Falhas e panes nas Linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM prejudicaram 328 mil passageiros do Alto
Tietê. São trabalhadores, estudantes e pessoas que diariamente utilizam o
serviço para se locomover entre as cidades da Região e à Capital. Ao
todo, foram 31 falhas entre os dias 25 de março e 22 de abril; mais de
uma por dia. Os dados fazem parte de um levantamento do Sistema
Integrado de Controle de Operação e Manutenção (Sicom) da empresa e
foram fornecidos pela diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em
Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil - Base São Paulo.
O Sicom é um sistema de registro que compila as situações anormais desenvolvidas nos trilhos da CPTM e calcula a quantidade de passageiros prejudicados com atrasos por meio do cruzamento entre o volume de viagens programadas e as que foram realmente realizadas.
O número de passageiros prejudicados pode ser ainda maior, isso porque o balanço se restringe às falhas que prejudicaram mais de 500 usuários e que foram frutos de problemas no sistema de sinalização e trilhos.
A grande maioria dos casos se refere a problemas de sinalização: 27. Em seguida surgem duas panes no CCO); um trilho partido e um descarrilamento. De acordo com o documento, a falha que proporcionou menor prejuízo aconteceu no dia 19 de abril e atingiu 687 passageiros. Enquanto a maior delas abrangeu 170 mil usuários, após um incêndio de no-breaks, no último dia 6, paralisando a circulação das composições da CPTM por seis horas. A mais grave ocorreu quatro dias depois, quando um trem descarrilou nas proximidades da Estação Itaquaquecetuba. O acidente prejudicou mais de 10 mil passageiros e poderia ter tido consequências mais sérias àqueles que estavam na composição, porém ninguém ficou ferido
O Sicom é um sistema de registro que compila as situações anormais desenvolvidas nos trilhos da CPTM e calcula a quantidade de passageiros prejudicados com atrasos por meio do cruzamento entre o volume de viagens programadas e as que foram realmente realizadas.
O número de passageiros prejudicados pode ser ainda maior, isso porque o balanço se restringe às falhas que prejudicaram mais de 500 usuários e que foram frutos de problemas no sistema de sinalização e trilhos.
A grande maioria dos casos se refere a problemas de sinalização: 27. Em seguida surgem duas panes no CCO); um trilho partido e um descarrilamento. De acordo com o documento, a falha que proporcionou menor prejuízo aconteceu no dia 19 de abril e atingiu 687 passageiros. Enquanto a maior delas abrangeu 170 mil usuários, após um incêndio de no-breaks, no último dia 6, paralisando a circulação das composições da CPTM por seis horas. A mais grave ocorreu quatro dias depois, quando um trem descarrilou nas proximidades da Estação Itaquaquecetuba. O acidente prejudicou mais de 10 mil passageiros e poderia ter tido consequências mais sérias àqueles que estavam na composição, porém ninguém ficou ferido
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