira, segundo o funcionário que fez a denúncia. Ele registrou os problemas em um vídeo mostrando um colega trabalhando de forma isolada em um ponto da Linha 12-Safira, que liga o Brás a Calmon Viana. Em outro vídeo, um colega carrega uma marmita.

Fonte da Notícia: G1-SP

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Chineses demonstram interesse de investimentos em TAV brasileiro

Chineses estariam interessados em investir no projeto de Trem de Alta Velocidade Brasileiro. Quem diz isso é o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang que, em reunião com o Presidente da República Michel Temer, confirmou a intenção das empresas na ferrovia entre o Rio de Janeiro e São Paulo.

São estimados investimentos entre cerca de R$ 35 bilhões, por parte do Governo, e R$ 50 bilhões, na visão do mercado. O presidente interino foi convidado pelo embaixador a conhecer o sistema de Xangai para Hangzhou, durante a reunião em setembro de líderes do G-20.

Interlocutores do palácio do planalto disseram à imprensa que existe de fato o desejo dos chineses na venda, mas que por conta da situação econômica, o projeto deveria ser bancado integralmente pela iniciativa privada, inclusive do exterior, como o caso da China Railway Construction.

O Governo da ex-presidente, Dilma Rousseff, tentou promover leilões para interessados. Porém, os investidores criticaram riscos ao projeto, além da taxa de retorno propostas pelo Executivo.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Governo de São Paulo deve criar agência reguladora para CPTM

O Governo do Estado de São Paulo deve criar uma agência reguladora de transportes públicos sobre trilhos para o Estado. A medida serve para organizar a rede visto que a gestão estadual deve privatizar mais linhas metroferroviárias nos próximos anos.

Em reportagem da Folha de São Paulo, o Governador Geraldo Alckmin pretende privatizar as Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, da CPTM.

O modelo deve ser definido ainda em 2016, segundo previsão do grupo de trabalho criado pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos para elaborar a proposta. A pasta diz que também negocia um convênio com representantes do Bird para aproveitar experiências de sucesso.

Com a criação desta agência, usuários das linhas privatizadas poderão fazer suas reclamações a ouvidoria do órgão.

A principal mudança ao usuário tende a ser a provável periodicidade fixa nos aumentos de tarifa e a adoção de critérios mais técnicos para a definição de seus valores, como a correção anual por índices da inflação.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Camelôs invadem trens da CPTM

Dois, três e até quatro vendedores ambulantes oferecem de uma só vez os seus produtos em um mesmo vagão de trem da CPTM

A cena que se repetiu nas Linhas 7-Rubi, 11-Coral e 12-Safira é reflexo do aumento no número dos ambulantes, notada tanto por passageiros quanto pelos próprios vendedores.

Números da CPTM, sob gestão Geraldo Alckmin, mostram que, no primeiro semestre deste ano, foram apreendidos por dia 4.794 itens dos ambulantes.

No semestre passado, a média diária era de 4.363 por dia. O aumento é de quase 10%.

Nos trens, entre os vendedores, a história se repete: perderam o emprego e a saída para continuar a pagar as contas foi a de vender balas, salgadinhos e até as pulseiras-relógio da Olimpíada, sensação do momento.

A CPTM atribui à crise econômica o aumento de ambulantes no sistema. Segundo a empresa, desde Junho de 2016, intensificou os avisos nos trens e estações, alertando sobre riscos da compra dos produtos irregulares e aumentou a fiscalização.

A empresa oferece também canal telefônico de denúncia (9-7150-4949), que recebeu, de Janeiro a Maio de 2016, 3.753 denúncias de comércio irregular.

Fonte da Notícia: Jornal Agora

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

CPTM inclui Mauá no Cadin

A Prefeitura de Mauá foi incluída no Cadin, registro que verifica pendências financeiras de municípios com entidades do Governo Estadual. A inserção ocorreu após o Prefeito Donisete Braga não honrar débitos com a CPTM referentes ao desconto fornecido em integração entre o transporte municipal da cidade e o sistema de trens.

Dados obtidos no site da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo mostram que o Paço foi incluído no Cadin em duas oportunidades em 2016. A primeira foi em 18/05/2016. Na época, a CPTM declarou ter oito débitos pendentes junto a Prefeitura de Mauá. Já no registro feito na quarta-feira, o órgão estadual incluiu outras duas pendências financeiras não quitadas. Os valores das dívidas não foram informados.

Segundo a CPTM, a inclusão do Paço no cadastro de devedores foi uma alternativa encontrada para solucionar “os atrasos da Prefeitura de Mauá na quitação dos seus débitos” com a companhia. A decisão foi baseada em resoluções da Lei estadual 12.799/2008 e do Decreto 53.455. Ambas determinam restrições adotadas para municípios que possuem débitos com órgãos do Estado.

Conforme o Diário do Grande ABC notificou, a administração municipal não tem feito o repasse dos custos gerados com o desconto da integração entre o transporte municipal de Mauá e o sistema da CPTM. O beneficio, que permitia aos usuários do transporte público da cidade desconto de R$ 0,50 por viagem, caso realizasse a baldeação entre os dois sistemas, foi suspenso pelo órgão estadual em 9 de março, por falta de pagamento da administração municipal.

De acordo com a CPTM, além do atraso nos repasses, interrupção do convênio também foi feita “em razão de problemas técnicos relativos a bilhetagem” do sistema, fornecida pela própria Prefeitura.
A expectativa do órgão estadual é de que o serviço seja retomado assim que a Prefeitura de Mauá conclua o pagamento das pendências financeiras. Segundo a CPTM, os representantes do município já concluíram as tratativas para regularizar os débitos desde Agosto de 2016.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Mauá mais uma vez não se manifestou sobre o assunto.

Sistema de integração possui série de falhas

Embora esteja suspenso, o sistema de integração entre o transporte municipal de Mauá e a CPTM possui série de falhas que comprometem seu funcionamento e causam transtornos aos usuários.

Segundo a população, o primeiro problema do sistema lançado em Setembro de 2014 está no processo para obter o desconto. Isso porque, enquanto no trajeto de ida o passageiro só precisava validar a passagem com o bilhete eletrônico SIM em um ônibus municipal e utilizar os bloqueios exclusivos dentro da estação ferroviária, na volta, o usuário precisava fazer trâmite burocrático para obter o desconto de R$ 0,50.

Dessa forma, o passageiro era obrigado a adquirir bilhete integração (chamado Mauá F-41) em qualquer bilheteria da CPTM e validar o tíquete em um dos pontos instalados na estação central da cidade. Usuários relatam que o processo gerava confusão.

Outro problema citado é a dificuldade de acessar o serviço. A ideia da Prefeitura de Mauá era estender integração existente no terminal do Centro para as estações Guapituba e Capuava, o que não aconteceu. 

Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC

terça-feira, 2 de agosto de 2016

CPTM abre 25 vagas gratuitas para oficina literária "Palavras em Construção" na Estação Brás

Entre 15/08 e 19/09/2016, será realizada a segunda edição da oficina literária “Palavras em Construção”, ministrada pelo escritor Plínio Camillo, autor premiado dos livros “Coração Peludo”, “Outras Vozes” e “O Namorado do Papai Ronca”. No total, serão 10 encontros, realizados às segundas e quartas-feiras, com duas horas de duração, entre 19h e 21h, no Auditório do CCO Brás.

Serão 25 vagas gratuitas disponibilizadas para os usuários e empregados da CPTM, interessados em participar desta edição do curso livre sobre construção e avaliação do texto literário em suas diversas formas, como prosa, poesia, redação livre, texto técnico e criativo. O objetivo é estimular a pratica da escrita, visando a transformação de ideias em histórias e de palavras em textos literários.

A 1ª edição da oficina literária “Palavras em Construção”, realizada nos meses de maio e junho, integrou a programação de aniversário da CPTM, que neste ano completou 24 anos de fundação. Dando prosseguimento as comemorações, esta segunda edição também celebra os 10 anos de operação do CCO Brás, que integra as seis linhas da CPTM, a ser comemorado em novembro.

Para esta segunda edição, até o dia 10/08/2016, serão disponibilizadas sete vagas para os empregados  e 18 para os usuários, que devem se inscrever pelo e-mail marketing@cptm.sp.gov.br. Mais  informações podem ser obtidas pelo telefone 3117-7464, das 9h às 17h.

Oficina Literária Palavras em Construção

Inscrições gratuitas até 10/08
Aulas dias: 15, 17, 22, 24, 29 e 31/08; 5, 12, 14 e 19/09/2016.
Horário: das 19h às 21h
Local: Auditório CCO – Estação Brás
Praça Agente Cícero, s/nº - Brás
Informações: 3117-7464, das 9h às 17h
 
Fonte da Notícia: CPTM

Somente usuários cadastrados terão direito ao Bilhete Único Semanal e Diário

O Metrô, a CPTM e a SPTrans, anunciaram um conjunto de ações que visa coibir a venda ilegal da passagem no transporte.

De uns tempos para cá, é notável a presença de pessoas comercializando passagem de bilhete único em estações do sistema metroferroviário e terminais.

A partir de 01/08/2016, a venda dos créditos nos bilhetes Semanal e Diário será feita somente para cartões cadastrados. Desta forma, temporariamente cartões anônimos não receberão mais os créditos Semanal e Diário. O cadastro é feito no site e os cartões são retirados nos postos.

De acordo com as empresas, os créditos adquiridos até ontem, 01/08/2016, serão utilizados normalmente até seu término. A fiscalização ainda deve ser intensificada, de acordo com as operadoras.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Passageiros poderão pagar tarifas do Metrô e da CPTM pelo celular

Um nova parceria entre a empresa Autopass e a Metra, operadora do corredor de trólebus do ABC Paulista pode viabilizar o pagamento da tarifa por meio de celular, e o sistema poderá ser levado ao Metrô e a CPTM.

Esta semana, a operadora dos ônibus elétricos que liga o São Mateus ao Jabaquara, iniciou a cobrança de passagem por meio de bilhetes com QR Code. Então, o passageiro encosta bilhete impresso no bloqueio para fazer uso do sistema. O CEO da Autopass, Rubens Gil Filho, diz que a medida precede um meio de pagamento por meio de smartphone.

“Nosso objetivo é que em breve o bilhete em QR Code saia do papel e vá para a versão mobile, onde o passageiro poderá utilizar o próprio celular para validar o código no leitor da catraca”, afirmou. Rubens também disse que a intenção é que o novo sistema se expanda para toda a Rede de Transportes Metropolitanos, incluindo o Metrô e a CPTM. As empresas que operam os modais sobre trilhos não confirmam oficialmente.

Obviamente o projeto é incipiente. No entanto, pode ser uma luz no fim do túnel para que os passageiros tenham um meio mais fácil de usar os trens e metrôs, sem depender de filas, ou de maquinas de recarga.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 25 de julho de 2016

CPTM comemora amanhã (26/07/2016) o Dia do Esperanto, língua universal criada há 129 anos

O esperanto vence todas as barreiras. Não pertence a nenhuma nação, nem religião, nem etnia”. Com essa definição, o Líder da Estação de Jundiaí, Eugênio Santos de Morais, explica a paixão pelo idioma que começou a estudar no início dos anos 1990.

Embora nenhum país tenha o esperanto como língua oficial, mais de dois milhões de homens e mulheres falam fluentemente o idioma, que está presente em 115 países. Para se ter ideia, dentre as mais de seis mil línguas existentes em nosso planeta, o esperanto figura dentre as 300 mais faladas.

Entre os dias 28/07 e 01/08/2016, a Vila de Paranapiacaba receberá o 3º VINA. Com uma programação voltada para as atividades esportistas e culturais, a reunião tem como principal foco o turismo. O Líder da Estação Jundiaí participará do evento, como guia de uma turma de jovens da cidade de Itupeva, onde reside. Aos 54 anos, Eugênio conta que o grupo reúne espíritas interessados em aprender o esperanto.

No entanto, uma pergunta é inevitável para todos os que praticam e são aficionados pelo Esperanto: por que não uma língua considerada “normal”, como inglês, francês ou outra qualquer? Eugênio responde que o esperanto é uma língua internacional e enfatiza que estudos realizados com crianças na Alemanha comprovaram que a linguagem tem um efeito pedagógico facilitador no aprendizado. “Quem aprende esperanto, tem 50% mais chance de aprender mais rápido qualquer outro idioma. É dez vezes mais fácil do que aprender inglês ou qualquer outro idioma”. 

Praticante apaixonado, Eugênio iniciou seu aprendizado no período em que morava na Lapa e trabalhava na estação homônima da CPTM, onde atua desde 1984.  “O esperanto é uma língua com gramática muito simples, composta por 14 regras sem exceção”, observa Eugênio, que também dissemina o crescimento da linguagem Brasil afora, principalmente no Estado de São Paulo. “É uma língua nobre, que há mais de um século, contribuí para vencer as barreiras alimentadas pelas diferenças culturais, racionais e religiosas que ainda nos assombram nesse século XXI”.

Histórico

O Dia do Esperanto é celebrado em 26/07, data que marca o lançamento do primeiro livro que apresentou a pronúncia, as regras gramaticais e o vocabulário da língua artificial. A linguagem auxiliar neutra foi criada, em 1887, pelo oftalmologista e filósofo polonês Ludwik Lejzer Zamenhof, para ser uma língua universal. 

Aos 28 anos, quando lançou a ideia-base do esperanto como uma segunda língua para todos, Zamenhof acreditava que poderia se terminar com os litígios entre os povos se todos falassem a mesma língua. 

Abalado pelas Guerras Mundiais, em 1954 o esperanto ganhou novo fôlego ao ser reconhecido pela ONU como língua. Desde então, o projeto de linguagem planejada transformou-se em uma língua viva, com cultura própria, mas internacional. O Esperanto não pertence a nenhuma nação, mas pertence a todos. A proposta é que cada povo continue a falar sua língua materna e use o esperanto nas comunicações internacionais.
Nos anos 90, a linguagem foi impulsionada pela internet, que massificou sua utilização. Hoje em dia, acredita-se que existem dez milhões de falantes não fluentes e outros dois milhões de fluentes. 

Em 15/12, data em que nasceu o criador dessa linguagem, também se comemora o Dia da Literatura em Esperanto ou o Dia de Zamenhof.
Fonte da Notícia: CPTM

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Opções de lazer e diversão nessas férias na Estação Julio Prestes e na Sala São Paulo

Quem quer fazer um passeio diferente nessas férias encontra na Sala São Paulo uma programação recheada de concertos e apresentações. E o melhor: muitos têm entrada gratuita. Para conferir mais da música clássica, os visitantes podem utilizar a Linha 8-Diamante da CPTM, com destino à Estação Júlio Prestes. 

Ao optar pelo trem, o visitante se livra de congestionamentos e economiza no estacionamento e no combustível. Chegando à estação final, o usuário já se depara com um enorme vitral anunciando a lateral do prédio histórico.

Neste mês, a 47ª edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão leva à Sala São Paulo apresentações diárias até 24/07/2016. Para os concertos do festival é possível retirar os ingressos a partir de duas horas antes do espetáculo, e a maioria tem entrada gratuita. Há limite de dois convites por pessoa, respeitando a capacidade do local.

Outra opção são os concertos matinais realizados nas manhãs de domingo, às 11h. Neste mês será no dia 31/07/2016, com entrada gratuita e leitura pública com o Coro da Osesp. Há ainda os ensaios abertos da Osesp durante todo o mês de Julho de 2016, com ingressos a preços populares.

Para informações sobre a programação e os horários basta acessar o site da Sala São Paulo e escolher o melhor dia para a visita. No site da CPTM também há opção para simular o trajeto, com sugestão de rota a partir do ponto de partida até o local. Programe-se e aproveite!

Serviço: Sala São Paulo
 
Estação Júlio Prestes, na Linha 8-Diamante
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos – São Paulo/SP
 
Fonte da Notícia: CPTM

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Crise econômica faz CPTM e Metrô registrarem queda no número de usuários

A atual crise financeira do Brasil, e consequentemente o desemprego diminuíram o número de passageiros na CPTM. Segundo dados da companhia revelados no jornal O Estado de São Paulo, o sistema ferroviário registrou queda transportando 6,6 milhões de passageiros a menos nos cinco primeiros meses de 2016, na comparação com igual período do ano passado.

O Metrô de São Paulo também sofreu diminuição no número de usuários devido a crise. Segundo dados da companhia revelados no jornal O Estado de São Paulo, o sistema metroviário perdeu 86 mil passageiros por dia entre Janeiro e Maio, voltando ao patamar do que era transportado em 2013. 

Os números mostram que a média diária de passageiros transportadas nas seis linhas, incluindo a 4-Amarela e 15-prata, caiu de 4,46 milhões, entre Janeiro e Maio de 2015, para 4,37 milhões no mesmo período deste ano. Este cenário, por sua vez deve, resultar em queda de até R$ 60 milhões na receita tarifária em 2016.

O transporte por ônibus, no entanto, ganhou usuários em São Paulo. O número de viagens passou de 1,17 bilhão para 1,18 bilhão nos cinco primeiros meses de 2016, em comparação com igual período de 2015. Entretanto a variação é tímida, com aumento de 0,34%.

Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Audiência pública discutiu sobre Trens Regionais para São Paulo ontem (05/07/2016)

Prometido na gestão passada do Governo Alckmin, o projeto de trem regionais do Estado de São Paulo teve uma nova audiência pública entre autoridades para discutir viabilidade de implantação. A assembleia aconteceu na Câmara Federal ontem (05/07/2016).

Participaram da reunião, Maurício Quintella Lessa, Ministro dos Transportes; Clodoaldo Pelissioni, Secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo; Eduardo de Castro, diretor-presidente da EPL; Jorge Luiz Macedo Bastos, diretor-geral da ANTT; e José Manoel Ferreira Gonçalves – presidente da Ferrofrente.

A ideia do Governo Estadual é construir uma malha de 431 quilômetros de trilhos, com 24 estações, e interligar as regiões metropolitanas de Campinas, Vale do Paraíba, São Paulo e Santos.

A malha consiste em inicialmente em dois eixos, sendo um deles partindo de Sorocaba até Pindamonhangaba, e o outro trajeto entre Americana até Santos. As duas ferrovias se encontrariam em uma estação em São Paulo. O custo previsto para a interligação está estimado em R$ 20 bilhões sendo R$ 4 bilhões de recursos públicos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 30 de junho de 2016

CPTM apoia conferência climática por uma cidade mais limpa hoje (30/06/2016)

Dica-Cultural-Conferência-PL-e-MC.jpg São Paulo receberá a 15ª edição da Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, com apoio da CPTM, que será realizada hoje, 30/06/2016, das 8h30 às 17h, na Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, em Santana.

O tema da programação deste ano é “Bairro a Bairro: São Paulo mais verde”, e a abertura da conferência será feita por autoridades dos governos estadual e municipal, além de entidades da sociedade civil.

A palestra magna será ministrada pelo arquiteto e urbanista Candido Malta, responsável pela criação de políticas de desenvolvimento urbano em diversas cidades do país.

O evento é realizado desde 2002, reunindo 350 pessoas na primeira edição. Já em 2015 contou com mais de três mil participantes, além de diversos apoiadores. O objetivo da conferência é intermediar o diálogo entre os moradores, as instituições, a iniciativa privada e o governo, a fim de aprofundar a sustentabilidade nos aspectos econômico, social e ambiental.

A proposta da reunião também é sugerir políticas públicas e resoluções legislativas sobre o tema. O público ainda poderá conferir exposição com exemplos de projetos e produtos desenvolvidos a partir do conceito sustentável de produção.

Serviço: 15ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas
 
Local: Associação Paulista de Cirurgiões Dentista
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 547 – Santana – 02011-000
Data: 30/06/2016
Horário: das 8h30 às 17h

sexta-feira, 17 de junho de 2016

VLT da Baixada Santista e EMTU serão interligados a partir de 19/06/2016

Composição do VLT da Baixada Santista
Está marcada para dia 19/06/2016, a integração de 37 linhas intermunicipais gerenciadas pela EMTU, com o sistema de VLT, que hoje opera nove estações ligando São Vicente a Santos.

O passageiro que embarcar no ônibus metropolitano, desembolsará a tarifa praticada na linha utilizada, e na integração com o VLT não será debitado nenhum valor. Já no sentido contrário, ao embarcar no VLT, serão debitados no cartão o valor de R$ 3,80, e mais o complemento da tarifa da linha no embarque no ônibus metropolitano.

Para o benefício, o usuário deverá portar o Cartão BRCard. As informações para obter o cartão podem ser conhecidas no site www.brmobilidade.com.br.

Em Dezembro de 2016 está prevista a integração com linhas municipais de Santos e São Vicente. A EMTU informou que já iniciou tratativas com as prefeituras das cidades atendidas pelo VLT.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem: VLT- Você Também Anda

terça-feira, 7 de junho de 2016

Médica desaparecida é encontrada na Estação Caieiras

A médica Eliza Cremasco aparece desembarcando no Aeroporto de Guarulho levando uma mochila amarela e uma mala de rodinhas (Foto: Reprodução/TV Globo)
A médica Eliza Cremasco aparece no Aeroporto de Guarulhos
A assessoria de imprensa da CPTM informou que a médica capixaba Eliza Cremasco, de 66 anos, foi reconhecida por uma passageira na tarde de 27/05/2016) e levada para a Estação Caieiras, na Grande São Paulo. Ela foi acompanhada por uma funcionária da CPTM até a chegada de familiares.

Em seguida, Eliza foi levada para a delegacia de Franco da Rocha. Por volta de 18h30, a médica chegou no Hospital Sírio Libanês, na região central de São Paulo, levada por parentes. Ela entrou no hospital em uma cadeira de rodas.

"Acionaram a guarda municipal e entraram em contato conosco", afirmou João Cremasco, sobrinho de Eliza. "Ela está bem, lúcida, mas vamos levá-la para um hospital para ver o quadro clínico dela. A família está muito aliviada e agradecida à polícia Civil, Militar, guarda civil de São Paulo e de Caieiras e à imprensa."

Veja por onde a médica passou em São Paulo
 
- Aeroporto de Guarulhos (cidade a Leste da capital, a 25 km do centro de São Paulo): Eliza chegou na quarta-feira pela manhã;
- Avenida Paulista (região central, a 6 km do Centro): Ela teria dormido na sofá da recepção de um hotel;
- Avenida Ricardo Jafet (Zona Sul de SP, a 11 km do Centro): Família teve notícias de que ela foi vista por lá;
- Estação Tucuruvi do Metrô (Zona Norte, a 16 km do Centro): Imagens mostram Eliza na última estação da Linha 1-Azul do Metrô;
- Linha 7-Rubi da CPTM: Dia 27/05/2016, Eliza pegou o trem até a estação de Francisco Morato, cidade a 32 km do Centro de São Paulo, quando foi reconhecida por uma passageira e levada até a estação Caieiras, a 23 km.

Eliza Cremasco desapareceu semana passada depois de chegar de uma viagem à Itália no Aeroporto Internacional de Guarulhos e se desencontrar de uma amiga. A médica deveria embarcar para Vitória, capital do Espírito Santo.
Nessa outra imagem, Eliza Cremasco aparece no meio do saguão de embarque do aeroporto de Guarulhos (Foto: TV Globo/Reprodução)
Eliza no meio do saguão de embarque do Aeroporto de Guarulhos

A mulher sofre de lapsos de memória, segundo seus familiares, que vieram a São Paulo para ajudar à polícia nas buscas à médica. Para eles, Eliza deveria ter ficado desorientada.

Desde o início desta manhã as equipes da polícia estavam em diligências nos bairros onde testemunhas disseram ter visto Eliza. A investigação trabalha com a informação de que a mulher pegou um táxi de Cumbica a Avenida Paulista.

Dia 26/05/2016 cães farejadores da Guarda Civil de Guarulhos ajudaram nas buscas, segundo policiais.

Ela estaria tentando se hospedar num hotel, mas, como estava sem a bolsa, não conseguiu pagar a diária. Por esse motivo, teria dormido no sofá de um hotel. A bagagem foi abandonada no aeroporto e acabou recuperada por parentes.

Depois que ela se perdeu da amiga, ela pode ter entrado num surto, pode ter acontecido alguma coisa"
João Cremasco, irmão da médica
A oftalmologista também teria sido vista próxima estações do Metrô no Ipiranga, Tucuruvi e Parque Dom Pedro. A investigação trabalha com a informação de que Eliza teria usado ônibus para se locomover. Ela teria dito a algumas pessoas que buscava o endereço de um sobrinho, que é juiz em São Paulo.

João Cremasco, sobrinho da médica, acredita que a tia tenha ficado desorientada. "O fato de ela ter se visto sozinha, né? Depois que ela se perdeu da amiga, ela pode ter entrado num surto, pode ter acontecido alguma coisa", disse nesta sexta-feira ao SPTV.

Familiares da médica do Espírito Santo vieram a São Paulo para tentar colaborar com a polícia dando informações que possam localizar Eliza.

O irmão da oftalmologista, o dentista Pedro Cremasco, contou que ficou sabendo que Eliza conseguiu dormir em um sofá de um hotel na noite de 25/05/2016. “Estamos com esperança de encontrá-la na região ainda hoje [sexta-feira]”, disse ao G1 do Espírito Santo.

Eliza não é casada e não tem filhos.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagens: G1-SP

segunda-feira, 6 de junho de 2016

​Equipe da Estação Caieiras ajuda médica desaparecida a reencontrar família

Eliza Cremasco com funcionária da Estação Caieiras (Linha 7-Rubi)
Todos os dias os funcionários de estações da CPTM dão informações aos usuários, auxiliam na locomoção de pessoas com mobilidade reduzida e os ajudam a encontrar objetos perdidos ou até reencontrar familiares. Esse atendimento de excelência também se fez presente na Estação Caieiras, na Linha 7-Rubi, dia 27/05/2016.  A equipe da estação ajudou a médica capixaba Eliza Cremasco, de 66 anos, a reencontrar os parentes. Ela estava desaparecida há três dias após se perder de uma amiga no aeroporto internacional de Guarulhos.

A médica foi identificada por uma usuária da CPTM, que a encaminhou para a funcionária Sônia Oliveira. A agente de estação conta que Eliza estava com medo e cansada. “Ela perguntou: ‘Você vai me ajudar mesmo?’ Eu falei que sim. Ela respondeu: ‘mas a minha família é do Espírito Santo. Você não vai conseguir falar com eles!’. Então, eu disse: ‘eu ia conseguir falar com eles até se morassem no Japão'." 

Eliza foi então encaminhada para a sala de operação, apresentou o documento confirmando a identidade e passou o telefone da sobrinha. “Eu liguei para informar onde ela se encontrava e dei as referências da empresa já que a família não é do estado. Depois passei o telefone para Eliza. As duas ficaram mais tranquilas após conversarem”, revela Sônia.

Por quase duas horas, Elisa ficou na estação esperando os familiares. A agente de estação Sílvia Costa e o encarregado de Caieiras, Luiz Ramos, ajudaram Sônia a tranquilizar a médica e ofereceram comida já que ela estava há dois dias sem se alimentar. Eliza tomou café, água e comeu sanduíche e bolachas. A agente operacional de segurança, Silvana Martins Nogueira, também ficou o tempo todo ao lado dela. 

A família agradeceu muito o atendimento da equipe da CPTM. "Nós ficamos muito contentes quando podemos ajudar e ainda mais quando a história tem um final feliz”, ressalta Sônia. Os agentes de estação são treinados para dar todo o apoio de estação. Sônia conta, por exemplo, que dias depois de terem ajudado a médica, foi recuperada a bolsa de uma outra usuária que a havia abandonado durante um mal súbito. “Equipe que trabalha unida consegue os melhores resultados."
 
Fonte da Notícia e Imagem: CPTM